Agronegócio

Em 10 anos, ensino médio completo em jovens ligados ao campo em MS cresceu 98%

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“Transformação tecnológica no campo incentiva jovens a buscarem conhecimento”, acredita Lucas Galvan

Com a evolução tecnológica do setor produtivo, a demanda por profissionais capacitados aumentou e os jovens estão ‘antenados’ a esta tendência. Dados do Rais (Relação Anual de Informações Sociais) mostram que, de 2009 a 2019, o ensino médio completo entre jovens do meio rural aumentou 98% em Mato Grosso do Sul. Esse é o tema do #MercadoAgropecuário desta segunda-feira (3).

De acordo com o levantamento, também houve aumento de 37% no número de jovens com ensino superior completo. Os dados indicam que, motivados pelo momento importante da agropecuária no mundo, os jovens do campo que anteriormente migravam para os centros urbanos, estão fazendo o caminho inverso: investindo em conhecimento para atuarem em empreendimentos rurais.

 “O avanço na escolaridade desse público foi estimulado pelas transformações no campo. O perfil da agropecuária moderna, com uso de tecnologias na produção e aprimoramento na gestão econômico-financeira das propriedades, exige profissionais cada vez mais qualificados com capacidade para se adaptar ao novo contexto”, acredita Lucas Galvan, superintendente do Senar/MS.

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Para ele, a capacitação é essencial para que a transição de gerações à frente dos negócios rurais aconteça tranquilamente, com êxito, abrindo janelas para novas ideias, tecnologias e conceitos. “O Senar/MS está atento a esse momento, oferecendo capacitações gratuitas, de qualidade e adaptadas à realidade atual”, define Galvan.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu

Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

ATeG Café: crescimento para cafeicultor de Ervália (MG)

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Ramon Franco da Cruz, de Ervália, começou a sua lavoura há três anos com 5 mil pés de café. Após dois anos no Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Café, do Sistema FAEMG/SENAR/INAES, tem 12.500 pés. O acompanhamento proporcionou crescimento com qualidade e aumento da produtividade.

Na última safra, foram colhidas 33 sacas por hectare e, neste ano, a previsão é chegar a cerca de 38 sacas por hectare. Ramon também investiu na melhoria da pós-colheita construindo um terreiro de cimento e um galpão para armazenamento, conseguindo, assim, aumentar os lucros.

ATeG Café: crescimento para cafeicultor de Ervália (MG) - SENAR MINAS
Primeiros cinco mil pés de café

O técnico de campo Pedro Silva Filho destaca que os avanços conquistados são consequência da dedicação, comprometimento e da busca por conhecimento do cafeicultor. “Hoje, ele sabe a importância do planejamento para a cafeicultura, escolhe variedades produtivas e, ao mesmo tempo, resistentes a doenças e se preocupa em ter variedades com períodos diferentes de maturação do café para otimizar a colheita feita com mão de obra familiar”, explicou.

Ramon também tem feito pequenos lotes de cafés especiais. Para isso, construiu terreiro suspenso cobert e experimentou a fermentação natural. Os cafés alcançaram 84 e 86 pontos, respectivamente, garantindo um lucro 40% maior em relação ao café tradicional no último ano. 

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Educação

Além do ATeG, Ramon participa de cursos do Sistema FAEMG/SENAR/INAES, e o conhecimento transformou a propriedade e a vida do jovem, que, hoje. enxerga o potencial econômico do campo. Incentivado pelo técnico, o produtor se formou como técnico em cafeicultura pelo Instituto Federal do Sul de Minas em 2020. “Agora tenho a teoria aliada à prática e toda a assistência que o Sistema proporciona para seguir na atividade”, comentou.

Assista o depoimento do cafeicultor sobre as mudanças conquistadas com o ATeG:

Fonte: CNA Brasil

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