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Dia dos Pais: um presente em couro é um presente para sempre

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Com o Dia dos Pais dobrando a esquina, esposas e filhos de todas as idades, perfis e regiões do Brasil estão em dúvida a respeito de que presente comprar para o paizão. Com a pulverização de ofertas no e-commerce parece cada vez mais difícil escolher um presente que seja tão significativo quanto durável, ou seja, que ainda esteja por perto no Dia dos Pais seguinte e que tanto filho (a) como pai se lembrem dele.

Opções de presente a partir de R$ 55,60
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Opções de presente a partir de R$ 55,60

Nesse contexto, é válido se perguntar o que poderia ser apreciado por pais urbanos, esportistas, geeks, tradicionais,  aventureiros, hi-tech, entre outros?  A resposta pode ser muito simples e oferecer um ótimo custo-benefício: acessórios em couro legítimo.

Presentear um pai com uma carteira de couro, mochila para notebook, necessaire, porta terno, bolsa ou qualquer outro acessório de couro – não apenas representa uma demonstração de afeto, como significa presenteá-lo com algo de alta qualidade, longa durabilidade e que será aproveitado por muitos anos.

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E se a opção for escolher um produto de couro para presentear, o melhor a fazer é buscar uma marca conceituada e especialista em trabalhar com o material. É o caso da Bennemann , empresa familiar criada em 2002 na cidade de Montenegro, no Rio Grande do Sul, e sediada na gaúcha São Leopoldo. A empresa que chega aos 20 anos em setembro, se notabilizou por produzir acessórios de couro com design atual, excelente acabamento e um ótimo atendimento.

Além de seus diversos modelos de mochilas para notebook , um de seus best sellers é a Mochila de Couro para Viagem, um item que se destaca pela versatilidade e conforto.

A credibilidade da marca é tamanha que mais de 20 países importam os produtos da Bennemann. A confiança na qualidade do que produz é tanta que a marca oferece  garantia eterna para seus clientes.

E o momento para conhecer os produtos da empresa não poderia ser mais propício, já que a Bennemann criou uma seleção de produtos com até 50% OFF justamente por conta do Dia dos Pais. Além de diversos modelos, cores e coleções, a marca também oferece o serviço exclusivo de personalização, na qual o cliente pode gravar um nome ou até mesmo um logotipo ou imagem, uma ótima opção para tornar o presente ainda mais especial.

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A Bennemann atende todo o Brasil e oferece frete grátis para qualquer região em compras acima de R$ 449.

Vantagens do couro legítimo

Além da estética bonita e sofisticada, o couro afere elegância natural a qualquer acessório. É fácil e prático de limpar, bastando apenas passar um pano levemente úmido. E ao contrário de outros tipos de materiais é super-resistente e durável.

Fonte: IG Mulher

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Agosto lilás: Violência patrimonial restringe independência feminina

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No Brasil, milhões de mulheres sofrem com a violência patrimonial todos os dias
Foto: Unsplash

No Brasil, milhões de mulheres sofrem com a violência patrimonial todos os dias

Em celebração aos 16 anos da Lei Maria da Penha, o mês de agosto é conhecido como o mês da luta contra a violência doméstica. A lei, que foi criada em 7 de agosto de 2006, estabelece 46 artigos que buscam proteger a integridade física e psicológica da mulher. 

Entre as formas de violência doméstica descritas na legislação federal, uma das menos conhecidas e debatidas pelos brasileiros é a violência patrimonial.

O artigo 7 da Lei Maria da Penha define a violência patrimonial como “qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades”.

Na maioria dos casos, as vítimas são mulheres que não têm fonte fixa de renda e dependem de parceiros para sobreviver. “Diversos motivos podem prender uma mulher nessa armadilha, como a dependência financeira e o medo de prejudicar os filhos. Porém, a questão emocional tende a pesar mais’’, afirma Lana Castelões, advogada de família da Albuquerque Advogados.

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De acordo com a especialista, esse tipo de violência ainda é pouco denunciada no país. “A violência patrimonial é comum, porém subnotificada, tendo em vista que, na maioria dos casos, as vítimas desconhecem a possibilidade de registrar a ocorrência’’.

Brasil não tem dados formados sobre violência patrimonial
Foto: Freepik

Brasil não tem dados formados sobre violência patrimonial

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Para a advogada, as vítimas não têm conhecimento das medidas legais que podem guiar a situação. Desde 2015, a falta de pagamento de pensão também se enquadra na lei. “Muitas pessoas não sabem que esse crime se encaixa quando um responsável legal, que tem recursos financeiros, deixar de pagar pensão alimentícia para a mulher’’.

Desigualdade

A desigualdade de gênero é um fator predominante nesse crime. As demandas de casa e o cuidado com os filhos geralmente restringem as mulheres na posição de ‘dona de casa’. Sem a chance de trabalharem ou conquistarem a independência financeira, essas vítimas passam a depender financeiramente e emocionalmente dos parceiros.

A pesquisadora Clara Fagundes reflete que, nos últimos anos, as mulheres ganharam mais espaço no mercado, mas ainda não existe liberdade para o gênero. ‘’Mulheres ainda são impedidas de buscar a independência financeira, seja por regras religiosas ou políticas que prejudicam a ascensão materna no mercado, seja por relações familiares abusivas ou crenças machistas’’.

A profissional afirma que a falta de representatividade, a dissociação do feminino à ideia de liderança, a priorização do amor romântico, a sobrecarga feminina com os trabalhos domésticos e a ideia sexista de que existem trabalhos de homem e de mulher são os principais fatores que afastam as mulheres dessa liberdade.

Mulheres não conseguem se libertar da violência patriarcal por diversos fatores
Foto: Fundação CEPERJ

Mulheres não conseguem se libertar da violência patriarcal por diversos fatores

“A cultura patriarcal também impacta as mulheres de forma individual. A falta de confiança é um obstáculo para muitas na busca pela sua independência. Esse fenômeno pode ser chamado de “síndrome da impostora” e leva mulheres a questionarem sua capacidade todos os dias, em casa ou no trabalho’’.

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Para Fagundes, a falta de oportunidades no mercado pressiona mulheres a continuarem em relações abusivas e degradantes. “Mulheres com poder de decisão sobre a própria vida costumam ser também independentes financeiramente’’, declara.


Por mais que não existam dados nacionais sobre a violência patrimonial, o Dossiê da Mulher, produzido no Rio de Janeiro, conseguiu datificar as problemáticas em torno desse crime. De acordo com a análise, que é realizada anualmente no estado carioca, 79,3% dos casos dessa violência foram praticados dentro de casa.

Furto de documentos é uma forma de violência patrimonial que tenta apagar a liberdade e identidade de mulheres
Foto: André Leonardo

Furto de documentos é uma forma de violência patrimonial que tenta apagar a liberdade e identidade de mulheres

Entre os tipos de crime, 50,4% foram de dano, 41,8% foram violação de domicílio e 8,8% foram de roubo de documentos.

Uma das mulheres que tiveram de lidar com a violência patrimonial foi a vendedora C.I*. O crime aconteceu sem que ela percebesse: ‘’Eu tinha um relacionamento há 6 anos e era casada há 3 anos. Um dia, eu saí para trabalhar e, quando retornei, ele tinha vendido todas as minhas coisas’’, diz. “Ele sumiu com tudo, só estavam minhas roupas por lá’’.

O parceiro, na época, chegou a deixar os filhos de C.I* passarem fome. Depois dessa situação, ela percebeu que precisava terminar a relação. ‘’Foi aí que eu dei um basta em tudo’’.

Para a matriarca, é necessário muita força e coragem para conseguir ser independente. ‘’Seja forte e corajosa para dar um basta. Pode parecer o fim, pode parecer que nada mais tem faz sentido e que a dor nunca vai passar. Com o tempo, eu juro que a dor vai embora’’, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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