Saúde

Dia D de multivacinação terá esquema especial com 27 pontos em Cachoeiro

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O ‘Dia D’ da campanha nacional de multivacinação, no próximo sábado (24), terá um esquema de plantão especial com 27 pontos de vacinação em Cachoeiro. A vacinação acontece na sede e em pontos na zona rural. O atendimento ao público alvo da campanha será das 8h às 17h.

O objetivo da campanha, que teve início na última segunda-feira (19), é mobilizar os pais ou responsáveis a atualizar o cartão de vacinas de seus filhos. O público-alvo são menores de cinco anos de idade, crianças de nove anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos.

Com a ação, será possível colocar em dia a imunização contra doenças como sarampo, rubéola, caxumba, tétano e difteria. Meninas também poderão receber doses contra o HPV, que pode causar câncer de colo de útero.

As vacinas estarão disponíveis nas unidades de saúde de Cachoeiro, que possuem sala de vacinação, de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h, até o dia 30 deste mês. É preciso apresentar a caderneta de vacinação e cartão do SUS em mãos.

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Confira os pontos de vacinação!

Zona Urbana
Centro Municipal de Saúde
U.S. Abelardo Machado
U.S. Aeroporto
U.S. Amaral
U.S. Aquidaban
U.S. BNH de Cima
U.S. BNH de Baixo
U.S. Gilson Carone
U.S. Jardim Itapemirim
U.S. N. Sr ª da Penha 
U.S. Novo Parque
U.S. Paraíso
U.S. São Luiz Gonzaga
U.S. União
U.S. Village da Luz
U.S. Zumbi
U.S. N. Sr ª Aparecida

Zona Rural
U.S. Burarama
U.S. Córrego dos Monos
U.S. Conduru
U.S. Coutinho
U.S. Itaoca
U.S. Pacotuba
U.S. Soturno
Gruta
São Vicente 
Gironda

fonte http://www.folhavitoria.com.br/

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Saúde

SUS: ministro anuncia incorporação de tecnologia contra o AVC

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje (10) a inclusão da trombectomia nos procedimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Altamente especializado e usado na fase aguda do AVC, o tratamento consiste na inserção de um cateter no vaso sanguíneo do paciente para remover o bloqueio e restaurar o fluxo sanguíneo para a área afetada. A tecnologia deve estar completamente implantada até o final do ano

O anúncio foi feito na abertura do Global Stroke Alliance – for Stroke without Frontiers, um congresso médico destinado a debater o Acidente Vascular Cerebral (AVC), na capital paulista. 

Segundo Queiroga, a logística da trombectomia é complexa, mas já há experiência nacional para realizar esse procedimento. Antes de ser aprovada para inserção no SUS, a tecnologia foi avaliada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). A portaria foi publicada pela Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), do Ministério da Saúde, faltando concluir a terceira fase que é a disponibilização dos hospitais especializados.

“São 88 centros do Brasil que realizam o tratamento especializado no AVC, mas não são todos esses que terão essa tecnologia em um primeiro momento. Isso é feito degrau por degrau. Só pode estar disponível naqueles centros onde há qualificação técnica de equipes de profissionais habilitados”.

O ministro explicou que o critério de escolha dos locais onde a tecnologia será implantada serão os indicadores de cada um dos hospitais, como dados de mortalidade por AVC, tempo de internação no hospital, reinternações, pacientes que são tratados com trombolíticos e a experiência dos médicos.

Segundo Queiroga, o desafio de cuidar do AVC é tão amplo que não abrange só a atenção especializada, porque começa na atenção primária, com controle da hipertensão arterial, do diabetes, com o combate ao tabagismo, sedentarismo, entre outros. O ministro reforçou que o AVC é a primeira causa de morte no mundo, atingindo 18 milhões de pessoas por ano.

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“Essa é a maneira mais eficaz de reduzir óbitos por AVC, mas aqueles que têm precisam de terapia para reperfundir a artéria que está obstruída levando ao AVC. Isso se faz com trombolíticos, que são os medicamentos que dissolvem o coágulo, ou então com a trombectomia. É como acontece no infarto, mas a logística do AVC é mais complexa porque temos menos tempo”.

Queiroga reforçou que todas as terapias inovadoras acarretam custos que podem ser incrementais ou a eficácia dessa terapia é muito superior ao que já existe, sendo um custo decremental. “No caso da trombectomia, foi avaliado, e a razão de custo e efetividade incremental está dentro do patamar de limiar que o sistema brasileiro suporta financiar. Essa questão dos custos não é a preocupação maior em relação a essa terapia. A nossa maior atenção é garantir que os resultados dos ensaios clínicos se repliquem na prática”.

O que é o AVC

O AVC acontece quando vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. É uma doença que acomete mais os homens e é uma das principais causas de morte, incapacitação e internações em todo o mundo. Existem dois tipos de AVC, que ocorrem por motivos diferentes: AVC hemorrágico e AVC isquêmico.

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O AVC isquêmico ocorre quando há obstrução de uma artéria, impedindo a passagem de oxigênio para células cerebrais, que acabam morrendo. Essa obstrução pode acontecer devido a um trombo (trombose) ou a um êmbolo (embolia). O AVC isquêmico é o mais comum e representa 85% de todos os casos.

O AVC hemorrágico ocorre quando há rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia. Esta hemorragia pode acontecer dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. É o responsável por 15% de todos os casos de AVC, mas pode causar a morte com mais frequência do que o AVC isquêmico.

Segundo informações do Ministério da Saúde, os principais sinais de alerta para qualquer tipo de AVC são fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo; confusão mental; alteração da fala ou compreensão; alteração na visão (em um ou ambos os olhos); alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar; dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente.

Os fatores que aumentam o risco de AVC são a hipertensão, o diabetes tipo 2, colesterol alto, sobrepeso; obesidade; tabagismo; uso excessivo de álcool; idade avançada; sedentarismo; uso de drogas ilícitas; histórico familiar; ser do sexo masculino. Para prevenir, o ideal é manter uma vida saudável, sem fumar, consumir álcool ou drogas ilícitas, além de manter alimentação equilibrada, peso ideal, beber bastante água, praticar atividades físicas regularmente e manter a pressão e a glicose sob controle.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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