Saúde

Emenda de Camilo Cola garante R$ 300 mil para o Hospital Evangélico

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Com esse recurso será feita a aquisição de equipamentos médico-hospitalares

Por | 15.08.2014

 

Ilauro Oliveira

 

Foi liberado nesta semana R$ 300 mil da emenda do deputado Camilo Cola (PMDB) para o Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim. O valor é referente ao ano de 2009, ou seja, quase cinco anos depois.   

 

O deputado se mostrou satisfeito com a liberação do recurso, mas mais uma vez reclamou do tratamento do Governo Federal. “Temos que comemorar qualquer dinheiro que entre os nossos hospitais, mas é lamentável que esteja sendo pago somente agora, quase cinco anos depois. Contudo, me sinto feliz”, disse Camilo por telefone.  

 

 

Com esse recurso, o Hospital Evangélico de Cachoeiro fará a aquisição de equipamentos médico-hospitalares para a Central de Material Esterilizado( Esterelizador por Plasma de Peróxido Hidrogênio).

 

 

Esterelizador por Plasma de Peróxido Hidrogênio


Este método de esterilização é utilizado como alternativa para artigos sensíveis a altas temperaturas e à umidade. É um sistema de esterilização atóxico, com processo ambiental saudável.
Pode ser aplicado em materiais como alumínio, bronze, látex, PVC, silicone, aço inoxidável, teflon, borracha, fibras ópticas, materiais elétricos e outros. Não é oxidante. Tem ainda como vantagens o fato de realizar a reação química com as unidades celulares muito rapidamente, viabilizando o processo de esterilização em curto espaço de tempo.

Esse equipamento tem beneficio para o meio ambiente, para o trabalhador, para a instituição e o usuário. Não existem resíduos tóxicos após o processo de esterilização o que implica na segurança do ambiente hospitalar, dos trabalhadores e do paciente quando submetido ao material esterilizado. Devido às características do processo de esterilização por plasma de peróxido de hidrogênio não existe a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual, além disso, o processo não requer equipe específica. Vai permite um incremento no número de procedimentos cirúrgicos, uma vez que com esse equipamento o processo de esterilização é muito mais rápido.

 

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Saúde

SP: 445 pessoas vão para o fim da fila por recusar marca de vacina

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A prefeitura de São Paulo registrou 445 recusas da vacina contra o coronavírus até a manhã de hoje (3). Elas assinaram um termo porque não aceitaram a marca de imunizante disponível no momento e, por isso, passaram para o fim da fila da vacinação.

A medida, adotada para coibir a escolha da marca de vacina, entrou em vigor na terça-feira (27) da semana passada, a partir de uma lei aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes. 

Assim, quem recusar a imunização ao ser informado sobre o fabricante da vacina só terá novamente a oportunidade de receber a dose quando todo o cronograma municipal de vacinação for concluído.

São abertas exceções apenas para gestantes e puérperas [que tiveram filhos recentemente] e para aqueles que tiverem comorbidade comprovada por recomendação médica.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que as equipes buscam acolher e orientar as pessoas que tentam recusar a vacina, de modo a mostrar a importância da imunização. Na abordagem, são explicados os riscos de não se vacinar e que a eficácia de todas as marcas de imunizante usadas na campanha é semelhante.

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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