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Em nova onda de sanções, Reino Unido proíbe venda de bens para Rússia

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Premiê britânico, Boris Johnson
Reprodução / CNN Brasil

Premiê britânico, Boris Johnson

O Reino Unido anunciou nesta quinta-feira (23) uma nova roda de sanções contra a Rússia por conta da invasão à Ucrânia. O governo do primeiro-ministro Boris Johnson proibiu a exportação de itens de tecnologia, combustível de aviação e exportação de libras esterlinas ou euros para o governo e empresas russas. 

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Eis a lista de bens proibidos para exportação:

  • bens e tecnologia de repressão interna;
  • bens e tecnologia relacionados com armas químicas e biológicas;
  • mercadorias e tecnologia marítima;
  • bens e tecnologia adicionais de refino de petróleo
  • bens e tecnologia críticos adicionais da indústria.

As medidas valem também para o território ucraniano sob controle da Rússia.

Há ainda proibições sobre a prestação de serviço como assistência técnica, financeiros, fundos de corretagem relacionados à importação de ferro e aço. 

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Servidores protestam em frente à sede do Banco Central, em Brasília

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Servidores protestam em frente à sede do Banco Central, em Brasília
Redação 1Bilhão

Servidores protestam em frente à sede do Banco Central, em Brasília

Por reajuste salarial e reestruturação de carreira, servidores do Banco Central realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira (4) em frente à sede da autarquia, em Brasília. Cerca de 300 pessoas estiveram presentes, de acordo com o Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central).

Atos também aconteceram em Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.

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O dia 4 de julho foi o escolhido por ser a  data limite para que o governo federal pudesse conceder reajuste salarial a servidores públicos em razão do prazo imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que proíbe a elevação de gasto com pessoal nos últimos 180 dias de mandato.

O presidente Jair Bolsonaro (PL), no entanto,  já havia descartado reajuste salarial para o funcionalismo público neste ano.

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No último encontro, os servidores do BC decidiram cruzar os braços até esta segunda. Tudo indica que amanhã (5), durante assembleia deliberativa, a categoria decida pelo fim da greve.

A partir do próximo semestre, deve-se começar uma nova fase de mobilização, segundo o presidente do Sinal, Fábio Faiad, que não quis dar detalhes sobre como ela deve acontecer.

“Já que a gente conseguiu que o presidente do Banco Central [Roberto Campos Neto] enviasse um projeto para o Ministério da Economia com a reestruturação da nossa carreira e com a criação da retribuição por produtividade, ou seja, um incremento financeiro, a gente agora quer que esses dois projetos vão para o Congresso Nacional e que o Orçamento de 2023 contemple verba para isso também”, afirmou.

Os servidores do Banco Central estão em greve de forma ininterrupta desde o dia 3 de maio, após paralisação de duas semanas da greve iniciada em 1º de abril.

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A paralisação atrapalhou a publicação de diversos indicadores econômicos, como o Boletim Focus, que traz as projeções do mercado financeiro para inflação, PIB (Produto Interno Bruto), entre outros.

Fonte: IG ECONOMIA

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