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Dólar dispara a R$ 5,68 após Maia criticar base do governo

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Nesta terça-feira (27), o presidente da Câmara citou temor da cotação do ano que vem, pensando em R$ 7

Depois da  fala de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, o dólar acelerou ganhos e encerrou em alta de 1,26%, a R$ 5,6857. Este é o maior patamar de fechamento desde 20 de maio, quando o dólar fechou em R$ 5,6875.

Maia  criticou a condução da base de apoio do governo no Congresso. Isso levou investidores a buscarem a proteção do dólar nesta terça-feira.

No mercado de ações, o dia foi marcado por perdas. O índice Ibovespa , da B3, fechou esta terça aos 99.618 pontos, com recuo de 1,38%. Pela primeira vez desde 19 de outubro, o indicador encerrou abaixo da marca de 100 mil pontos. O Ibovespa chegou a operar em alta na primeira meia-hora de negociação, mas caiu no restante da sessão. Depois do cancelamento das sessões na Câmara, o índice passou a operar abaixo dos 100 mil pontos, até encerrar próxima da mínima do dia.

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A base do governo por obstruiu as votações por conta do impasse na formação da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Maia afirmou que espera que as votações das reformas econômicas tenham “mais interesse” por parte do Executivo. Ele disse também que só faz sentido votar o Orçamento depois da PEC Emergencial e que seria preciso cancelar o recesso de janeiro. “Do contrário, só votará a PEC Emergencial em fevereiro e o Orçamento em março”, disse Maia na coletiva de imprensa desta terça.

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Fórum discute alternativas econômicas para o Semiárido

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Agência Brasil

Fórum do Desenvolvimento do Semiárido 2020
Hugo Andrade/Inter TV Costa Branca

Fórum do Desenvolvimento do Semiárido 2020

A Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido abriu, na tarde desta quinta-feira (3), em Mossoró, no Rio Grande do Norte, o Fórum de Desenvolvimento do Semiárido . O evento discute a criação de um plano de desenvolvimento da região, considerando o aproveitando das potencialidades econômicas e a fixação de metas socioeconômicas, hídricas e ambientais.

Na abertura do fórum, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão , afirmou que criar facilidades e soluções para que tudo que for discutido e planejado seja efetivamente implementado é “a grande tarefa do governo Bolsonaro “.

Mourão disse que tem expectativa de que o Semiárido se torne um celeiro produtivo, que a população tenha mais qualidade de vida e que haja uma reversão das políticas regionais.

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“Em muitos casos, ainda hoje, as únicas políticas oficiais destinadas à região são aquelas que combatem a seca , voltadas a grandes obras, normalmente destinadas aos mais ricos e vinculadas ao assistencialismo aos mais pobres, com doações, distribuição de víveres e o interminável desfile de carros-pipa “, destacou o vice-presidente.

Mourão descreveu o Semiárido como “um espaço com grande concentração de terra, água e outros meios singularmente ricos, que estando centralizados em mãos de poucos constitui um indesejável sistema de privilégios “.

Ele ressaltou que tal situação tem gerado níveis expressivos de exclusão social e até mesmo de degradação ambiental, transformando-se em fator determinante das crises socioambiental e econômica vividas em diferentes épocas nessa região.

O Semiárido, formado pela Caatinga e pelo Cerrado , corresponde a 20% do território nacional e mais da metade da Região Nordeste . A região tem população de 25 milhões de pessoas, residentes em 1.200 municípios.

O Fórum de Desenvolvimento do Semiárido, que está sendo realizado na Universidade Federal Rural do Semiárido , vai discutir, até a tarde de sábado (5) propostas para o meio ambiente e recursos hídricos, agronegócio e mercados, energia e recursos minerais, entre outros temas.

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