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Dólar fecha R$ 5,55, em alta pela terceira semana seguida

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Agência Brasil

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Novas medidas de confinamento em alguns países europeus, depois do surgimento de uma segunda onda de casos de Covid-19, fez o dólar subir

Em mais um dia de instabilidade no mercado internacional, a moeda norte-americana voltou a subir e encerrou em alta pela terceira semana seguida. O  dólar comercial fechou esta sexta-feira (25) vendido a R$ 5,554, com alta de R$ 0,044 (+0,8%). O dólar fechou a semana com alta acumulada de 3,29%.


A moeda chegou a aproximar-se de R$ 5,60 durante o dia, mas desacelerou perto do fim da sessão. A divisa acumula alta de 1,33% em setembro e de 38,4% em 2020.

A força do dólar ante o real nesta semana ocorreu em sintonia com um movimento de aversão no mercado internacional. A cotação refletiu o aumento da demanda por dólares em todo o planeta depois que indicadores apontaram desaceleração econômica nos Estados Unidos e na Europa, elevando temores sobre a sustentabilidade da retomada de diversas economias avançadas.

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A esse medo se somaram novas medidas de confinamento em alguns países europeus, depois do surgimento de uma segunda onda de casos de Covid-19 no continente. Nos Estados Unidos, a semana foi marcada pela continuação do impasse sobre um novo pacote de estímulos, num momento em que o Federal Reserve (Banco Central do país) informou ter pouco espaço para reduzir juros.

No mercado de ações, a bolsa de valores começou o dia com fortes perdas, mas reverteu o movimento ao longo da sessão e encerrou perto da estabilidade. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta sexta-feira aos 96.999 pontos, com leve recuo de 0,01%.

Esta foi a quarta semana seguida em que o Ibovespa acumula perdas. Em setembro, o índice recuou 2,38%, no caminho de registrar pior resultado para o mês desde 2015.

*Com informações da Reuters

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Reclamações sobre comércio online aumentaram 208%, segundo Procon

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Brasil Econômico

Comércio virtual
Deisy de Assis

Comércio virtual cresceu na quarentena

A Fundação Procon de São Paulo registrou, até o momento, 120.714 reclamações envolvendo compras online no segundo semestre de 2020. O número é bem próximo ao registrado no semestre passado como um todo, que foi 121.173. Numa comparação entre os pedidos contabilizados até o dia 17 de outubro deste ano, 241.887, com o total do ano passado, 78.419, há um aumento de 208%

Dentre as queixas, as principais são referentes à demora ou a não entrega dos produtos, além de problemas com cobrança. O consumidor pode reclamar pelo site do Procon-SP, pelo aplicativo disponível para Android e iOS ou até mesmo pelas redes sociais do órgão.

De acordo com o diretor executivo do Procon-SP, Fernando Capez, “independente do aumento da demanda gerada pela pandemia ou quaisquer outras ocasiões específicas, os dados demonstram que as empresas não se preparam para as vendas online. Fornecedores vendem o que não têm no estoque, atrasam a entrega , não avisam sobre a cobrança do frete, são muitas reclamações e, por parte das empresas, respostas automáticas e protelatórias”. 

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Buscando evitar reclamações durante a Black Friday , fim de semana repleto de promoções, o órgão fará uma reunião com as principais empresas de comércio eletrônico.

“Vamos solicitar que tomem providências para atender aos direitos dos consumidores. Esses fornecedores precisam investir mais no seu pós-venda, o consumidor não pode ser refém de empresas que só pensam em vender”, pontua Capez.

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