Histórias e Letras

Dr. José Irineu lança seu segundo livro

Publicados

em

O livro é o resultado de quase 20 anos de esclarecimentos aos trabalhadores e aos empresários sobre os seus direitos e obrigações

Por | 08.05.2014

 

O Advogado Trabalhista, Dr. José Irineu, 58 anos, lançará na próxima sexta-feira, 09 de maio, às 19:30h, em coquetel no Cachoeiro Plaza hotel, o seu novo livro: “Questões Trabalhistas”.

O livro é o resultado de quase 20 anos de esclarecimentos aos trabalhadores e aos empresários sobre os seus direitos e obrigações que, através de perguntas e respostas, o Dr. José Irineu leva ao ar, ao lado radialista Parraro Scherrer, todos os sábados, das 10:15h às 11:30h, na Rádio Diocesana AM 960, de Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo, no Programa Questões Trabalhistas.

 

O livro anterior do Dr. José Irineu se chama “O Grito das Pedras – A Romaria dos Mártires do Mármore”, que é um detalhado relato histórico sobre a criação do Sindimármore (Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Mármore, Granito e Calcário), e mostra o dia-a-dia dos trabalhadores, o descaso das autoridades com as injustiças ocorridas nas pedreiras e os acidentes de trabalho.

Leia Também:  Aluno de Cachoeiro publica primeiro romance com incentivo da Lei Rubem Braga

 

Desde o seu lançamento, o livro deu origem a várias teses e palestras, além de já ter sido objeto de pesquisa acadêmica e servir de material de apoio para várias instituições que lutam pelos direitos dos trabalhadores.

 

 

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Histórias e Letras

Família de Luiz Carlos Prestes doa acervo ao Arquivo Nacional

Publicados

em

Por

Entre os documentos estão cartas a líderes mundiais, relato de dramas pessoais e nomes de torturadores do regime militar

Por | 04.01.2012

Rio de Janeiro – A doação ao Arquivo Nacional do acervo pessoal de Luiz Carlos Prestes feita ontem (3) pode incentivar a entrega de outros documentos que ajudem a Comissão da Verdade a rever o período da ditadura militar (1964-1985). A avaliação é do diretor do arquivo, Jaime Antunes, que lançará neste ano uma campanha para receber esses documentos.

 

“Vamos fazer um chamamento, como fizemos em 2009, para que arquivos de civis e militares sejam incorporados como fonte de informação do período em que o Estado mostrou sua força ante movimentos de contestação”, disse o diretor. Segundo ele, é comum que pessoas que ocupam cargos públicos misturem com seus artigos pessoais documentos de governo.

 

Antunes disse que a iniciativa da família de Prestes, que doou sete pastas de material, dentre as quais uma lista com 233 nomes de torturadores – elaborada por presos políticos de São Paulo e datada de 1976 – abre caminho para reconstruir o período de exceção democrática, tarefa da Comissão da Verdade, criada pelo Congresso Nacional.

 

Leia Também:  Danuza às margens do Itapemirim

Durante a cerimônia de doação dos documentos, produzidos ou acumuladas entre as décadas de 1970 e 1990 por Prestes, a viúva do político comunista, Maria Prestes, disse que espera ajudar na consolidação da Justiça, contra os torturadores. “Por que a gente tem que só apanhar? Se tem Justiça no Brasil, a Justiça deve apurar e deve punir”.

 

Maria Prestes disse que a lista com os 233 nomes de torturadores foi entregue a seu marido por “homens de confiança” do Partido Comunista. “Nessa época, todo material de valor era levado para que Prestes tomasse conhecimento. Ele guardou e eu estou doando”, contou a viúva.

 

A relação chegou a ser publicada por um jornal, que sofreu na época dois atentados e coincide com levantamento feito pelo Grupo Tortura Nunca Mais, organização não governamental que busca esclarecimento pelas mortes e desaparecimentos de militantes políticos no período.

 

Também constam do acervo de Prestes, cartas enviadas a líderes políticos como Fidel Castro, relatos da repressão no Brasil e documentos em favor da redemocratização, além de correspondências trocadas com os noves filhos da união com Maria Prestes. “Há um vasto material de uma atividade internacional e pessoal”, disse um dos herdeiros, Luiz Carlos Prestes Filho.

 

Leia Também:  Aluno de Cachoeiro publica primeiro romance com incentivo da Lei Rubem Braga

Membro do Partido Comunista Brasileiro, obrigado a viver na clandestinidade em diversos períodos de sua vida, Prestes denunciou internacionalmente atrocidades do regime militar, principalmente de Moscou, onde viveu exilado por oito anos, desde 1971.

 

Antes disso, durante o Estado Novo, também brigou contra a ditadura de Getúlio Vargas. Neste período, sua primeira mulher, a alemã Olga Benário, que pertencia a Internacional Comunista, foi deportada grávida para a Alemanha de Adolf Hitler. Lá, foi morta em uma câmara de gás. A filha do casal, Anita Leocádia Benário Prestes foi criada pela avó paterna.
 

 

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA