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Dólar tem queda, fecha em R$ 5,34 e Bolsa sobe 2%

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Instabilidade: depois de duas altas seguidas, dólar teve queda

Nesta quarta-feira (8), o dólar comercial fechou em queda de 0,71%, em R$ 5,347, interrompendo uma sequência de  duas altas seguidas. O Ibovespa fechou em alta de 2,05%, a 99.769,88 pontos.

A sessão de hoje foi  instável, repetindo o comportamento das últimas. O dólar abriu em queda de cerca de 0,6%, zerou o movimento, chegou a subir 0,17%, voltou a cair e depois desacelerou as perdas.

A instabilidade é vista como preocupante por analistas do mercado.

Na semana passada, o diretor de Política Econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, afirmou que o Banco Centrar tentava identificar a causa do aumento elevado da instabilidade do câmbio e se ela era eficiente ou não, já que sse movimento no Brasil destoava do visto em outros países emergentes.

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Foi positiva a divulgação do resultado das vendas no varejo no Brasil, cujo crescimento acima do esperado para maio dava esperanças de que o pior para a atividade tenha passado. As vendas no varejo subiram 13,9% de abril para maio,  de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto analistas esperavam subida de 6%.

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Privatização da Caixa? Entenda a Medida Provisória 995

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MP 995 permite participação de empresas privadas na Caixa

A Medida Provisória 995, que transita no Congresso Nacional, abre a possibilidade da participação de  empresas privadas na Caixa Econômica Federal. A explicação da ementa da MP diz que ela visa dar “Autorização para que subsidiárias da Caixa Econômica Federal e as sociedades constituídas por elas” possam adquirir “controle societário ou participação societária minoritária em sociedades empresariais privadas”. Editada na última sexta-feira, a MP 995 recebeu 412 emendas. Sindicalistas chamam processo de ” privatização disfarçada”.

A MP permite desmembrar e privatizar subsidiárias da Caixa. Para sindicalistas dos bancários, a medida é considerada uma privatização disfarçada da Caixa, por fatiar o banco e tirar do Estado suas áreas mais rentáveis.

Em seus dois artigos, a MP autoriza as subsidiárias do banco público a incorporar ações de outras sociedades empresariais e a aquisição do controle societário ou participação minoritária em empresas privadas. O texto tem validade de 60 dias e pode ser prorrogada por mais 60. Por se tratar de MP, suas implicações já estão em vigor.

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O foco do governo é a venda de subsidiárias como Caixa Seguridade, quarto maior grupo segurador do país, e Caixa Cartões. O governo também tem interesse na abertura de capital das Loterias, Gestão de Ativos de Terceiros e o Banco Digital, segundo aponta a Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal).

“Nosso principal objetivo é suprimir o texto dessa MP que permite a venda das subsidiárias. Vamos fazer tudo o que for possível para reverter essa situação”, diz o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.

Para ele, é clara a manobra do governo para privatizar a Caixa mesmo sem permissão do Congresso, o que desobedece o Supremo Tribunal Federal. “O governo está aproveitando esse momento de pandemia. Em vez de se preocupar em defender a vida das pessoas, ele está preocupado em vender patrimônio público”, critica Takemoto.

Em julho, o Congresso pediu ao STF para fazer parte do processo, alegando que a Petrobras vem burlando a decisão do Supremo, transformando refinarias em nova subsidiárias para vendê-las.

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