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Deputados do MBL vão à Justiça contra aumento no salário de Bolsonaro

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Kim Kataguiri é deputado federal pelo DEM de São Paulo
Lorena Amaro

Kim Kataguiri é deputado federal pelo DEM de São Paulo


O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) e o vereador Rubinho Nunes (Patriota-SP), do Movimento Brasil Livre ( MBL ), apresentaram à Justiça Federal do Distrito Federal uma ação civil pública para suspender a nova regra que permite o aumento de  salário do presidente Jair Bolsonaro  (sem partido) e de seu vice, Hamilton Mourão.

Na ação, os parlamentares solicitam à Justiça que suste a portaria do Ministério da Economia que passa a permitir a reservistas e servidores públicos aposentados que exercem determinados cargos públicos  receber acima do teto constitucional, atualmente em R$ 39,2 mil.


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No documento, Kim e Rubinho pedem que a nova regra seja anulada e que ministro Paulo Guedes seja citado no processo, assim como a União. Também solicitaram a apresentação de documentos sobre o caso.

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Em paralelo, o deputado também apresentou à Câmara um Projeto de Decreto Legislativo que pede a suspensão da portaria.

“O simples fato do governo se preocupar com esse tipo de questão no momento que ultrapassamos quatrocentas mil mortes já seria por si só ultrajante, quando adicionamos nessa equação o impacto fiscal de mais de R$180 milhões que serão destinados àqueles que já gozam de remuneração superior à grande maioria da população, e infinitamente superior aos míseros R$150,00 de auxílio emergencial que muitos estão dispondo para sobreviver, essa portaria se torna um verdadeiro descalabro”, escreveu Kim Kataguiri.

Com a nova regra, o presidente Jair Bolsonaro deverá ter um “aumento” de R$ 2,3 mil por mês e o vice-presidente Hamilton Mourão, de R$ 24 mil mensais. A portaria permite que aposentados e militares da reserva acumulem as suas aposentadorias com vencimentos de cargos em comissão, integralmente, mesmo que o somatório das remunerações fique além do teto constitucional.

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Economia

Rede Madero pode fechar após dono minimizar pandemia

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Madero
Madero/Divulgação

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A rede de restaurantes Madero do bolsonarista Junior Durski disse, em suas demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2021, que o dinheiro em caixa da empresa não seria suficiente para pagar as dívidas de curto prazo na data de vencimento sem financiamento adicional. 

“Foram dois materiais de resultados publicados pela empresa desde o início da pandemia e auditores da rede levantaram, em ambos, a existência de ‘incerteza relevante’ e ‘significativa’ relacionada com a continuidade da operação”, informa o jornal Valor Econômico.

O informe entregue nesta quinta-feira (24) indica que as lanchonetes podem fechar.


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Em março de 2020, no início da pandemia de Covid-19 , o empresário Junior Durski minimizou o potencial letal do coronavírus . Segundo ele, o Estado não deveria parar a economia para frear a disseminação da doença porque “5 ou 7 mil pessoas vão morrer”. 

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Veja:


Nesta quinta-feira, o Brasil registrou mais de 507 mil mortes pela Covid-19

No ano passado, a Controladoria Geral da União (CGU)  multou o restaurante em R$ 442 mil por pagar propina em dinheiro e alimentos a funcionários do Ministério da Agricultura. Os funcionários da pasta eram designados para, supostamente, fiscalizar lojas da rede nas cidades de Balsa Nova e Ponta Grossa, no Paraná.

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