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Datafolha: 73% acreditam que há corrupção no governo Bolsonaro

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Jair Bolsonaro (PL)
Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro (PL)

pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (29) aponta que 73% dos brasileiros acreditam que há corrupção no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) . No entanto, ela não é vista com tanta relevância em comparação com temas como saúde, economia, miséria, educação e violência urbana.

No levantamento, 19% disseram que não há corrupção, enquanto 8% não souberam responder.

Na pesquisa anterior, os números indicavam que 70% acreditava em atos corruptos no governo, 23% diziam que não havia corrupção e 7% não sabiam responder.

Segundo o instituto, a percepção de corrupção no governo atual é maior entre jovens (86%) e entre quem reprova a gestão de Bolsonaro (94%). Entre os eleitores do presidente, 49% dizem que não há corrupção, entre os apoiadores da atual gestão, 51% dizem que não há corrupção.

No ranking mundial da corrupção divulgado em janeiro deste ano, o Brasil ocupou a 96ª colocação em2021, entre 180 países analisados no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), segundo o levantamento realizado pela Transparência Internacional. Em 2020, estava na 94ª posição. Quanto melhor a posição no ranking, menos o país é considerado corrupto.

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Corrupção com menor relevância

Segundo a pesquisa, o tema saúde aparece como a maior preocupação dos brasileiros (20%). Logo após, segue temas como economia (13%), desemprego (10%), fome e miséria (10%) e inflação (9%).

A educação empata com a inflação e também atinge 9% da atenção dos entrevistados, seguida pela violência urbana, com 6%. A corrupção aparece com 3% no levantamento.

A pesquisa ouviu 2.566 eleitores nos dias 27 e 28 de julho em 183 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

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Fonte: IG Política

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Bolsonaro nomeia 17 novos desembargadores para TRF-6

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Presidente Jair Bolsonaro (PL)
Wilson Dias/Agência Brasil – 20/06/2022

Presidente Jair Bolsonaro (PL)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) definiu quem serão os desembargadores que integrarão o recém-criado Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), que funcionará em Minas Gerais. Os nomes foram publicados em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira.

O presidente fez sua escolha a partir das listas formadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na última terça-feira. Nomeará os juízes que devem ser promovidos pelo critério de merecimento e os representantes da advocacia e do Ministério Público Federal (MPF). Entre os juízes por merecimento, foram escolhidos Klaus Kuschel; André Prado de Vasconcelos; Simone dos Santos Lemos Fernandes; Luciana Pinheiro Costa; Pedro Felipe de Oliveira Santos e Miguel Angelo de Alvarenga Lopes.

Na classe dos juristas, foram escolhidos Flávio Boson Gambog e Gregore Moreira de Moura. Da lista de indicados pelo MPF, foram escolhidos Álvaro Ricardo de Souza Cruz e Edilson Vitorelli Diniz Lima.

A seleção feita pelo presidente, de acordo com interlocutores que acompanharam o processo de escolha, traz nomes apoiados pelo presidente do STJ, Humberto Martins, e pelo ex-presidente e ministro do tribunal João Otávio de Noronha, um dos idealizadores do TRF mineiro.

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Ainda segundo pessoas próximas ao presidente, o martelo foi batido em torno de nomes apoiados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques, pelo presidente do STF, Luiz Fux, e pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. O juiz Pedro Felipe de Oliveira Santos, por exemplo, é atualmente o secretário-geral da presidência do Supremo. Klaus Kuschel é hoje em dia o juiz instrutor do gabinete de Nunes Marques.

André Prado de Vasconcelos, apoiado por Pacheco, foi diretor da Justiça Federal em Belo Horizonte e a juíza Simone dos Santos Lemos Fernandes atua no gabinete de Noronha.

A lei criando o TRF-6 é do ano passado, mas o tribunal, que terá abrangência sobre o estado de Minas Gerais, será instalado apenas este mês. Ao todo são 18 vagas e uma delas já estava garantida à desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Mônica Sifuentes. Minas Gerais é atualmente parte do TRF-1. Assim, a lei criando o TRF-6 abriu a possibilidade para que os desembargadores do TRF-1 migrassem para o novo tribunal. Apenas Sifuentes optou por isso.

Além das nomeações feitas a critério de Bolsonaro, também foram escolhidos para integrar o TRF-6, por antiguidade, sete juízes. Um deles é Vallisney de Souza Oliveira, que foi responsável por casos da Lava-Jato na Justiça Federal de Brasília. Vallisney já condenou, por exemplo, os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Alves, decisão que foi depois derrubada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

Além dele, constam na lista de nomeações Derivaldo de Figueiredo Bezerra Filho; Evandro Reimão dos Reis; Lincoln Rodrigues de Faria; Marcelo Dolzany da Costa; Ricardo Machado Rabelo; Rubens Rollo D’Oliveira.

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Fonte: IG Política

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