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Eduardo Bolsonaro posta foto com arma de fogo no gabinete presidencial

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filhos do presidente com ele no meio, enquanto Eduardo carrega pistola na cintura
Reprodução/Twitter

O deputado publicou uma foto nas redes sociais no gabinete presidencial em que carrega uma arma de fogo na cintura

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) publicou em suas redes sociais uma foto no gabinete presidencial em que carrega uma arma de fogo na cintura. A informação foi divulgada pela Folha de S. Paulo .

Segundo os assessores palacianos, o retrato foi feito nesta quinta-feira (03), durante um encontro dos quatro filhos mais velhos de Jair Bolsonaro (sem partido) no Palácio do Planalto.

Na imagem, é possível ver a pistola na cintura do parlamentar, que era escrivão da Polícia Federal e é defensor da flexibilização da posse e porte de armas de fogo ​ no país

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Segundo a Folha, no Palácio do Planalto , geralmente, o artefato costuma ser carregado apenas por seguranças da Presidência da República na sede administrativa. A Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) foi procurada pelo jornal, mas ainda não respondeu se é permitido a um visitante portar arma de fogo no local.

Outras situações

Não é a primeira vez que o filho do presidente compartilha uma fotografia em que aparece armado. Em 2019, em uma visita ao pai, que se recuperava de cirurgia em um hospital na capital paulista, ele também carregava uma pistola.

No mesmo ano, Eduardo também posou com uma arma de fogo ao lado do apresentador Silvio Santos, dono do SBT, após a gravação de um programa nos estúdios da emissora.

Além disso, em 2014, o deputado causou polêmica ao ter levado o artefato para um protesto contra a então presidente Dilma Rousseff . Na época, ele afirmou ter carregado a pistola como forma de proteção, já que poderia haver infiltrados na multidão.

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Mourão sinaliza reforma ministerial com troca no Itamaraty

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Mourão sinaliza para uma reforma ministral
O Antagonista

Mourão sinaliza para uma reforma ministral

 O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta quarta-feira (27), que o governo poderá realizar uma reforma ministerial após a eleição dos comandos da Câmara dos Deputados e do Senado, citando como uma possível troca o Ministério das Relações Exteriores. No entanto, Mourão ressalvou que não tem participado das discussões sobre o assunto. O novo desenho do primeiro escalão vem sendo debatido nos bastidores.

“Não tenho bola de cristal, nem esse assunto foi discutido comigo. Mas em um futuro próximo, depois da eleição dos novos presidentes das duas Casas do Congresso poderá ocorrer uma reorganização do governo para que seja acomodada uma nova composição política que emergir desse processo. Talvez com isso aí alguns ministros sejam trocados, entre eles, o próprio Ministério das Relações Exteriores”, disse Mourão em entrevista à Radio Bandeirantes. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, vem sendo criticado por episódios em negociações diplomáticas, como no caso da liberação de insumos para a produção da vacina contra Covid-19 . Há também pressão do Centrão, grupo cada vez mais próximo do presidente Jair Bolsonaro , para mudança no primeiro escalão do governo.

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Mourão também saiu em defesa dos gastos de R$ 1,8 bilhão do governo federal com alimentação no ano passado. Para ele, há desinformação já que o valor engloba inúmeros setores do governo. O assunto virou piada e causou revolta nas redes sociais. O que mais mobilizou os internautas foi o leite condensado , utilizado em uma das receitas favoritas de Bolsonaro: o pão com leite condensado.

“Está embutida alimentação com as Forças Armadas, órgãos policiais federal, sistema prisional federal e hospitais federais. É um gasto de alimentação geral, de todo o governo. Ah bom, tem R$ 15 milhões com leite condensado. Lógico, tem toda uma gama de entidades que fizeram essa compra. Não significa que o governo centralizadamente fez isso”, afirmou Mourão.

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