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Disney+ está produzindo 15 séries exclusivas no Brasil

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Redação Olhar Digital

Disney+ anunciou nesta segunda-feira (30) que está produzindo 15 séries exclusivas no Brasil

A Disney anunciou nesta segunda-feira (30) uma lista de séries e documentários exclusivos para o Disney+ , todas produzidas no América Latina, e 15 delas são brasileiras. O plano inclui ficção, programas de entrevistas, documentários, apresentações ao vivo e os lançamentos acontecerão ainda neste ano, mas principalmente durante o decorrer de 2021.

Ao todo são 71 projetos diferentes e que caminham em cronogramas distintos, espalhados por alguns países da América Latina. As produções ficam espalhadas em 15 delas feitas no Brasil, 21 no México, 29 na vizinha Argentina e outras seis na Colômbia.

“Na The Walt Disney Company Latin America nós sabemos a importância e a relevância que histórias locais têm para nossa audiência. É por isso que há mais de duas décadas temos produzido aqui conteúdos originais e direcionados para o público da América Latina e também para o resto do mundo”, diz Diego Lerner, Presidente da The Walt Disney Company Latin America. “É por isso que reforçamos nosso compromisso estratégico com a América Latina para produzir conteúdo original e com talentos da própria região”, complementa o executivo.

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Mafalda também receberá produção no Disney+

A lista das produções inclui Sobrevoando, um passeio de drone pela península de Yucatan, a Patagônia, a península de Samaná, o Caminho Inca entre outros lugares, com narração do ator brasileiro Rodrigo Santoro, o músico mexicano Jay de la Cueva e o músico argentino Fito Páez. Já Voluntários: tudo pela ciência, é um programa que responde perguntas com ajuda de provas científicas e é apresentado no Brasil por Rafael Cortez.

Fabio Porchat conduzirá “O que você não sabia sobre o humor”, uma série documental com uma visão antropológica sobre o humor. Mafalda ganhará Relendo Mafalda, que passa um olhar aprofundado sobre a querida personagem de Quino, exibido em um misto de documentário com reality show. Tudo igual, ou não é uma série de ficção que gira em torno das aventuras de um grupo de amigas no Rio de Janeiro quando elas entram no Ensino Médio.

De todas as produções listadas, apenas Sobrevoando já está disponível; a série conta, no momento da publicação deste artigo, com três episódios da primeira temporada no Disney+. Ainda não há data prevista para os outros conteúdos.

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Com informações: Disney .

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Galerias virtuais democratizam o acesso à arte durante a pandemia

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Galerias virtuais democratizam acesso à arte
Reprodução/Up Time Art Gallery

Galerias virtuais democratizam acesso à arte

As paredes brancas, o carpete de madeira e os quadros estrategicamente posicionados permitem um passeio pela galeria de arte. A ausência do vai e vem de outras pessoas faz com que subir escadas, andar por corredores e apreciar lentamente as pinturas seja tranquilo. Os passos, porém, não são dados pelas pernas do público, mas pelas setas do teclado: tratam-se de galerias virtuais .

A novidade tem ganhado bastante força durante a pandemia de Covid-19 , e acabou democratizando o acesso à arte ao torná-la disponível a um clique. A tecnologia das exposições em 3D , que já estava disponível em aplicativos consagrados, como é o caso do Google Arts & Culture , chegou também às pequenas galerias.

Uma delas é a UP Time Art Gallery, idealizada pela crítica de arte Marisa Melo. Ela conta que esse movimento de levar a arte para a internet já vinha acontecendo, mas foi acelerado pelo contexto externo. 

Marisa Melo, idealizadora da Up Time Art Gallery
Divulgação

Marisa Melo, idealizadora da Up Time Art Gallery

“Antes da pandemia, nós tínhamos um número muito pequeno de acesso a galerias virtuais. Mas a tendência era que, com toda essa tecnologia, com toda essa globalização, a coisa acontecesse. A pandemia acelerou esse processo”, conta Marisa.

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Democratizando a arte

A idealizadora da galeria diz que investidores e artistas receberam muito bem a novidade, mas não apenas eles. O público também tem gostado de visitar as exposições , que são disponibilizadas gratuitamente em 3D no site da galeria. A média de visitantes em uma exposição virtual de 30 dias chega a 42 mil pessoas.

Você viu?

Além da questão da gratuidade, Marisa acredita que a experiência virtual é capaz de alcançar um público maior também devido ao contexto elitista que envolve as galerias físicas.

“[A tecnologia] ajuda muito porque torna a arte acessível. Existe um público que não consegue entrar em uma galeria física, porque subentende-se que a arte é para um público mais caro. Então, se a pessoa não tem poder aquisitivo para comprar, ela também não vai conhecer a arte. Virtualmente, isso não acontece. A arte entra na casa de todo mundo”, opina.

Além da questão do público, Marisa diz que os próprios artistas emergentes têm mais oportunidades nas galerias virtuais . Nesse caso, ela compara as redes sociais às vitrines da cada um.

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“A galeria física tem um conceito elitista. Ela tem uma abrangência muito pequena em relação à visitação, não é democrática. Eu falo que ela é elitista no sentido de ter ali artistas que já são consagrados, então não abrem para um artista emergente. A galeria virtual é democrática, todos têm acesso”, diz.

Como conhecer

Para os amantes de arte e para quem quer se aventurar nesse mundo, opções não faltam por toda a internet . No site da própria UP Time Art Gallery , é possível encontrar exposições em 3D , mas esse não é o único caminho.

site Brasil 3D  também tem a experiência virtual de galerias famosas . Por lá, é possível visitar digital e gratuitamente galerias físicas, como se o visitante estivesse no local.

Outra opção é o próprio aplicativo Google Arts & Culture , que também tem uma versão para computador . Nele, o público consegue visitar exposições em mudeus de todo o mundo, do MASP ao MoMA.

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