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Covid-19 não se espalha facilmente por objetos e superfícies, diz autoridade

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Contato entre pessoas é a principal rota de contágio do novo coronavírus, avalia autoridade americana

O novo coronavírus (Sars-CoV-2) não se espalha com facilidade a partir do toque de superfícies ou objetos, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

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Segundo um porta-voz do CDC à rede americana NBC, a mudança no protocolo de contágio foi feita para “esclarecer os outros tipos de contágio do vírus”. As novas informações apontam que a doença é facilmente transmitida pelo contato entre pessoas, e esta é a principal rota para sua propagação.

Ainda que seja possível que uma pessoa contraia o novo coronavírus pelo toque de objetos e superfícies, esta não é a principal forma de contágio, diz o CDC. De qualquer forma, a agência continua orientando que os cidadãos americanos higienizem as compras antes de guardá-las. 

O CDC também afirma que há evidências de que o Sars-CoV-2 pode ficar em superfícies por algumas horas. “Limpar e desinfetar superfícies é uma das melhores práticas para conter a Covid-19 e outras doenças virais”, afirma o órgão. 

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Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19 tem relação de 96,2% com vírus do morcego-ferradura, aponta novo estudo

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Pesquisa apontou que animal pode ser o principal responsável pelo início da transmissão para os humanos

Um novo estudo realizado em parceria por cientistas chineses e norte-americanos identificou que o Covid-19 pode ter derivado de um grupo de vírus originários de morcegos-ferradura, corroborando teses anteriores de que o animal poderia ser o responsável pela transmissão original em humanos .

Segundo informações da revista Science, onde o artigo foi publicado, os pesquisadores analisaram mais de 781 vírus da família do  novo coronavírus (Sars-Cov-2) e apontaram fortes indícios de que o morcego-ferradura também possa ser o responsável pela transmissão de outras variações do coronavírus, como o Sars-Cov-, por serem uma espécie de “reservatório” da doença.

Apesar das conclusões do estudo, apontando a maior troca genética entre os morcegos da familia Rhinolophidae e citando o gênero  Rhinolophus como “reservatório” da Sars, os pesquisadores não conseguiram confirmar que o vírus tenha sido originado nos animais.

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“Em nossa análise filogenética, que inclui todos os coronavírus de morcegos conhecidos da China , descobrimos que o Sars CoV-2 é provavelmente derivado de um grupo de vírus originários de morcegos-ferradura. Parece que, por pura má sorte histórica e evolutiva, os Rhinolophus são o principal reservatório de coronavírus”, afirmou Peter Daszk, autor do estudo.

Ao lado da também pesquisadora Shi Zheng-li, Daszk construiu uma “árvore genealógica” das espécies, o que possibilitou a identificação de que o vírus atual tem quase 100% de igualdade com o encontrado nos Rhinolophus. Entretanto, a grande variedade genética do coronavírus impossibilita a confirmação de que a transmissão tenha ocorrido desta forma.

Fonte: IG SAÚDE

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