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Emirates receberá novos A380 e planeja retorno da frota aos voos

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Raphael Magalhães

Emirates receberá novos A380 e planeja retorno da frota aos voos

O gigante Airbus A380 foi uma das aeronaves mais afetadas durante a pandemia. Sua grande capacidade, um ponto forte durante o lançamento e comercialização da aeronave, se mostrou como uma grande desvantagem ao longo do ano de 2020.

Apesar disso, em anúncio realizado hoje (25), o presidente da Emirates, divulgou que a empresa pretende voltar a operar a vasta maioria de seus Airbus A380 até o começo de 2022. A notícia serve como alento para a fabricante europeia, que viu diversas companhias aposentarem as unidades do modelo ao longo deste ano.

Nesse sentido, a maior operadora mundial do A380, ainda receberá três novas unidades no próximo mês. As aeronaves serão equipadas com a nova cabine “sleeperette”, denominação para a nova classe Econômica Premium. Entretanto, os novos assentos devem permanecer em sigilo ou pelo menos fora da programação de voos da companhia aérea até o segundo semestre de 2021.

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“O A380 continua sendo o carro-chefe da Emirates. É aquele que define o nosso produto, que é reconhecido pelos consumidores. Ele voará até o momento em que finalmente tiver que se aposentar.” disse Tim Clark, presidente da Emirates.

Dessa forma, a alta aposta da Emirates no modelo se baseia também nas vacinas que começarão a ser distribuídas mundialmente em breve. Com isso, as restrições para viagens internacionais devem ser reduzidas, o que permitirá que o fluxo de passageiros aumente novamente.

Atualmente, a Emirates possui uma frota de 267 aeronaves. Desse total, 116 são Airbus A380, dos quais 83 estão parados aguardando o retorno aos céus.

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Com pandemia, arrecadação do governo tem o pior resultado em 10 anos

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Arrecadação do governo cai em 2020
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Arrecadação do governo cai em 2020

A pandemia de Covid-19 fez a arrecadação de impostos federais despencar em 2020. A receita do governo caiu 6,91%, na comparação com 2019, já descontada a inflação. No ano passado, a arrecadação foi R$ 1,479 trilhão, de acordo com dados divulgados pela Receita Federal nesta segunda-feira (25). O resultado foi o pior registrado desde 2010.

A queda é decorrente do tombo na atividade econômica e das medidas que o governo tomou para combater o novo coronavírus (Sars-Cov-2) e seus efeitos econômicos. Com menos atividade, há menos arrecadação para o governo. Para 2020, a previsão de analistas do mercado é de uma retração de 4,32% no PIB.

O governo também reduziu tributos como o Imposto sobre Operações Financeiras para fazer frente à crise , levando a uma renúncia de R$ 26 bilhões.

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Outra medida tomada pelo governo foi atrasar o pagamento de impostos das empresas no auge da crise, em meados do ano. Essa é uma forma de aliviar os caixas da companhia. Mas nem todos os impostos atrasados pelo órgão foram pagos pelos contribuintes.

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No ano passado, a expectativa era de que fossem pagos R$ 85,1 bilhões, mas somente R$ 64,3 bilhões entraram nos cofres públicos . Desse total, R$ 9,9 bilhões foram compensados pelas empresas, R$ 1,1 bilhão ingressará em 2021 e R$ 9,115 bilhões representam “outras situações”.

Além disso, os empresários também lançaram mão de compensações tributárias a que tinham direito por conta de tributos pagos a mais no passado — o que também ajudou a derrubar os valores arrecadados. Em 2020, as compensações de impostos somaram R$ 167,6 bilhões, contra R$ 105,5 bilhões no ano anterior. Um aumento de R$ 62,1 bilhões.

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