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Entenda mais sobre os perigos ao usar maquiagens guardadas há muito tempo

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Entenda mais sobre os perigos ao usar maquiagens guardadas há muito tempo
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Entenda mais sobre os perigos ao usar maquiagens guardadas há muito tempo

Com a quarentena , os produtos de beleza estão sendo deixados de lado. Por serem guardados muitas vezes em locais que sofrem com a umidade, essas maquiagens podem vir a estragar, prejudicando a pele de quem usa.

“As maquiagens, quando armazenadas no banheiro ou em qualquer outro local úmido, podem mofar antes mesmo de extrapolarem o prazo de validade. Quando isso acontece mesmo que em parte na maquiagem, o produto já está todo contaminado”, alerta a dermatologista Dra. Fabiana Seidl.

Makes mofadas ou vencidas podem causar doenças como dermatite, irritação, inflamação e até mesmo espinhas . A Dra. Mariana Corrêa explica a importância dos produtos de beleza ficarem em um ambiente com menos umidade possível.

“Mantenha sua maquiagem em ambiente limpo e seco, e evite deixa-las abertas no banheiro. Opte também por pincéis ou esponjas higienizadas para não prejudicar a saúde da sua pele”, alerta a médica.

Por isso, verificar a validade do produto é sempre de bom-tom antes de passar em uma área sensível ao rosto. Maquiagens vencidas ou contaminadas podem ser bem maléficas a saúde . “Ao colocar algo contaminado na pele, há um risco da pessoa vir a desenvolver uma infecção cutânea superficial ou até mesmo profunda, dependendo do tipo de fungo. Para mais, ainda existe o risco de inalação de esporos do fungo, podendo levar a problemas pulmonares”, explica Dra. Fabiana Seidl.

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Utilizar itens hipoalergênicos também são uma ótima opção para não causar nenhum tipo de reação alérgica no rosto. “Os sintomas que podem vir a ocorrer com makes comuns são coceiras, ardências e também inchaços, que podem surgir em minutos após a aplicação do produto”, destaca Dra. Ana Paula Fucci.⁣

Além disso, para o Dr. Franklin Veríssimo usar produtos de beleza com máscara é extremamente inadequado para o momento. “O uso das maquiagens por baixo da máscara é altamente contra indicado, pois a maquiagem em contato com o tecido ou material do equipamento de proteção gera umidade e sujeira, o que leva a diminuição do tempo de duração da proteção da máscara, ou até a sua ineficácia”, explica a especialista em medicina estética.

Consultoria: Dra. Fabiana Seidl; Dra. Mariana Corrêa; Dra. Ana Paula Fucci; Dr. Franklin Verissimo Oliveira

Fonte: IG Mulher

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77% das mulheres sofrem alteração na menstruação durante a pandemia

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77% das mulheres sofrem alteração na menstruação durante a pandemia
Sora Shimazaki

77% das mulheres sofrem alteração na menstruação durante a pandemia











A pandemia do novo coronavírus tem causa diversos impactos na saúde coletiva. Entre eles, está a alteração na saúde íntima das mulheres, como mudanças nos  ciclos menstruais e aumento dos sintomas da TPM.

Desde o começo da pandemia, um grupo de pesquisadores da  Universidade Federal de Lavras (UFLA) analisou os impactos da pandemia de covid-19, no Brasil, sobre a saúde mental  e o ciclo menstrual de mulheres em fase reprodutiva. Os resultados mostram que 97% das mulheres relataram o surgimento de novos sintomas relacionados à saúde mental e/ou alterações em seus ciclos menstruais (77%). 

As mudanças mais citadas foram: alteração no número de dias do ciclo menstrual, número de dias de menstruação, fluxo menstrual, coloração e odor da menstruação, além de apresentarem escapes menstruais (sangramentos fora de época). Além disso, muitas também relataram mudanças na Tensão Pré-Menstrual (TPM) e na libido (que, para a maioria delas, diminuiu).

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“Minha menstruação e TPM estão mais intensas”

Clélia Maria de Oliveira e Silva
Arquivo pessoal

Clélia Maria de Oliveira e Silva

A cientista social e terapeuta Clélia Maria de Oliveira e Silva (38) relata que sempre teve um ciclo regulado sem o uso de anticoncepcional. “Desde a pandemia muitas coisas mudaram aqui. Percebi uma mudança não só no fluxo, mas toda a TPM, dores e sentir ficaram mais intensas. Sinto que estou mais ansiosa e eufórica”, relata.

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“Sempre fui muito regrada e tinha um fluxo leve, que durava dois a três dias. Minha saúde ginecológica era ok. No primeiro ano da pandemia eu engordei muito (10 quilos) e com isso eu comecei a sofrer com desconfortos em geral.

A consultora esotérica Viviane Juruna (38) conta que também está passando por essas alterações. “Tenho candidíase, meu fluxo aumentou e eu nunca sei o dia que vou menstruar”. Ela está aguardando o resultado de exames para averiguar se isso é realmente um reflexo da pandemia ou algo a mais.

Quem também sentiu a TPM bagunçar as emoções foi a terapeuta corporal holística Bruna Gomes Correia (28), que atualmente vive em Portugal. “Eu sinto que ficou muita coisa (para lidar). Eu tenho cólicas fortes todos os meses, já tive três infecções urinárias e candidíase, coisas que não eram um problema antes da pandemia”, desabafa.

Segundo o ginecologista e obstetra César Patez, não é preciso ter tido uma infecção pelo vírus para notar alterações no ciclo menstrual, uma vez que viver durante uma pandemia já é uma experiência estressante e pesada o suficiente. “Sabemos que isso pode afetar negativamente os padrões de menstruação, alterar a duração dos ciclos, provocando uma TPM mais acentuada e menstruações mais dolorosas”, diz.

Ele também aconselha que mulheres com sintomas a mais de três meses devem buscar ajudar profissional. “Caso a mulher apresente um ciclo menstrual alterado por mais de 90 dias, como ciclos muito curtos, muito longos ou sangramento excessivo, procure um ginecologista o mais rápido possível. Investigar os motivos dessa variação é fundamental para iniciar um tratamento desde o início da doença. Assim, sua saúde e fertilidade ficarão seguras”, completa.

Fonte: IG Mulher

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