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Deputados acusados no inquérito das fake news dizem ao STF que não vão depor

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Deputados não reconhecem legitimidade do inquérito

Cinco, dos seis deputados, acusados no inquérito das fake news não pretendem depor ao STF. Alguns dos parlamentares já avisaram ao Superior Tribunal de Justiça que não irão comparecer ao depoimento.

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Em entrevista à CNN Brasil, o deputado bolsonarista Filipe Barros  (PSL-PR) declarou que já informou ao STF que não vai comparecer ao depoimento. “Diante das flagrantes ilegalidades, inconstitucionalidades e prerrogativas violadas. Ademais, está pendente de julgamento nossos habeas corpus e agora Toffoli (presidente do STF) marcou data para o plenário avaliar o inquérito”, afirmou Filipe Barros.

Outro dos deputados a se posiconar sobre o motivo para não comparecer ao depoimento, Junio Amaral  (PSL-MG) afirmou que o inquérito das fake news é ilegal.

“Na minha condição de parlamentar não há porque me submeter a essa ilegalidade. Também por causa do twitte do Alexandre de Moraes afirmando que estamos dizendo mentira sobre não ter acesso aos autos. Mentira dele!”, comentou o parlamentar também em entrevista à CNN Brasil.

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A deputada Bia Kicis (PSL-DF), que também não vai comparecer ao depoimento, publicou em seu Twitter que peticionou para ter acesso ao inquérito.

Veja a publicação na sequência:


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Política Nacional

Lava Jato: Moro critica Aras e teme mudanças na operação

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Agência Brasil

Ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro disse que Bolsonaro errou ao escolher Aras como Procurador-Geral

O juiz Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, criticou falas do procurador-geral da República, Augusto Aras, que questiona a necessidade de haver  forças-tarefa dedicadas a investigações específicas na Lava Jato.

O ex-juiz federal defendeu a “autonomia funcional” das forças-tarefa e atacou a ideia de Aras, que ele entende como tentativa de “revisionismo” da Operação Lava Jato.


“Elas [forças-tarefa] são uma criação brasileira absolutamente necessária para se ter uma equipe de procuradores e policiais dedicados a investigar esses crimes mais complexos”, disse o ex-ministro em entrevista à colunista Eliane Cantanhêde e ao repórter Fausto Macedo no portal do jornal Estadão.

“Não entendo essa lógica do revisionismo, como se a Lava Jato não representou algo extremamente positivo, que foi uma grande vitória contra a impunidade da grande corrupção. Quem ataca a Lava Jato hoje eu sinceramente não entendo bem onde quer chegar.”

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Nesta semana, procuradores federais e a cúpula da Procuradoria entraram em choque após Aras determinar urgência no compartilhamento de dados da Lava Jato no Paraná, em São Paulo e no Rio.

Aras, procurador-geral da República, propôs a criação da Unidade Nacional Anticorrupção (Unac) no Ministério Público Federal (MPF), o que centralizaria em Brasília o controle de operações e prevê que as bases de dados das forças-tarefa sejam administradas por uma secretaria ligada à própria Procuradoria.

Aras, em agosto, terá de decidir se prorroga ou desfaz a força-tarefa de Curitiba.

Conflito

O conflito entre o comando da Procuradoria e grupos de trabalho gerou um pedido de investigação na corregedoria do órgão. Isso aconteceu depois que procuradores da Lava Jato de Curitiba se rebelaram contra um pedido por acesso a dados sigilosos da operação, feito pela subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo.

Moro diz que  falta apoio da cúpula da PGR ao trabalho dos procuradores.

“Tenho respeito ao Augusto Aras, seria importante que ele refletisse um pouco mais, ele e também a cúpula da Procuradoria. Ele tem que se somar a esses esforços das forças-tarefa da Lava Jato e de demais forças que certamente terão que ser criadas”, disse o juiz.

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Moro também afirmou que o presidente Jair Bolsonaro errou ao escolher Aras para o comando do Ministério Público Federal, porque Aras não integrava a lista tríplice elaborada pelos integrantes do Ministério Público no ano passado.

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