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Entenda qual é a sua missão de vida com base na numerologia

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Entenda qual é a sua missão de vida com base na numerologia
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Entenda qual é a sua missão de vida com base na numerologia

A numerologia permite a interpretação de nomes, situações e personalidades, baseando-se na simbologia dos números e trazendo, assim, ensinamentos . Por ser uma ferramenta importante para o processo de autoconhecimento, ela permite que saibamos se estamos vibrando positiva ou negativamente em busca dos propósitos de nossas vidas , por exemplo.

Através dessa crença podemos saber qual é a nossa missão de vida e descobrir se estamos na direção correta para alcançá-la.

Para fazer essa reflexão, no entanto, é preciso, antes de tudo, um cálculo simples para saber qual é o seu número pessoal, por meio da sua data de nascimento. Veja só:

Primeiro, iremos somar todos os números presentes na data, de modo a obter apenas um numeral como resultado:

Exemplo: 11/05/2021 = 1+1+0+5+2+0+2+1 = 12 = 1 + 2 = 3

Assim, quem nasceu em 11 de maio de 2021 tem como número pessoal o 3.

Mas, vale lembrar que há duas exceções: se o resultado da soma de sua data de nascimento for 11 ou 22 , não é necessário somá-los. Entenda melhor:

Exemplo 1: 01/10/2017 = 0+1+1+0+2+0+1+7 = 11 (pare de somar)

Exemplo 2: 03/11/1970 = 0+3+1+1+1+9+7+0 = 22 (pare de somar)

Agora que você já obteve um número final, confira abaixo qual é a sua missão no mundo!

MISSÕES DE VIDA:

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Para quem tem o número 1 – s e ame e se valorize mais para que tenha força e coragem de superar os desafios que surgirem. Está em você o poder de ser determinado em busca da solução.

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Para quem tem o número 2 – s eja mais flexível e benevolente com todos. O amor cura. Traga mais amor e gentileza para sua vida e de todos a sua volta.

Para quem tem o número 3 – a sua alegria contagia! Que tal espalhar esse bom humor e encanto que tem? O mundo precisa de você para ver beleza nas situações!

Para quem tem o número 4 – a sua honestidade, disciplina e praticidade tem muito a nos ensinar. Mostre a importância desses valores para podermos evoluir.

Para quem tem o número 5 – é nas dificuldades que nascem os ousados. Agora é o momento de você ousar e mostrar que podemos fazer transformações positivas em nossa vida a partir dos momentos difíceis.

Para quem tem o número 6 – e stá em você trazer paz e harmonia em todas as situações da vida. Seu amor e afetuosidade mostram o cuidado e carinho que devemos ter com nossos familiares e amigos. Então, propague essa bondade!

Para quem tem o número 7 – é chegada a hora dos analíticos e espiritualistas se apresentarem ao mundo. Viva a sua fé e propague o conhecimento físico e metafísico por trás de tudo que acontece para libertar a humanidade da ignorância que a aprisiona.

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Para quem tem o número 8 – e stá em você trazer a verdade, justiça e lealdade ao mundo. Além disso, no que se refere a economia, você tem autoridade para falar sobre carreira, profissão, empresariado e empreendedorismo nos momentos de crise. Que tal ensinar o segredo do seu sucesso pessoal à quem precisa?

Para quem tem o número 9 – e stá em sua essência ser solicito e prestativo para com todos. O seu amor é universal e livre de esteriótipos. Cabe a você ajudar o próximo e quebrar as correntes dos diversos preconceitos que adoecem a humanidade. A sua cura vem do altruísmo.

Para quem tem o número 11 – s abia que você tem o poder de inspirar outros? É uma missão um tanto difícil, mas agora é hora de se fortalecer em sua fé e propósito de vida, trazendo essas boas energias para todos. Use sua sensibilidade e intuição para cumprir com sua missão no mundo.

Para quem tem o número 22 – s ua sabedoria, força e vigor são bases para o mundo. Você tem uma visão ampla e profunda fatos, interage com os assuntos internacionais e é um grande líder. Sendo assim, está em você a possibilidade de reconstruir o mundo, produzindo algo de bom para a humanidade e transmitindo seus conhecimentos com respeito e carinho.

Entendeu qual é o seu propósito de vida? Então vibre cada vez mais alinhado a ele e em busca de um mundo melhor!

Fonte: João Bidu

Fonte: IG Mulher

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro
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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

Ao contrário das grandes livrarias, que contêm acervos enormes sobre os mais variados temas e um contato impessoal com os clientes, pequenos empreendimentos de rua e online encontraram na segmentação uma chave para manterem-se firmes; além de atrairem um público mais fiel, aumentarem o diálogo com os leitores e, por consequência, as vendas! Tudo isso em meio à crise do mercado editorial – que já impôs o fechamento de dezenas de livrarias nos últimos anos.

Esse é o caso da livraria especializada em humanidades, Mandarina, criada em 2019 pelas sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, que buscavam fugir do modelo das grandes livrarias, ou “shopping de livros”, como chamam. “Quando a gente resolveu montar a Livraria Mandarina, a gente foi estudar. E a gente viu que as livrarias segmentadas e pequenas são a tendência, são o que as pessoas estão buscando”, conta Paixão. Para as livreiras, a segmentação é uma forma de apresentar ao público obras de autores diversos, que não estampam as estantes das grandes livrarias, mas que merecem a atenção e o apreço dos leitores.

Localizada em Pinheiros, São Paulo, a Livraria Mandarina conta com um acervo de mais de 6 mil títulos voltados à literatura clássica, ciências sociais, filosofia e poesia. Mas, não é a única a apostar na segmentação. Hoje, pelo Brasil, há inúmeras livrarias independentes focadas em temas como humanidades, literatura queer, literatura afro-brasileira, feminismo, entre outros. Essas livrarias preenchem um buraco deixado pelas gigantes do ramo ao investirem em acervos escolhidos a dedo, atendimento humanizado e na criação de espaços de troca, diálogo e reflexão ao resgatarem a importante figura do livreiro, antes apagado pelo formato e-commerce.

Livraria Mandarina
Daniela Amendola e Roberta Paixão na Livraria Mandarina / Foto: Reprodução Instagram (@livraria_mandarina).

Esse contato direto e mais humano com os clientes foi o que motivou os sócios Eduardo Ribeiro, Fábio Brito e Ivan Costa a inaugurar, em outubro do ano passado, a livraria Casa da Árvore , na Pedra do Sal, centro do Rio de Janeiro, focada em literatura afro-brasileira e humanidades. “Uma das principais coisas que a livraria te dá é a dimensão do encontro, é ter uma dimensão do que é literatura, essa é uma coisa que só a livraria física te dá e é uma das principais motivações das livrarias de ruas ainda existirem”, diz Ribeiro.

Segundo ele, o atrativo das livrarias é a sensação do imprevisível, de não saber o que te aguarda ao adentrar esses espaços. “Você pode encontrar o autor do livro que você gosta, pode rolar uma indicação de um livro que você não conhece pelo livreiro, que é um personagem muito importante”, observa o sócio.

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O livreiro também defende que o acervo especializado e curado com carinho é o ponto chave da Casa da Árvore. “Para a gente sobreviver precisamos ter essa curadoria, sempre muito cuidadosa, né? Se a gente se descuidar da nossa curadoria, a gente perde o sentido de existência da livraria”, afirma Ribeiro.

Ele ainda ressalta que as grandes livrarias não estão resistindo porque elas têm um custo muito alto e não focam em um nicho. “Elas atacam o público em geral, que é um público muito flutuante, um público que você não consegue ter muito a medida do que a pessoa quer”, aponta. Para Ribeiro, a competição é muito maior quando não há segmentação do empreendimento. “Aqui a gente tenta fazer com que a pessoa tenha uma livraria de estimação, pra sempre comprar com a gente”, complementa

Segmentação como solução – para o livreiro e para o leitor

Embora ainda não haja, oficialmente, estatísticas sobre o aumento das livrarias segmentadas, Bernardo Gurbanov, livreiro e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), aponta que desde os anos 1980 o setor editorial já tinha consciência de que as “pequenas empresas altamente especializadas” sobreviveriam com mais facilidade às mudanças do mercado. Hoje, segundo ele, esse cenário já é visível.

De acordo com Gurbanov, as livrarias segmentadas criam um canal de comunicação com os leitores que não contribui somente para a manutenção do negócio, “mas com o processo de compartilhar conhecimento e de criar uma comunidade em torno dessas temáticas”. Para ele, são essas comunidades cada vez mais interessadas em um acervo especializado e um atendimento personalizado, que tem ajudado a sustentar os empreendimentos.

Quem concorda com Gurbanov é a bibliotecária Ketty Valêncio, dona da Livraria Africanidades , focada em literatura negra e feminista – que surgiu como e-commerce em 2013 e ganhou quatro paredes e um teto em 2017.

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Valêncio conta que a Africanidades surgiu a partir de sua própria experiência de vida. “Eu via os espaços literários e eu não me via, essa questão da representatividade negra dentro da literatura, mesmo. E quando eu observava esse corpo negro dentro da literatura, era um papel onde eu não queria estar, era um papel totalmente estereotipado, marginalizado”, relata.

Localizada na Vila Pita, periferia da zona norte de São Paulo, a Africanidades conta com um acervo de cerca de 200 obras de autores independentes dos mais diversos campos dos saberes, que apresentam uma visão de mundo descolonial e descentralizada.

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Africanidades
Em busca de representatividade negra na literatura, a bibliotecária Ketty Valêncio criou a Livraria Africanidades / Foto: Reprodução Facebook.

Além das estantes e das páginas dos livros, a livraria busca a visibilidade e a valorização do protagonismo feminino, preto e periférico através de atividades culturais. Antes da pandemia, o espaço chegou a sediar eventos como rodas de conversas e leituras, saraus, lançamentos de livros e oficinas.

Segundo Valêncio, o fato da Africanidades não ser apenas um ponto comercial, mas um polo cultural, “uma ação de transformação”, como ela diz, foi o que fidelizou o público e fez com que ele se mantivesse durante a pandemia de Covid-19.

“Atualmente, acho que as livrarias pequenas estão resistindo mais no mercado editorial do que as livrarias grandes. É o resultado também das pessoas quererem se ver na literatura. Se eu fosse somente um empreendimento comercial, eu acho que eu já teria falido, mas como a livraria tem um aspecto muito precioso e valioso de cada narrativa que eu tenho aqui presente, eu acho que através disso eu consigo ter um público que me assiste, que gosta do meu trabalho e que replica as minhas ações”, afirma ela.

Outra livraria que compartilha a mesma proposta é a Queer Livros , focada em obras, sobretudo acadêmicas, sobre gênero e sexualidade. Para o sócio-livreiro Gilmario Nogueira, atuar em um nicho como a Queer, é abrir um diálogo com as pessoas possibilitando uma discussão mais aprofundada.

A livraria baiana conta com um acervo de mais de 100 títulos. Com obras que vão além dos best-sellers das grandes livrarias, a Queer proporciona a troca entre autores renomados e autores novos e independentes, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Entre as obras mais vendidas estão: O cis no divã; Diversidade sexual, étnico-racial e de gênero; Saúde mental e racismo à brasileira e Dissidências de gênero e sexualidade, que dão o tom do que esperar da livraria.

Queer Livros
Queer Livros aposta em autores desconhecidos e discute gênero e sexualidade / Foto: Reprodução Facebook.

Com o objetivo de desmistificar as questões sobre gênero e sexualidade , além de ampliar o conhecimento científico sobre um tema que move tabus na sociedade, a Queer já está no mercado há 3 anos e vem se mantendo firme. “[ A literatura queer] é importante pra gente conhecer uma série de sujeitos subalternizados que nós temos”, ressalta o livreiro.

Nogueira também afirma que foi graças à segmentação que a pequena livraria online conseguiu se manter durante a pandemia. “Nós atuávamos muito em eventos acadêmicos, com a pandemia, não tiveram mais eventos. Então, no primeiro mês a gente não sabia o que ia acontecer. Só que aí a gente aumentou o número de clientes online. Então, ter nicho nos ajuda”, diz.

Fonte: IG Mulher

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