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Dono de canal no YouTube que transmitiu atos antidemocráticos é identificado

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Foto: George Marques/Twitter

Manifestação a favor de Bolsonaro, tinha cartazes que pediam intervenção militar

O dono de um canal bolsonarista que transmitiu os atos antidemocráticos foi identificado pelo inquérito que investiga quem são seus realizadores e financiadores. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo .

De acordo com as apurações, se trata do canal Foco no Brasil, que antes recebia o nome de Folha de Brasil. Ele é administrado José Luiz Bonito, conhecido como Roberto Boni e também por ser sósia de Roberto Carlos, e pela empresa Folha do Brasil Negócios Digitais, que é controlada por Anderson Azevedo Rossi. A apresentação dos vídeos é feita pelo palestrante motivacional Cleiton Basso.

Quando o canal ainda tinha seu nome antigo, dias antes da operação do inquérito ter sido deflagrada, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recomendou o canal durante uma transmissão ao vivo. “Não é porque fala bem, não. É porque fala a verdade”, argumentou.

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Nas manifestações, os participantes diziam palavras de ordem e pediam o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso, bem como a intervenção das Forças Armadas e a instauração de um novo AI-5, ato que tornou a ditadura ainda mais repressora no Brasil, fechando inclusive veículos da imprensa.

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Sara Winter ostenta tornozeleira eletrônica e se diz “presa política”

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sara winter tornozeleira eletrônica
Reprodução/Twitter

Em prisão domiciliar, Sara Winter ostenta tornozeleira eletrônica e se diz “presa política”

Presa suspeita de participar de ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito que apura atos antidemocráticos , a extremista bolsonarista Sara Winter, que está em  prisão domiciliar desde quinta-feira (25), ostentou sua tornozeleira eletrônica e se disse “presa política” em postagem no Twitter.

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Sara Winter diz ainda que “não está em liberdade” e que lamenta as condições da prisão domiciliar, que a impede de sair de casa, consumir bebidas alcoólicas e limita sua comunicação dentro do bolsonarismo radical.

“Não. Não estou livre. Estou em prisão domiciliar . Impedida de sair de casa, de consumir bebidas alcoólicas, de me comunicar com parlamentares, jornalistas, youtubers e outras figuras de direita”, escreveu a extremista. “Estou impedida de me comunicar com meus amigos e companheiros dos 300 do Brasil”, completou.

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Principal liderança do grupo extremista que apoia o presidente Jair Bolsonaro300 do Brasil “, que reuniu menos pessoas do que o nome indica em seus atos públicos, Sara Fernanda Giromini, conhecida como Sara Winter,  foi presa na manhã de 15 de junho durante operação da Polícia Federal.

Além dela, Emerson Rui Barros dos Santos, Érica Vianna de Souza, Renan de Morais Souza e Arthur Castro, e Daniel Miguel, outros extremistas bolsonaristas, também foram presos após decisão de Alexandre de Moraes , ministro do STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Desde a última semana, todos estão em prisão domiciliar.

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