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Em contrato, noivos se comprometem a comer apenas uma pizza ao mês

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Mintu Rai, 25, e Shanti Prasad, 24, seguram contrato; entre as cláusulas, o casa se compromete a comer pizza uma vez ao mês
Wedlock Photography Assam/Reprodução

Mintu Rai, 25, e Shanti Prasad, 24, seguram contrato; entre as cláusulas, o casa se compromete a comer pizza uma vez ao mês

Um pedido bem inusitado apareceu nos votos de casamento de um casal indiano. Ambos assinaram um contrato em que se comprometem a comer pizza apenas uma vez ao mês. Na cerimônia, eles também oficializaram o compromisso de ir à academia todos os dias, tirar fotos boas para retratos e fazer compras a cada 15 dias. O noivo se comprometeu a fazer café da manhã aos domingos e a ficar em comemorações até tarde da noite apenas com a esposa.

O contrato foi assinado pelo casal na cerimônia de casamento, no último mês. O momento foi gravado por familiares e postado nas redes sociais, onde soma mais de 45 milhões de visualizações. A cerimônia aconteceu em Gauhati, no estado de Assão.

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Todas as cláusulas do contrato foram pensadas com antecedência pelo casal. No entanto, a “restrição” à pizza é mais voltada para a noiva, Shanti Prasad, 24. Ela é descrita como uma “fanática por pizza”. Segundo a BBC, ela se casou com Mintu Rai, 25, que era um colega de faculdade. Os dois estão juntos há cinco anos.

Na época dos estudos, eles chegaram a matar aula só para comer pizza: “Pulamos nossa última classe do dia e fomos a uma pizzaria próxima. Sabia que tinha que levá-la para comer porque ela não parava de falar sobre isso”, lembra Mintu.

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“Pizza é uma das minhas comidas preferidas. Em encontros, eu sempre sugeri que saíssemos para comer pizza”, afirma Shanti. Ela conta ainda que, desde o casamento, o casal já pediu pizza duas vezes.

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A restrição foi necessária para que Mintu pudesse variar o cardápio. Apesar de também gostar de pizza, ele diz que não consegue comer só isso todos os dias. A fascinação da indiana por pizza chegou a se tornar uma piada e até irritar o marido. “O amor dela por pizza só perde para o amor por Mintu. Eu acho que ela pensa em pizza no tempo livre e até sonha com isso”, diz um amigo do casal.

Fonte: IG Mulher

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Novo estudo identifica três tipos de orgasmo feminino

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Os orgasmos receberam o nome de
Ana Melo

Os orgasmos receberam o nome de “onda”, “avalanche” e “vulcão”

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Charles em Praga, na República Tcheca, e do Centro de Saúde Genital e Educação, identificou três tipos de orgasmo feminino: “onda”, “avalanche” e “vulcão”. A descoberta foi publicada na revista científica Journal of Sexual Medicine.

Os nomes se referem à maneira como os movimentos do assoalho pélvico ocorreram durante a preparação para o orgasmo e a liberação da tensão no orgasmo.

Os cientistas caracterizaram como “onda” quando o assoalho pélvico apresenta ondulações ou contrações sucessivas de tensão e liberação no orgasmo. Já a “avalanche” ocorre quando há uma tensão mais elevada do assoalho pélvico com contrações que diminuem a tensão durante o orgasmo. Já o “vulcão” é caracterizado pelo assoalho pélvico permanecendo em uma tensão mais baixa antes de aumentar drasticamente no clímax.

Para o estudo, 54 mulheres usaram um vibrador conectado por Bluetooth, chamado Lioness, detecta a força das contrações do assoalho pélvico em dois sensores laterais, para que esses padrões possam ser analisados.

As mulheres, que realizavam as tarefas em casa, foram instruídas a se masturbarem até chegarem ao orgasmo e desligar o aparelho dois minutos após alcançarem o clímax. As voluntárias repetiram as ações por vários dias. Elas também foram solicitadas a realizar um teste de controle, no qual inseriam o vibrador, mas não se estimularam.

Os resultados apontaram que quase 50% das mulheres (26) tiveram orgasmos de “onda”, enquanto 17 tiveram “avalanches” e 11 tiveram “vulcões”.

Uma descoberta importante foi que cada mulher experimentou consistentemente apenas um dos três tipos. Alguém que tem um padrão de orgasmo provavelmente não será capaz de experimentar nenhum dos outros, embora não tenha sido estabelecido se isso é ou não possível ter outros movimentos do assoalho pélvico ou se isso é apenas menos comum.

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“Estamos fazendo um estudo de longo prazo de mulheres usando o Lioness para ver como esses diferentes padrões de orgamos são experimentados, quais são os níveis de prazer e de onde vem a estimulação que os induz”, disse James Pfaus, professor de neurociência da Universidade Charles e principal autor do estudo, em comunicado.

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Fonte: IG Mulher

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