Saúde

Covid-19: Brasil tem 358,4 mil mortes e 13,59 milhões de casos

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O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 358.425. Nas últimas 24 horas, foram registradas mais 3.808 mortes. Ontem (12), a contagem estava em 354.617 mortes. Ainda há 3.694 óbitos em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após a morte do paciente.

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (13.04.2021).Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (13.04.2021).

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil (13.04.2021). – Ministério da Saúde

As informações estão no balanço diário sobre a pandemia do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (13). A atualização é feita com informações enviadas por autoridades locais de saúde.

Conforme o balanço, o total de casos acumulados soma 13.599.994. Entre ontem e hoje, foram confirmados 82.186 novos diagnósticos positivos. Até ontem, o número de casos acumulados estava em 13.517.808.

As pessoas recuperadas até o momento são 12.074.798. Já o número de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.166.771.

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Os dados em geral são menores aos domingos e às segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Às terças-feiras, porém, os números tendem a ser maiores, já que nesse dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

Estados

São Paulo é o estado com mais mortes pela covid-19, com 84.380 registros. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (39.791), Minas Gerais (28.152), Rio Grande do Sul (22.388) e Paraná (19.531).

As unidades da federação com menos óbitos são Acre (1.367), Roraima (1.408), Amapá (1.419), Tocantins (2.289) e Sergipe (3.822).

Vacinação

Até o início da noite de hoje, haviam sido distribuídos 47,8 milhões de doses de vacinas no país.

Deste total, foram aplicados 27,8 milhões de doses, sendo 21,3 milhões da primeira dose e 6,4 milhões da segunda.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

São Paulo começa a vacinar idosos e professores contra a gripe

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O estado de São Paulo começa a vacinar contra a gripe (vírus Influenza), nesta terça-feira (11), os idosos – pessoas com 60 anos ou mais – e professores das redes pública e privada. O novo público-alvo definido para a segunda etapa da campanha soma mais 7,8 milhões de pessoas.

O governo ressaltou que também poderão comparecer aos postos as pessoas que integram grupos da primeira etapa de vacinação, já que ainda não foi atingida a meta de 90% de imunização. A cobertura vacinal é inferior a 30% em crianças, grávidas, puérperas e trabalhadores de saúde.

Mesmo com doses disponíveis desde o dia 12 de abril, só foram imunizadas até o momento 978,4 mil crianças (29,6% de cobertura vacinal), 114,7 mil gestantes (26,2%), 342,9 mil profissionais da saúde (22,1%) e 21,4 mil puérperas (29,9%). Também foram vacinados 3,7 mil indígenas (63,7%).

“A gripe e a covid-19 são doenças respiratórias que circulam simultaneamente aqui no estado. Por isso, toda medida preventiva é necessária para cuidar de si e do próximo. A vacina é totalmente segura e não causa gripe, pois é composta apenas de fragmentos do vírus que garantem a devida proteção”, disse a diretora de Imunização da Secretaria de Saúde, Nubia Araújo.

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No ano passado, o estado de São Paulo registrou 809 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), atribuídas ao vírus Influenza, e 119 mortes.

Quem estiver tanto no grupo da campanha de gripe quanto no grupo da vacinação contra covid-19 deve respeitar um intervalo de 14 dias para receber doses destinadas à prevenção dessas doenças.

De acordo com o governo estadual, os profissionais estão orientados a fazer triagem para identificação de paciente com sintomas respiratórios, como tosse, coriza e falta de ar. Aqueles que apresentarem apenas tosse ou coriza poderão receber a vacina contra a gripe, com a orientação de procurar um serviço de saúde. Aqueles que tiverem febre ou mau estado geral, além da orientação para procurar o serviço de saúde terão de adiar a aplicação da vacina até a recuperação.

Terceira etapa

Para reduzir aglomerações e reforçar a prevenção à covid-19, o cronograma da campanha foi dividido em três etapas que se estenderão até 9 de julho.

A última etapa começa em 9 de junho, com a meta de alcançar 5,1 milhões de pessoas com comorbidades e com deficiência (física, auditiva, visual, intelectual e mental ou múltipla); caminhoneiros, trabalhadores portuários e de transporte coletivo; profissionais das Forças Armadas, de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional; população privada de liberdade e jovens e adolescentes sob medidas socioeducativas.

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Seguindo a legislação, deverão ser priorizados nas salas de vacinação os idosos com mais de 80 anos e haverá triagem diferenciada e orientações para quem tiver sintomas respiratórios. Além disso, a aplicação da vacina contra a gripe deve ocorrer em sala distinta da reservada à imunização contra covid-19.

O Instituto Butantan disponibiliza ao país 80 milhões de doses para a campanha nacional, com produção integral do imunizante e sem necessidade de importação de matéria-prima. O imunizante deste ano é constituído por três cepas de Influenza: A/Victoria/2570/2018 (H1N1)pdm09; A/Hong Kong/2671/2019 (H3N2); e B/Washington/02/2019 (linhagem B/Victoria).

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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