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CPI participa de ação para resgatar 35 animais

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Uma ação conjunta realizada nesta quarta-feira (20) entre a CPI dos Maus-Tratos contra os Animais, Polícia Civil e Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) resgatou 35 cachorros em condições sanitárias precárias em um abrigo situado no bairro Praia de Carapebus, Serra.

“Não posso dizer que o animal está maltratado porque tem comida e água”, avaliou a deputada Janete de Sá (PMN), presidente da comissão na Assembleia Legislativa (Ales). No entanto, ponderou que os bichos “vivem junto com as fezes” e em “condição surreal”, o que motivou o recolhimento deles para cuidados médicos.

“Eu diria que os tutores também vivem nessa mesma condição”, revelou a parlamentar. Para ela, o cenário encontrado é uma “reprise” de uma ocorrência de maus-tratos registrada em Vila Velha no dia 8 de janeiro deste ano, “só que não tem animais mortos”. Na ocasião, 11 animais foram achados mortos dentro de um apartamento.

A ação desta quarta (20) é proveniente de um mandado de busca e apreensão e determinação judicial para interdição do abrigo. O inquérito está sendo conduzido pela Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), que suspeita de uma relação entre os casos de Carapebus e Vila Velha, uma vez que o abrigo localizado na Serra é de responsabilidade dos pais da moradora do apartamento onde foram encontrados os animais mortos em Vila Velha. 
 

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Política

Vacina: PL garante prioridade a agentes funerários

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Tramita na Assembleia Legislativa (Ales) o Projeto de Lei (PL) 40/2021 que prevê a inclusão dos agentes funerários na lista prioritária para o recebimento das vacinas contra a Covid-19. De acordo com a autora da iniciativa, deputada Janete de Sá (PMN), o objetivo é proteger esses profissionais que estão diretamente expostos ao contágio pelo vírus.

“O trabalho dos agentes funerários inclui a retirada de corpos em hospitais e residências ou estar em contato direto com as famílias das vítimas que vieram a óbito por Covid-19, que, inclusive, podem estar contaminadas”, defende a parlamentar na justificativa do projeto.

De acordo com a proposta, serão considerados agentes funerários coveiros, atendentes, motoristas, auxiliares e demais trabalhadores de serviços funerários e de autópsias. Para ter direito à prioridade de vacinação, o profissional precisará comprovar vínculo empregatício de, no mínimo, 60 dias.

Tramitação

O PL 40/2021 foi lido na sessão ordinária do dia 22 de fevereiro e encaminhado para os colegiados de Justiça, Saúde e Finanças. Se virar lei, a medida entra em vigor na data de publicação em diário oficial.  

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