Esporte

Criatividade marca os treinos de esgrimista durante a pandemia

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A esgrimista brasileira Ana Beatriz Bulcão, de 26 anos, também conhecida como Bia Bulcão, segue firme na luta para se garantir na segunda edição olímpica da carreira.

Sem poder treinar normalmente há mais de três meses, já que a pandemia da covid-19 fechou o Esporte Clube Pinheiros, onde ela faz as atividades na capital paulista, a atleta, que disputa as competições no florete, buscou alternativas para adequar a rotina de preparação. E para isso não faltou criatividade. Nos últimos dias, ela improvisou até a companhia de um novo colega: o boneco Dart.

“Na verdade, criar esse boneco foi uma solução de emergência para tentar manter ao menos algum tipo de treinamento específico com o florete, já que o isolamento limitou demais as minhas ações. Ele me ajudou com o treino de braço, pois na esgrima existe uma musculatura muito específica dos dedos. O contato com a lâmina é muito importante para não perder isso”, explica Bia, medalhista nos Jogos Pan-americanos de Lima em 2019.

Bia Bulcão Bia Bulcão

Bia Bulcão – Arquivo Pessoal /Bia Bulcão

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Esse tipo de treinamento com bonecos não chega a ser novo na modalidade. Mas, são poucos os atletas brasileiros que conseguem ter um desses em casa, já que o material é importado.

“A gente tem esse tipo de boneco nos clubes. Achei que seria uma boa ideia para este período de pandemia e isolamento, com um longo tempo sem treinar e tocar em ninguém. E é claro que depois que tudo isso passar eu ainda vou poder usá-lo aqui em casa”, diz a esgrimista.

Bia ainda aguarda a reabertura do clube que ela faz parte no Brasil para voltar a ter atividades nas pistas. Além disso o clube da brasileira na Itália, o Fracati Scherma, também não passou nenhuma sinalização de volta. A brasileira deve disputar a vaga nos Jogos de Tóquio no Pré-Olímpico das Américas, previsto para acontecer em abril de 2021, no Panamá
 

Edição: Liliane Farias

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Esporte

Com Bernardinho de técnico, vôlei do Flamengo firma parceria com Sesc

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O Flamengo disputará a edição 2020/2021 da Superliga Feminina de vôlei em parceria com o Sesc Rio de Janeiro, maior campeão nacional da modalidade. A equipe será dirigida por Bernardinho, bicampeão olímpico pela seleção masculina (2004 e 2016) e técnico mais vezes campeão do torneio.

A parceria foi anunciada em nota divulgada pelo Rubro-Negro nesta quarta (15). Ela será apresentada na próxima sexta (17), em entrevista coletiva com o técnico e os presidentes do Flamengo, Rodolfo Landim, e do Conselho Regional do Sesc, Antonio Florencio de Queiroz Júnior.

Até a temporada 2019/2020, o Sesc manteve times competindo nas Superligas Masculina e Feminina. O projeto entre os homens, porém, teve o encerramento anunciado em fevereiro pelo Serviço Social do Comércio (Sesc), antes mesmo de o novo coronavírus (covid-19) chegar ao país. A queda nas receitas da entidade, acentuada com a pandemia, fez Bernardinho abrir mão do próprio salário para minimizar o corte nos rendimentos das atletas, segundo o técnico revelou em live do canal Seu Esporte, em maio.

Fundado em 2003, e oficializado em 2004, o Rio de Janeiro Vôlei Clube é considerado pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) – apesar do CNPJ diferente – um herdeiro do Paraná Vôlei Clube, bicampeão da Superliga. À ocasião, a então patrocinadora (Unilever) levou a equipe de Curitiba para a capital fluminense. No Rio, vieram outros 10 títulos nacionais, sendo o último em 2017, já com a parceria do Sesc. Para a CBV, o time carioca é ao todo 12 vezes campeão, sempre com Bernardinho no comando.

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O Flamengo, por sua vez, venceu a Superliga em 2001. A temporada passada, que não terminou devido à pandemia, marcou a volta do Rubro-Negro à elite do torneio após 13 anos. A equipe terminou a competição em 10º lugar, escapando da queda à Superliga B na última rodada da primeira fase. O Sesc-RJ ficou em segundo, atrás somente do Dentil Praia Clube, e enfrentaria o Fluminense nas quartas de final se o campeonato não fosse cancelado.

Edição: Fábio Lisboa

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