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Em uma semana, Bolsonaro nomeia segundo militar para cargo em seu governo

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Almirante Rocha, novo secretário de Comunicação Social do governo Bolsonaro
Ministério da Defesa/Divulgação

Almirante Rocha, novo secretário de Comunicação Social do governo Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro deve causar mais uma mudança em seu governo. O almirante Rocha, militar, será o mais novo secretário de Comunicação Social , cargo antes ocupado por Fabio Wajngarten. As informações foram apuradas pelo blog da Andréia Sadi, do G1. 

Rocha é considerado um dos conselheiros mais próximos de Bolsonaro, com suas características em comum, também tem um bom relacionamento com outras áreas do governo, como por exemplo, a ala militar. Já Wajngarten apresentava um perfil mais contrário ao dos militares. Tinha uma relação com críticos de militares, com isso perdeu o apoio dos militares que ocupavam cargos no Palácio do Planalto

A preferência pelo almirante Rocha foi feita pelo ministro Fabio Faria, a quem o almirante será inferior. Há um plano para que Wajngarten ocupe um cargo no  Planalto, pois ele é uma pessoa de confiança do presidente Bolsonaro, porém, segundo auxiliares presidenciais, ele está na pasta errada. 

Com isso, Rocha se torna o segundo militar só nesta semana que foi promovido por Jair Bolsonaro, O general Luna e Silva foi escalado para ser o novo comandante da Petrobras. 

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Defesa de Lula pede para STF trancar três ações penais contra ex-presidente

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Ex-presidente Lula
O Antagonista

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Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediram ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determine o trancamento de três ações penais em que o petista é réu. Caso o pedido não seja aceito, a defesa de Lula pede ao menos que as provas obtidas no acordo de leniência da Odebrecht não sejam utilizadas, porque os advogados alegam que não tiveram acesso a todos os dados do acordo.

As ações que a defesa do ex-presidente quer que sejam interrompidas tratam do sítio de Atibaia, do prédio do Instituto Lula e de doações feitas ao mesmo instituto. Nos três casos Lula é acusado pelo Ministério Público de ter recebido vantagens indevidas da Odebrecht. O ex-presidente nega as acusações.

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No mês passado, o ministro Edson Fachin, do STF, determinou o envio destes processos, junto a uma quarta ação, para a Justiça do Distrito Federal. Na mesma decisão, Fachin anulou duas condenações de Lula : uma justamente no caso do sítio de Atibaia, e outra no do triplex do Guarujá.

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O novo pedido, apresentado na segunda-feira ao STF , foi endereçado a Lewandowski porque ele é o relator de uma ação que trata sobre o tema. Os advogados do ex-presidente afirmam que decisões do ministro garantindo acesso a elementos do acordo da Odebrecht não foram cumpridas.

A defesa alega que “não há desfecho legítimo a uma persecução penal sem ampla defesa, e não há ampla defesa sem o pleno exercício da Defesa Técnica, o que inclui, logicamente, acesso a quaisquer provas que se relacionem ao imputado assistido, faz necessário que seja declara a inutilização dos elementos oriundos do acordo de leniência da Odebrecht”.

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