Política Nacional

CPI da Covid será instalada na próxima terça ou quinta, diz presidente do Senado

Publicados

em


source
Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado
Pedro França/Agência Senado

Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado

O presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG) declarou em entrevista coletiva na tarde desta sexta(16) que a  CPI da Covid-19 deverá ser instalada na próxima semana, na terça (20), ou na quinta (22).

Segundo o senador mineiro, apesar do grave momento da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) ele declarou que “mantêm a lógica que seja presencial”, mas que a Comissão Parlamentar de Inquérito ( CPI ) deverá ser realizada de forma semi-presencial:

“Naturalmente terá de haver pelo presidente do CPI uma grande preocupação para que os atos sejam feitos de maneira correta, com absoluta lisura daquilo que for sigiloso se mantenha em sigilo”, declara Pacheco, que completa dizendo que caberá ao Senado “garantir a segurança sanitária” daqueles que tiverem de ir até o Congresso participar dos encontros.

O líder do Senado deu detalhes do funcionamento da CPI, que terá 11 membros, que escolherão o presidente e o vice-presidente da Comissão. Nesse caso, cabe ao presidente eleito pelos membros escolher o relator e quais etapas serão presencias e a distância.

Leia Também:  CPI da Covid: "gabinete do ódio" e problemas de comunicação na mira de senadores

Você viu?

A instauração da CPI da Covid foi confirmada na última quarta-feira (14) em sessão no Supremo Tribunal Federal ( STF ), e investigará ações e possíveis omissões do governo federal durante a crise sanitária acarretada pela Covid-19.

Pacheco, próximo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), evitou dar sua posição a respeito da CPI durante a entrevista, e se limitou a dizer que cumpre as decisões judiciais do Supremo:

“O cumprimento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que para mim, é uma lógica inafastável de se cumprir as decisões judiciais e assim eu o fiz”.

(Sob supervisão de Valeska Amorim)

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política Nacional

PGR rejeita investigar Bolsonaro por cheques depositados a Michelle por Queiroz

Publicados

em


source
Procurador-Geral da República Augusto Aras
Reprodução: iG Minas Gerais

Procurador-Geral da República Augusto Aras

O procurador-geral da República Augusto Aras rejeitou um pedido feito ao Supremo Tribunal Federal ( STF ) para abertura de inquérito contra o  presidente Jair Bolsonaro por causa de cheques depositados pelo ex-assessor Fabrício Queiroz para a primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Um advogado entrou com pedido no STF para que fosse aberto inquérito pelo crime de peculato , desvio de recursos públicos, com base nas reportagens publicadas na época a respeito dos repasses.

A manifestação foi enviada ao ministro Marco Aurélio Mello , relator do pedido no STF. Agora, cabe ao ministro decidir se acolhe o pedido da PGR. O padrão, no caso de arquivamentos de investigação, é que o STF mantenha o posicionamento da PGR, já que é o órgão responsável por investigar autoridades com foro privilegiado.

Aras argumentou que o Ministério Público do Rio já apresentou denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) a respeito do assunto, mas não encaminhou à PGR nenhum indício de crime envolvendo Jair Bolsonaro. Por isso, diz Aras, apenas as notícias veiculadas na imprensa não constituem elemento suficiente para abertura de investigação.

Leia Também:  Bolsolão: Oposição se organiza para pedir abertura de investigação ao MPF e TCU

Você viu?

“É notório que as supostas relações espúrias entre o Senador Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz, seu ex-assessor na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, foram objeto de oferecimento de denúncia, na primeira instância, em desfavor de ambos e de outras pessoas supostamente envolvidas nos crimes correlatos. Inexiste notícia, porém, de que tenham surgido, durante a investigação que precedeu a ação penal em curso, indícios do cometimento de infrações penais pelo Presidente da República”, escreveu.

Prosseguiu Aras : “Os fatos noticiados, portanto, isoladamente considerados, são inidôneos, por ora, para ensejar a defagração de investigação criminal, face à ausência de lastro probatório mínimo”.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA