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Editora da Playboy revela “truque” para esconder o clitóris das modelos

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Kika Paulon, ex-editora da Playboy
Reprodução Instagram / Divulgação

Kika Paulon, ex-editora da Playboy

Kika Paulon, ex-editora visual da Playboy , revelou em live realizada no Instagram alguns truques usados nos ensaios da revista masculina . Um deles chamou atenção do público por seu caráter inusitado. 

Segundo a ex-editora, que ficou no cargo por sete anos, era comum entre mulheres musculosas que tomavam hormônio masculino passar cola de cílio no clitóris para escondê-lo e não mostrá-lo nas fotos.

“Eu nunca tinha ouvido falar disso até chegar na Playboy . Na revista Trip [onde trabalhou anteriormente] não tinha nudez explícita, então eu não via esse tipo de coisa. Na Playboy, elas tiravam a calcinha e saía um pedaço de carne, um mini pênis”, lembrou Kika Paulon.

À época, algumas mulheres usavam hormônio masculino par conquistar um corpo mais musculoso. “Não era bonito de se ver na Playboy… no Photoshop, não dava para tirar, então armamos esse truque [da cola de cílios]”, comentou.

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“Nós usávamos cola para cílios, atóxica, transparente, que sai na água. Pedíamos para a modelo colocar as coisinhas para dentro e então colávamos as ‘bochechinhas’ [da vagina] e segurávamos por 30 segundos, com luva de látex tudo certinho. […] Algumas eu apertava por um minuto”, acrescentou ela, que reforçou. “E [a cola] segurava, só não podia entrar na água”.

Além da cola, outro truque revela Kika Paulon foi o “dos mamilos rígidos”. Segundo ela, a equipe utilizava uma latinha de bebida bem gelada para isso.

“A gente pegava a latinha muito gelada e colocava no seio da menina para ficar contraído, arrepiado. [Colocava] gelo, o que tivesse gelado na hora e ia”, concluiu. Assista ao papo na íntegra.


Fonte: IG GENTE

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Morre Aloy Jupiara, editor do jornal O Dia, vítima da Covid-19

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Morre Aloy Jupiara, editor-chefe do jornal O Dia
Reprodução Flickr / Editora Brasil

Morre Aloy Jupiara, editor-chefe do jornal O Dia

Aloy Jupiara, editor-chefe do jornal O Dia, morreu nesta segunda-feira (12). Aos 56 anos, o jornalista foi vítima de complicações da Covid-19. Ele estava internado desde o dia 29 de março na unidade de terapia intensiva do Hospital São Francisco, na Tijuca, Zona Norte do Rio.

Além do cargo no jornal, Aloy Jupiara era conhecido por ser autor dos livros “Os Porões da Contravenção” e “Deus Tenha Misericórdia Dessa Nação”, ambos em parceria com o jornalista Chico Otavio.

Carreira de sucesso

Formado na Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ, de 1987 a 2000 exerceu o cargo de repórter e subeditor das editorias “Rio” e “Política” do jornal O Globo. De 2001 e 2004, foi editor do site do jornal. 

No jornal O Globo, Aloy participou do júri do prêmio Estandarte de Ouro e era membro do Conselho Deliberativo do Museu do Samba. Ele participou também da elaboração do dossiê “Matrizes do samba no Rio de Janeiro”, para registro do samba como patrimônio cultural do Brasil.

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Desde 2020 era editor-chefe do jornal O DIA. Recentemente, ele concedeu uma entrevista a um documentário sobre Castor de Andrade. Entre as paixões do profissional, destaca-se o amor pela escola de samba Império Serrano.

Fonte: IG GENTE

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