Economia

DPVAT passa a ser administrado pela Caixa Econômica Federal, diz Susep

Publicados

em


source

Brasil Econômico

Imagem aérea de trânsito em São Paulo
Arquivo/Agência Brasil

Pagamento do DPVAT não será obrigatório em 2021

A Caixa Ecônomica Federal passou a ser a nova administradora do DPVAT , o seguro brasileiro obrigatório para indenização de vítimas de acidente de trânsito. O anúncio foi feito neste sábado (16) pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

De acordo com a Susep, a Caixa passará a receber os avisos de sinistros que tenham ocorrido a partir do dia 1º de janeiro de 2021. Acidentes que ocorreram até 31 de dezembro do ano passado, independentemente da data de aviso, permanecem sob responsabilidade da Seguradora Líder.

O acordo entre a Susep e a Caixa foi firmado nesta sexta-feira (15), conforme determinação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

Você viu?

A medida atendeu a uma decisão cautelar do Tribunal de Contas da União (TCU), que determinou que a Susep deveria manter a operação do seguro após a extinção do consórcio de seguradoras que administrava o DPVAT.

Ainda segundo a Susep, a Caixa “iniciará imediatamente os atendimentos e disponibilizará aplicativo que viabilizará atendimento ágil e seguro para os pedidos de indenização relacionados ao DPVAT”.

Leia Também:  Leite condensado: PGR diz que não achou irregularidade em gastos com comida

DPVAT não obrigatório em 2021

O conselho já havia decidido que proprietários de veículos não precisam pagar o DPVAT este ano . Segundo a Susep, há recursos em caixa suficientes para a operação, já que os valores pagos em anos anteriores não foram utilizados.

Uma eventual decisão sobre 2022, no entanto, ainda terá de ser tomada pelo conselho. Em 2020, o DPVAT passou por redução de 68% para carros, passando para R$ 5,23, e de 86% para motos, chegando a R$ 12,30.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Não perca para a inflação: veja investimentos seguros e melhores que a poupança

Publicados

em


source
Saiba onde investir com segurança e rendimentos melhores que a poupança
Divulgação/HC Investimentos

Saiba onde investir com segurança e rendimentos melhores que a poupança

Tradicional investimento de muitos brasileiros, a poupança , apesar da segurança, não é mais um boa aposta. Em 2020, ela perdeu para a inflação. Ou seja, no fim das contas, investir apenas na poupança passou a significar perda de dinheiro. Pensando nisso, o iG listou investimentos seguros, sem riscos, e que vão garantir proteção melhor do que a poupança ao seu dinheiro.

Desde pequenas até maiores quantias, ninguém gosta de perder dinheiro. Então, saber onde investir e como fazer isso – garantindo estabilidade e flexibilidade para quando precisar da grana – é essencial.

Por que deixar dinheiro na poupança não vale mais a pena?

Para quem é um investidor mais conservador ou ainda não investe seu dinheiro, o medo de perder cria alguns vícios, como a crença de que só a poupança garante segurança. Não é bem assim.

A poupança tem tido rendimentos baixos recentemente porque depende da taxa básica de juros da economia, a Selic , e o comportamento da Taxa Referencial ( TR ). Com os juros básicos a 2% ao ano, a mínima histórica, e inflação alta , quem se prendeu à poupança perdeu dinheiro em 2020. Sem risco? Sim, mas sem nenhum rendimento.

Leia Também:  Vitória de Biden: Câmara dos EUA aprova pacote de R$ 1,9 tri contra a Covid-19

Onde investir sem correr risco e com maior retorno?

Tesouro Direto :

Sem grande rentabilidade e também atrelado à taxa Selic, paga 100% da TR, e não 70%, como a poupança. É ideal para a reserva de segurança, já que, investindo no Tesouro Direto, você pode sacar o dinheiro a qualquer momento, contando com garantia do governo. São considerados os investimentos mais seguros do Brasil.

Fundo Garantidor de Crédito (FGC) :

Você viu?

Qualquer investimento coberto pelo FGC está protegido em até R$ 250 mil em títulos de um único banco ou instituição financeira, limitado a R$ 1 milhão por CPF. Garante margem de segurança muito alta, e inclui na lista de possíveis investimentos, por exemplo, a própria poupança. Além dela, outros investimentos garantidos pelo FGC são:

  • CDB;
  • Letra de Câmbio (LC);
  • RDB;
  • LCI/LCA; e
  • Letra Hipotecária (LH).

Qualquer um desses títulos de renda fixa  garantem absoluta proteção, ou seja, não há risco de perder dinheiro, o que também não significa abrir mão de buscar uma rentabilidade maior que a da poupança.

Dentre os títulos listados na cobertura do FGC, os dois mais conhecidos são CDB e LCI/LCA. O que são eles?

CDB :

No CDB, você “empresta” o dinheiro ao seu banco, credor de credibilidade e que garante devolução com juros. Tem proteção especial do FGC, então não há risco para valores inferiores a R$ 250 mil. É possível fazer investimentos pequenos, como de R$ 500, muitas vezes direto do aplicativo de seu banco. É possível resgatar seu dinheiro no mesmo dia, então pode ser usado como reserva de emergência .

LCI e LCA :

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são opções seguras e que apresentam bons rendimentos. Investimentos emitidos pelos bancos para captação de recursos, eles garantem taxa de rentabilidade anual, estabelecida na hora da compra. Contemplam dois setores que seguem crescendo e são isentas do Imposto de Renda (IR), tal qual a poupança. São protegidos pelo FGC.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA