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Covid-19: Liga Polo Aquático Brasil promove campanha solidária

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A Liga Brasil Polo Aquático (PAB) lançou uma campanha solidária entre os clubes filiados para ajudar famílias impactadas pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). A ação se estenderá até o dia 15 de junho e foi planejada como se fosse uma gincana, em três etapas. Podem contribuir atletas, técnicos, diretores, familiares e entidades filiadas , como também simpatizantes do esporte. 

Em nota oficial publicada no site da Liga PAB, o presidente da entidade Moscal Checchinato reiterou a importância o engajamento do maior número de pessoas possível. “A participação de todos os membros do polo aquático é muito importante para o envolvimento de todos na campanha. Atletas, diretores, familiares são muito bem-vindos para nos ajudar a fazer o bem. Um ação como essa preza principalmente pelo altruísmo e apoio aos que mais necessitam”. 

Será uma gincana que vai acontecer em três semanas. Nesta primeira semana – abertura ocorreu ontem (25) –  o objetivo é arrecadar frascos de álcool em gel e a cada litro recebido, a equipe ganhará dez pontos. 

A segunda semana será reservada à doação de máscaras de proteção. Cada peça corresponderá a dois pontos ganhos.

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Já na terceira e última semana de campanha, as doações serão de cestas básicas, cada uma valendo 60 pontos.

De acordo com Checcihinato, o intuito da campanha em forma de gincana é promover a mobilização de todos. “O foco da campanha não é a rivalidade entre os clubes e entidades da PAB, mas sim impulsionar as doações com uma disputa amigável como forma de alcançar o maior número de pessoas”

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Covid 19: CT Paralímpico de São Paulo reabre com atletas da natação

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Depois de 111 dias fechado, o Centro de Treinamento Paralímpico de São Paulo voltou a receber atividades na tarde de hoje (7). Um grupo de quatro atletas da seleção brasileira da natação, composto por Phelipe Rodrigues, Ítalo Pereira, Maria Carolina Santiago e Wendell Belarmino, caiu na piscina para retomar os trabalhos.

Phelipe Rodrigues, dono de sete medalhas em paralimpíadas, destacou o cuidado com os protocolos sanitários. “Na frente da piscina foram demarcadas áreas específicas para cada atleta. A piscina tem 10 raias. E sempre deixamos uma raia vazia entre cada atleta para manter a distância de segurança de dois metros no mínimo. E vários outros cuidados. Foi pensado em tudo, desde a chegada até a saída dos atletas. Está tudo 100% seguro”, disse o nadador à Agência Brasil. 

O médico-chefe do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Hésojy Gley, disse que há muito rigor no centro de treinamento, desde a entrada dos atletas, com a passagem deles por túneis de desinfecção. “Existe uma prévia testagem, anamnese feita em relação aos sintomas. Eles são convidados a assinar um termo antes de adentrar a estrutura do CT”, disse. 

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Segundo Gley, o protocolo é muito rígido e baseado em alguns pilares. “O primeiro é higienização e distanciamento social. O segundo é testagem. O terceiro é monitoramento. O quarto é educação. E o quinto é sanitização. Essa é a base do nosso trabalho. O cuidado é ainda mais apurado por estarmos lidando com pessoas com deficiências. Podemos dividir esses atletas em três grupos. O primeiro é aquele de doenças neurológicas, que podem ter dificuldades para recuperação respiratória, um grupo que tem contato maior com pessoas ou objetos, que podem estar contaminados, e o grupo que pode ter problemas por tratamentos ou cirurgias aos quais foram submetidos”.

Segundo o técnico-chefe da natação paralímpica do CPB, Leonardo Tomasello, a prioridade nessa fase será o condicionamento, com muita ênfase na prevenção de lesão. “Vamos respeitar o que foi feito pelo atleta durante a quarentena, saber as condições de retorno e trabalhar individualmente cada um”, disse Tomasello. 

Um outro grupo de quatro atletas ainda depende de outros procedimentos para caírem na água. “Aguardam resultados de exames ou precisam passar pelos treinamentos de protocolo. Terminando isso, estarão aptos.”

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Com a entrada da capital de São Paulo na fase amarela do Plano SP de retomada gradual da atividades previsto pelo governo estadual, a prefeitura paulistana autorizou a reabertura do CT Paralímpico no dia 27 de junho. 

Desde a autorização até sexta-feira (3), a equipe médica do CPB submeteu os atletas que estão voltando às atividades e os treinadores a testes de PCR e sorologia. Para acessar o CT, a pessoa deve obrigatoriamente ter testado negativo. Nesse período de restrições, o residencial do centro de treinamento seguirá fechado, assim como o refeitório.

A segunda modalidade com retorno previsto ao CT Paralímpico é o tênis de mesa, que deve voltar na segunda-feira (13).

Edição: Fábio Massalli

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