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Crianças e adolescentes podem ser até 56% menos vulneráveis ao novo coronavírus

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Crianças podem ter maior resistência a Covid-19

Um estudo publicado por cientistas da Universidade de Londres afirma que as crianças podem correr até 56% menos risco de contrair Covid-19 em comparação aos adultos. A pesquisa analisou crianças, adolescente e pessoas acima dos 20 anos.

Para chegar aos resultados, 6 mil publicações de vários países foram comparadas com amálises sobre óbitos e diagnósticos , além de um perfil estrtuturado sobre cada paciente. Até o momento, o estudo é considerado o maior sobre infância e coronavírus.

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Entre os pacientes analisados, ganharam destaque as famílias inteiras que dividiam a mesma casa ou cômodo. Segundo os pesquisadores , existem casos nos quais a infecção poupou apenas as crianças da família.

“Nossa descoberta aponta para o fato de que crianças e adolescentes são muito menos vulneráveis à Covid-19 e, consequentemente, a contribuir para a infecção de outras pessoas”, escreveram os pesquisadores.

Fonte: IG SAÚDE

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Cidades

Quase 1 mil profissionais de saúde já tiveram Covid-19 em Cachoeiro

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Em Cachoeiro, 291 profissionais da área de saúde – incluindo os que trabalham em setores de responsabilidade do governo estadual – estão com suspeita de Covid-19 e, por isso, afastados de suas funções. Desde o início da pandemia, 983 já foram infectados pelo novo coronavírus – 11% dos casos confirmados no município – e quatro vieram a óbito. Extraídos do Painel Covid-19 ES, nesta quarta-feira (2), os dados evidenciam a vulnerabilidade de quem está na linha de frente do combate à doença.

Da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), especificamente, cerca de 150 servidores municipais estão afastados do trabalho, por suspeita ou confirmação da doença. Entre esses profissionais, estão agentes comunitários e funcionários que atuam nos Pronto Atendimentos municipais em variadas funções, como recepcionistas e higienizadores.

A Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim já investiu, neste ano, quase R$ 800 mil na compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e materiais hospitalares (o que inclui itens como máscaras e luvas). Também é realizada, semanalmente, a limpeza de unidades de saúde e de outros locais do município com hipoclorito de sódio. Ainda assim, o aumento do número de casos torna os profissionais que atuam na área de saúde mais vulneráveis à doença.

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Em um comunicado, lançado no último mês de setembro, a Organização Panamericana de Saúde (Opas) informou que cerca de 570 mil profissionais de saúde da região das Américas se infectaram e 2,5 mil morreram por Covid-19. De acordo com a Opas, isso se deve, em grande medida, ao fato da região estar entre as que apresentam os números mais elevados de casos da doença, sobrecarregando os sistemas de saúde nacionais.

“Tivemos um aumento grande de profissionais de saúde infectados entre o início e a metade do período da pandemia. Diminuiu recentemente, mas ainda há casos, e a possibilidade de nova elevação é grande. Os trabalhadores da área de saúde, além da proximidade com pacientes infectados, têm uma carga horária de trabalho maior, o que impacta muito o sistema imunológico. Por isso, é muito importante que toda a população coopere, para que o nosso sistema não fique ainda mais sobrecarregado”, afirma Adriano Munhões Martins, coordenador médico dos Pronto Atendimentos e centros de especialidades municipais.

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“Estamos tomando todas as medidas necessárias para proteger os nossos profissionais que atuam na linha de frente, mas é necessário que a população faça a sua parte no controle da propagação do coronavírus, para que o combate à pandemia seja eficaz e a nossa rede de saúde consiga suprir as demandas. O afastamento de profissionais de saúde causa um prejuízo enorme e obriga os demais funcionários a terem de suportar uma carga de estresse ainda maior”, alerta a secretária municipal de Saúde, Luciara Botelho.

Até o momento, nenhuma unidade de saúde de responsabilidade do Município foi paralisada por falta de profissionais. Entretanto, a Prefeitura de Cachoeiro alerta que, caso o número de afastamentos de funcionários da saúde continue subindo, a oferta de serviços poderá ficar comprometida futuramente.

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