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Eduardo Paes vence e é eleito prefeito do Rio de Janeiro

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Eduardo Paes, Rio de Janeiro
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Eduardo Paes volta à prefeitura do Rio de Janeiro após 4 anos

Eduardo Paes foi eleito, neste domingo, prefeito do Rio de Janeiro . Ele derrotou o atual mandatário, Marcelo Crivella, do Republicanos, e reassume o cargo que ocupou entre 2009 e 2016.

Paes votou por volta das 10h, acompanhado da esposa e dos dois filhos, mostrando otimismo – motivado pelas pesquisas que desde o início do segundo turno o apontavam como vencedor.

O vice prefeito de Eduardo Paes é Nilton Caldeira. Carioca da Tijuca, tem 63 anos, é administrador de empresas e pertence ao Partido Liberal. Nilton tem longo currículo de serviços prestados ao Rio: foi Secretário de Desenvolvimento Social e membro efetivo do Conselho Municipal de Política Urbana. 

Sobre Eduardo Paes

Eduardo Paes  tem 50 anos. Casado com Cristine, tem dois filhos – Bernardo e da Isabela. É formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

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Carioca, vascaíno e portelense, começou a trabalhar pelo Rio ainda novo. De acordo com informações do site oficial do político, aos 23 anos, assumiu a Subprefeitura de Jacarepaguá e da Barra. Dois anos depois, foi eleito o vereador mais bem votado do Brasil. Em 1998, se tornou o deputado federal mais bem votado da cidade.

Entre 2009 e 2016, foi Prefeito do Rio de Janeiro e, durante sua gestão transformou a vida de milhões de cariocas, criando as Clínicas da Família, o BRT, as novas UPAs, a Escola do Amanhã – ensino em tempo integral -, o Parque Madureira, o Bilhete Único, as EDIs, a Central 1746, e muitos outros projetos.

Em 2018 foi candidato a governador, mas acabou derrotado no segundo turno pelo ex-Juiz Federal, Wilson Witzel, apoiado pelo então candidato a presidente Jair Bolsonaro.

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Política Nacional

46% dos brasileiros acham que Doria combate a pandemia melhor que Bolsonaro

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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro
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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro

46% dos brasileiros consideram que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), faz mais contra a pandemia de Covid-19 do que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os dados são do Datafolha, que realizou pesquisa nacional entre os dias 20 e 21 de janeiro.

Do outro lado, 28% dos entrevistados acham que Bolsonaro combateu melhor a pandemia do que Doria; 13% não souberam responder; 11% disseram que nenhum deles se empenhou o suficiente; e 2% acreditam que ambos combateram a crise .

Os dados são homogêneos em todas as regiões do Brasil, mas mudam quando o assunto é o cuidado em relação à pandemia . Tanto os que têm medo do vírus quanto os tomam mais cuidados preferem Doria a Bolsonaro.

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Entre os brasileiros que se dizem com “muito medo” do novo coronavírus (Sars-Cov-2), 57% acreditam que Doria fez um trabalho melhor, contra 19% que preferem Bolsonaro. Já entre quem diz não temer a pandemia, 46% acham que o presidente faz um trabalho melhor, contra 24% que apoiam o trabalho do governador .

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Seguindo a mesma lógica, quem segue uma vida normal durante a pandemia acredita que Bolsonaro age melhor que Doria: 46% contra 28%. Já dentre os isolados, 57% acham que Doria lida melhor com a crise de saúde, contra 22% que seguem apoiando Bolsonaro.

Presidente mal valiado

Em relação à última pesquisa, feita no início de dezembro, cresceu de 42% para 48% o número de brasileiros que acham o desempenho de Bolsonaro ruim ou péssimo no que diz respeito ao combate à pandemia . 26% aprovam o trabalho do presidente em relação ao tema (em dezembro, eram 30%).

Apesar da má avaliação , o presidente não é considerado culpado pelas quase 220 mil mortes de Covid-19 no país por 47% dos brasileiros – em dezembro, eram 52%. 39% acreditam que Bolsonaro é um dos culpados, mas não o principal; 11% apontam ele como o único responsável.

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