Saúde

Covid-19: governo anuncia distribuição de mais 4,4 milhões de vacinas

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O Ministério da Saúde informou que, a partir de hoje (8), entregará mais um lote de vacinas da covid-19 a todas unidades federativas para reforço da campanha de imunização. Acrescentou que 4,4 milhões de doses serão entregues “de forma proporcional e igualitária”.

Desse total, 2 milhões serão de vacinas da CoronaVac produzidas pelo Instituto Butantan, e 2,4 milhões serão da AstraZeneca/Oxford, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Todas essas doses foram produzidas no Brasil com matéria-prima importada.

“As doses serão destinadas para vacinação de trabalhadores da saúde, idosos entre 65 e 74 anos, forças de segurança e salvamento e Forças Armadas que atuam na linha de frente do combate à pandemia”, informou, por meio de nota, o Ministério da Saúde. 

Parte das vacinas será destinada para a primeira dose dos agentes das forças de segurança e salvamento, Forças Armadas e idosos entre 65 e 69 anos.

As demais vacinas têm como destino a segunda dose a ser aplicada em trabalhadores da saúde e idosos entre 70 e 74 anos, de forma a garantir a aplicação conforme o tempo recomendado de cada imunizante (quatro semanas para a vacina do Butantan e 12 semanas para as doses da Fiocruz).

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: em uma semana, mortes aumentam 8% e casos 6%

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O total de mortes registradas em decorrência da covid-19 cresceu 8% na Semana Epidemiológica (SE) 14, de 4 a 10 de abril. Neste período, foram registrados 21.141 novos óbitos, contra 19.643 confirmados na semana anterior. A média móvel de mortes (total de vidas perdidas pelo número de dias) na SE 13 ficou em 3.020.

O resultado foi mostrado no Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre o coronavírus de número 58. O documento reúne a avaliação da pasta sobre a evolução da pandemia, considerando as semanas epidemiológicas e o tipo de mediação empregada por autoridades de saúde para essas situações.

A curva de mortes durante a pandemia mostra um aumento intenso a partir do fim do mês de fevereiro. O resultado da SE 14 é quase o triplo de dois meses atrás, quando na SE 6 foram registrados 7.528 novos mortos.   

Distribuição dos novos registros de óbitos (A) por covid-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020-21Distribuição dos novos registros de óbitos (A) por covid-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020-21

Distribuição dos novos registros de óbitos (A) por covid-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020-21 – Divulgação/Ministério da Saúde

A soma de novos casos confirmados também teve acréscimo, mas menor, de 6%. O resultado reverte a tendência de queda da semana anterior (SE 13), quando houve 14% de queda sobre a semana epidemiológica 12.

Nesta última semana (SE 14) foram registrados 491.409 novos diagnósticos positivos de covid-19, contra 463.235 novas notificações de pessoas infectadas com o novo coronavírus na semana anterior. A média móvel foi de 70.201.

Distribuição dos novos registros de casos por covid-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020-21Distribuição dos novos registros de casos por covid-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020-21

Distribuição dos novos registros de casos por covid-19 por semana epidemiológica de notificação. Brasil, 2020-21 – Divulgação/Ministério da Saúde

Estados

Conforme o boletim epidemiológico, sete estados tiveram aumento de casos na Semana Epidemiológica 14, enquanto doze ficaram estáveis e oito tiveram redução. Os acréscimos mais efetivos ocorreram no Ceará (36%) e no Pará (32%). Já as quedas mais intensas se deram no Maranhão e Amapá (-19%).

Quando consideradas as mortes, o número de estados com incremento das curvas foi de 13, oito ficaram estáveis e outros seis tiveram diminuição em relação ao balanço da semana anterior. Os aumentos mais representativos foram registrados no Paraná (53%) e Amazonas (51%). As quedas mais expressivas aconteceram no Tocantins (-21%) e Rio Grande do Sul (-19%).

Mundo

O Brasil se consolidou como país com mais novas mortes e aumentou sua diferença para o 2º colocado (6.870), os Estados Unidos. Os números brasileiros foram quase o triplo das vidas perdidas entre os norte americanos.

Em seguida vêm México (5.201), Índia (4.652) e Polônia (3.439). Enquanto a curva do Brasil sobe de forma intensa, a curva de mortes dos EUA vem fazendo movimento inverso. Quando considerados os números absolutos de mortes desde o início da pandemia, o Brasil segue na 2ª posição, atrás dos Estados Unidos (351.334).

Evolução do número de novos óbitos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países com maior número de óbitos.Evolução do número de novos óbitos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países com maior número de óbitos.

Evolução do número de novos óbitos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países com maior número de óbitos. – Divulgação/Ministério da Saúde

O Brasil deixou de ser o país com mais novos casos, liderança que foi ocupada pela Índia (873.296). Em seguida vêm Estados Unidos (478.831), Turquia (353.281) e França (199.140). Na comparação em números absolutos, o Brasil fica na 2ª posição, atrás dos EUA (31,1 milhões).

Evolução do número de novos casos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países com maior número de casos.Evolução do número de novos casos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países com maior número de casos.

Evolução do número de novos casos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países com maior número de casos. – Divulgação/Ministério da Saúde

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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