Análise Política

Em Mimoso do Sul, o dinamismo do jovem Peter Costa!

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Não é tarefa difícil encontrar com o jovem gestor pelas ruas da pacata cidade de Mimoso do Sul. Com perfil diferente dos habituais “prefeitos de gabinete”, Peter Costa está sempre presente no dia a dia do cidadão e nas ações desenvolvidas pela gestão mimosense.

Em apenas seis meses de mandato, Peter já “deu outra cara” para o município. Hoje é praticamente impossível apontar um ponto fraco da gestão, que tem promovido uma verdadeira transformação da maneira mais austera possível.

Secretários, seguindo o mesmo modelo de trabalho do prefeito, colocam a mão na massa (literalmente), utilizam mão de obra própria, fomentam parcerias com associações, e isto tem sido fator importante no momento agradável que a cidade vive.

A verdade é que uma cidade bonita e bem cuidada contribui para um ambiente de negócios favorável. Aumenta a autoestima do cidadão e impulsiona o comércio.

Peter encontrou um desafio gigante na saúde, que é a gestão da pandemia. É desafiador sanar qualquer demanda reprimida quando as cirurgias eletivas estão reduzidas ou até suspensas. O foco central de qualquer secretaria de saúde do país é controlar a doença que vem abalando não só a saúde, mas a economia. Em paralelo é preciso cuidar das outras doenças, atuar na prevenção e no atendimento emergencial. A tarefa não é simples, mas tem sido administrada com profissionalismo e seriedade.

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Cerca de 50% da população da cidade já foi vacinada com a primeira dose, 5.440 pessoas já estão completamente imunizadas.

Em um momento onde novos caminhos políticos surgem, vale a pena observar o trabalho de Peter. Não se admire de encontrá-lo em cadeiras ainda mais importantes no Estado em poucos anos.

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Análise Política

Viagem ao centro da lealdade

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Foto: imagem ilustrativa

Quando foi para China ainda no primeiro mandato, o prefeito Victor Coelho (PSB) entregou o poder ao então vice-prefeito Jonas Nogueira (PL) por uma semana. Era uma espécie de teste, sobretudo de lealdade política. Deu no que se imaginava: rompimento.

Desta vez, pelo mesmo período, Victor foi à Espanha e deixou Cachoeiro nas mãos de Ruy Guedes Júnior (Podemos), vice-prefeito atual. Deu no que se esperava: fortalecimento da relação.

A diferença entre os dois vices está simplesmente no fato de que Jonas tinha ambição pelo poder, o que no mundo político é algo absolutamente normal. Porém, quando se trata de um vice, esse desejo maior de alcançar outro patamar precisa estar alinhadinho com o prefeito, que de fato é quem detém o maior prestígio junto ao eleitorado. Quando isso não está costurado conjuntamente, a relação azeda.

E há quem diga que lá atrás Jonas em apenas uma semana fez muitos movimentos políticos que não estavam combinados. Victor não estava aqui, mas os seus olhos e ouvidos, que permaneceram, teriam lhe avisado dos atos.

O que me parece agora é outro cenário. Guedes passou nesse segundo teste porque, a rigor, se comportou na medida daquilo que se espera de alguém que detém o poder por um tempo minúsculo: seguir a cartilha posta.

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Disse segundo teste, porque o primeiro já teve. O vice-prefeito vem trabalhando junto a gestão, ou seja, há muito deixou de ter papel meramente figurativo para ganhar eleição.

Ruy Guedes trabalhou duro coordenando as ações contra a Covid-19 em Cachoeiro, no chamado Sistema de Comando Operacional (SCO). Foi teste de fogo onde coordenou, entre outros, medidas impopulares junto ao comércio local, como, por exemplo, fechamento de bares. Ficou sobretudo para ele a lição de que no mundo político não é dado ao líder o direito de ser apenas bonzinho, ou fazer média quando se exige a dureza dos atos.

O teste continua. Dia desses Guedes foi catapultado à condição de secretário de Governo. Cargo de prestígio político, mas também de grande responsabilidade. Em Cachoeiro esse cargo de primeiro escalão tem a capacidade de reprovar ou aprovar aqueles que buscam um lugar ao sol na política.

Como recordar é viver, basta lembrar que alçado a secretário de Governo pelo prefeito Roberto Valadão (MDB), Glauber Valadão foi reprovado na missão e passou de grande expoente da gestão ao ostracismo político, assim como o pai. O contrário disso foi Rodrigo Coelho, que teve a mesma chance com o prefeito Carlos Casteglione (PT) e fez do cargo trampolim bem sucedido para chegar a deputado estadual, secretário de Estado e hoje conselheiro do Tribunal de Contas.

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À Guedes parece ser dada a mesma chance. Não se sabe os planos de Victor Coelho, mas imagina-se que um vice-prefeito que sai do figurativo para exercer funções administrativas e políticas relevantes, passa a ser também um nome que não deve ser descartado de um futuro na vida pública.

Viajando para longe é quando Victor Coelho se aproxima mais do cenário político cachoeirense, com sinais importantes nos bastidores e que costuma determinar o futuro de seus aliados. Para o bem ou para o mal.

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Quando vi Ruy Guedes Júnior na cadeira de prefeito não pude me conter e relembrei do seu pai, de quem fui amigo de redação, de copo e de música. Ruy Guedes, pela história que deixou em Cachoeiro, mereceu ver o filho sentado ali.

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 “Sua voz, morta, ainda canta / Ainda espanta o mau agouro / Nessa terra, onde o silêncio literalmente, é de ouro / Eu nasci lá, numa terra, onde o céu é o próprio chão” – Carisma (Belchior)

 

 

 

 

 

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