Saúde

Covid-19: SP começa a vacinar crianças de 3 e 4 anos com comorbidade

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A partir de hoje (20) a prefeitura de São Paulo inicia a vacinação contra a covid-19 de crianças de 3 e 4 anos de idade com comorbidades, deficiência permanente (física, sensorial ou intelectual), além de indígenas dessa faixa etária. A vacina destinada a essa população é a CoronaVac.

As crianças dessa idade sem comorbidades podem ser inscritas nas unidades básicas de Saúde (UBSs) para receber as doses remanescentes. A inscrição pode ser feita em unidade próxima à residência ou escola da criança, e os responsáveis devem apresentar documentação com endereço e telefone para convocação.

Para que a criança receba a vacina, os responsáveis deverão apresentar documento de identificação (preferencialmente com CPF) do menor. Também é necessário apresentar comprovante de condição de risco, como receitas ou relatórios físicos ou digitais, desde que haja identificação do paciente, CRM com carimbo do médico e na validade de dois anos de emissão.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, até o momento 1.015.723 crianças de 5 a 11 anos receberam a primeira dose contra a covid-19 na capital paulista. Assim, a cobertura vacinal está em 93,8%. A segunda dose já foi aplicada em 789.768, com cobertura de 72,9%. Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, a cobertura vacinal para duas doses está em 105,9%.

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Mais informações e a lista completa de postos estão disponíveis na página do Vacina Sampa.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Síndrome Respiratória Aguda Grave recua em 21 estados e no DF

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresentam tendência de queda em 22 unidades da federação, segundo o boletim InfoGripe divulgado hoje (11) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As exceções são Roraima, onde há tendência de alta, e Amazonas, Amapá, Maranhão e Piauí, cujas incidências se mantiveram estáveis.

A análise considera as últimas seis semanas epidemiológicas, período encerrado em 6 de agosto. Em todo o Sul e Sudeste e em boa parte do Nordeste e Centro-Oeste, a probabilidade de queda nos casos de SRAG é maior que 95%.

O monitoramento dos casos de SRAG ganhou destaque durante a pandemia de covid-19, porque as hospitalizações causadas pelo SARS-CoV-2 passaram a dominar os casos virais dessa síndrome. Segundo a Fiocruz, nas últimas quatro semanas, 79,1% dos casos de SRAG viral foram causados pelo novo coronavírus.

Apesar de apenas o estado Roraima apresentar tendência de alta na análise das últimas seis semanas, quando os pesquisadores se debruçam sobre as capitais, há avanço na incidência da SRAG em Belém, Boa Vista e no Recife.

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Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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