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Enfermeiro choca ao mostrar efeitos do tratamento de Covid-19

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Recentemente Mike Schultz chocou internautas ao compartilhar uma imagem em sua conta do Instagram. Na publicação, o enfermeiro norte-americano compara seu porte físico com imagens de antes e depois do tratamento de Covid-19. Ao todo, ele perdeu 50 kg.

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Enfermeiro norte-americano Mike Schultz
Reprodução Instagram

Enfermeiro norte-americano Mike Schultz

“Eu queria mostrar a todos o quanto a sedação por seis semanas em um ventilador ou intubação pode ser”, iniciou ele no Instagram . “Entre outras coisas, a Covid-19 reduziu minha capacidade pulmonar. Além disso, durante oito semanas, estive longe da família e dos amigos. Fico mais forte a cada dia e trabalho para aumentar minha capacidade pulmonar. Porém, para voltar ao que um dia eu já fui… talvez precise fazer muito exercício”, continuou.

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Ainda no hospital, Mike falou sobre acordar do entubamento: “Pensei que apenas uma semana tinha se passado, foi quando uma enfermeira me avisou que não era uma, mas sim seis semanas que haviam se passado”, disse ele ao BuzzFeed News .

“Eu estava tão fraco. Essa foi uma das partes mais frustrantes”, lembrou. “Eu não conseguia segurar o meu celular; era tão pesado. Não sabia digitar, porque minhas mãos tremiam muito”.

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Questionado sobre o motivo de expor uma mudança tão radical causada pela Covid-19 , o enfermeiro alerta. “Eu queria mostrar que isso pode acontecer com qualquer um. Não importa se você é jovem ou velho, tem condições pré-existentes ou não. Isso pode afetá-lo.”

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Tratamento de câncer não pode esperar pela vacina da Covid-19

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Foto: Guilherme Rebello é radio-oncologista do IRV. Crédito: Julia Terayama

A notícia de que o governo brasileiro firmou parceria com a Universidade de Oxford para receber em dezembro o primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 trouxe uma nova preocupação para quem cuida de doentes crônicos: a de que pacientes adiem tratamentos como os de câncer por 6 meses para não se arriscarem a pegar coronavírus.

A questão é que independentemente do resultado final do estudo realizado no Reino Unido, o câncer é uma doença letal e não pode esperar a pandemia passar ou um novo medicamento surgir para pôr fim à Covid-19.

“Pacientes com diagnóstico de câncer devem procurar tratamento específico o quanto antes. Quando tratado em fase inicial, maior é a chance de controle da doença. Quanto mais tempo perdemos, mais o tumor avança. Logo, esperar a pandemia passar pode trazer muito prejuízo à saúde do paciente oncológico”, alerta o radio-oncologista Guilherme Rebello, do Instituto de Radioterapia Vitória (IRV).

O especialista também recomenda às pessoas em processo de diagnóstico a não adiarem suas consultas, uma vez que o tratamento curativo do tumor ocorre na fase inicial da doença.

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Medo do desconhecido

Para Guilherme Rebello, o fato de o coronavírus ser uma doença ainda desconhecida, mas com um impacto direto na vida das pessoas, como a necessidade do isolamento social, acaba levando muita gente a acreditar que contrair a Covid-19 é mais perigoso do que ter um tumor no corpo.

“Mas sabemos que o câncer é uma entidade muito mais agressiva e com maior taxa de mortalidade”, afirma o especialista.

O médico frisou que pacientes oncológicos não devem suspender o tratamento durante a pandemia, sob pena de agravar o quadro de saúde e diminuir as chances de cura.

“O mais importante é o paciente com câncer não deixar de tratar, pelo risco de a doença avançar e diminuir a chance de controle tumoral. O que deve ser feito é tomar todas as medidas de precaução contra o novo coronavírus. Na clínica sempre orientamos o uso de máscara, álcool em gel, manter o distanciamento de pelo menos 2 metros entre os outros pacientes e evitar permanecer por longo período no setor, apenas o necessário”, orienta Guilherme Rebello.

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Esse cuidado é necessário porque pessoas que tratam tumores podem ter queda na imunidade devido à doença ou por causa dos tratamentos aos quais são submetidas (quimioterapia, radioterapia, uso de corticóides, por exemplo). Dependendo do câncer, em caso de contágio pela Covid-19, o risco de complicações aumenta.

 

Sobre o IRV

Fundado em 2005, o Instituto de Radioterapia Vitória (IRV) é a única clínica privada do Espírito Santo para o tratamento de câncer por meio deste serviço. Funciona nas dependências do Vitória Apart Hospital, na Serra, com tecnologia de ponta e equipe altamente qualificada que tem como filosofia de trabalho o acolhimento dos pacientes.

O IRV tem convênio com os maiores planos de saúde do Espírito Santo, como Unimed, Samp, São Bernardo, Bradesco Saúde, MedSênior, Pasa/Vale, ArcelorMittal, Petrobras, Cassi (BB), Saúde Caixa, Banescaixa, Amil, entre outros.

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