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Covas chega a 23% e passa Russomanno dentro da margem de erro, diz Datafolha

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Prefeito Bruno Covas
Andre Bueno / Camara de São Paulo

Prefeito Bruno Covas (PSDB) disputa a reeleição

O candidato à reeleição para a Prefeitura de São Paulo Bruno Covas (PSDB) passou o deputado federal Celso Russomanno (Republicanos) na corrida para o comando do Executivo da capital paulista, mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22). O tucano oscilou positivamente de 21% para 23% das intenções de votos, enquanto o aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) caiu de 27% para 20%. Os dois estão empatados tecnicamente.

Confira o resultado da pesquisa:

  • Bruno Covas (PSDB): 23%
  • Celso Russomanno (Republicanos): 20%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 14%
  • Márcio França (PSB): 10%
  • Arthur do Val – Mamãe Falei (Patriota): 4%
  • Jilmar Tatto (PT): 4%
  • Joice Hasselmann (PSL): 3%
  • Andrea Matarazzo (PSD): 2%
  • Levy Fidelix (PRTB): 1%
  • Marina Helou (Rede): 1%
  • Orlando Silva (PCdoB): 1%
  • Vera Lúcia (PSTU): 1%
  • Nenhum/branco/nulo: 13%
  • Não sabe: 3%
  • Antonio Carlos Silva (PCO) e Filipe Sabará (Novo) tiveram menos de 1%.

Veja também o resultado comparado ao último levantamento, de 8 de outubro:

  • Covas foi de 21% para 23%
  • Russomanno foi de 27% para 20%
  • Boulos foi de 12% para 14%
  • França foi de 8% para 10%
  • Arthur do Val foi de 3% para 4%
  • Jilmar Tatto foi de 1% para 4%
  • Joice Hasselmann foi de 1% para 3%
  • Matarazzo se manteve com 2%
  • Levy Fidelix foi de 2% para 1%
  • Marina Helou se manteve com 1%
  • Orlando Silva se manteve com 1%
  • Vera se manteve com 1%
  • Antônio Carlos foi de 1% para 0%
  • Sabará foi de 1% para 0%
  • Os indecisos foram de 4% para 3% e os brancos ou nulos foram de 12% para 13%
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A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Confira os percentuais:

  • Celso Russomanno: 38%
  • Joice Hasselmann: 33%
  • Levy Fidelix: 26%
  • Bruno Covas: 25%
  • Guilherme Boulos: 24%
  • Jilmar Tatto: 23%
  • Filipe Sabará: 21%
  • Vera Lúcia: 20%
  • Arthur do Val: 20%
  • Orlando Silva: 19%
  • Márcio França: 16%
  • Antonio Carlos Silva: 15%
  • Marina Helou: 15%
  • Andrea Matarazzo: 14%
  • Rejeita todos/não votaria em nenhum: 5%
  • Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2%
  • Não sabe: 4%

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CPI da Covid quebra sigilo de Ricardo Barros e reconvoca o coronel Élcio Franco

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Ricardo Barros, líder do governo na Câmara dos Deputados
O Antagonista

Ricardo Barros, líder do governo na Câmara dos Deputados

A CPI da Covid aprovou mais de 100 requerimentos nesta terça-feira. Entre as medidas aprovadas está a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático do líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR), e do deputado Luis Miranda (DEM-DF). A comissão também reconvocou o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde Élcio Franco, que é um dos principais alvos da CPI e já tinha prestado depoimento em junho.

Em julho, Miranda relatou à CPI que, em encontro com Bolsonaro, denunciou pressão sobre seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo, para liberar a vacina Covaxin. Na ocasião, ele disse que o presidente mencionou o nome de Barros, que foi ministro da Saúde quando a pasta fechou contrato com a empresa Global, que recebeu pagamento antecipado mas nunca entregou os medicamentos comprados. A Global é sócia da empresa Precisa, representante no Brasil do laboratório indiano Bharat Biotech, desenvolvedor da Covaxin.

Empresa de logística e hospitais na mira da CPI

A CPI também está avançando sobre a VTC Log, uma empresa de logística com contratos no Ministério da Saúde e responsável pelo transporte de insumos. Foi aprovada a convocação dos sócios Raimundo Nonato Brasil, Teresa Cristina Reis de Sá e Carlos Alberto de Sá. A comissão também determinou a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático deles e também de outra sócia, Andreia da Silva Lima, além da própria empresa. E aprovou um requerimento de informações para que o Ministério da Saúde forneça os processos e documentos relacionados a contratos firmados com a empresa. Outro requerimento aprovado é para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) forneça o relatório de inteligência financeira da VTC.

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Outra frente de investigação são possíveis irregularidades nos hospitais federais do Rio de Janeiro. Foram convocados: George da Silva Divério, Marcelo Muniz Lamberti e Jonas Roza, ex-superintendentes do Ministério da Saúde no estado; Joabe Antônio Olveira, ex-coordenador de Administração da Superintendência Estadual; Cristiane Rose Jourdan Gomes e Paulo Cotrim, ex-diretores do Hospital Federal de Bonsucesso; e o empresário Mário Peixoto. A CPI também aprovou requerimentos para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) forneça relatórios de todos eles.

Pessoas suspeitas de irregularidades na negociação de vacinas também tiveram os sigilos cobrados. São elas: Amilton Gomes de Paula, Cristiano Carvalho e Luiz Paulo Dominguetti. A CPI também decidiu pedir à Polícia Federal cópia de um inquérito relacionado ao aplicativo TrateCov, que receitava cloroquina até para gestantes e bebês com Covid-19. Em relação aos negócios da Precisa, foi aprovado um requerimento para que a empresa Dropbox forneça informações sobre arquivos hospedados em um link da companhia.

Também foi aprovada convocação do presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Luiz de Britto Ribeiro; do ex-assessor especial para assuntos internacionais do ministro da Saúde, Flávio Werneck Noce dos Santos; do ex-coordenador Geral de Logística de Insumos Estratégicos Para Saúde do Ministério da Saúde, Alex Lial Marinho; e do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, apontado como disseminador de desinformação.

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A CPI aprovou ainda a apresentação de uma ação judicial pedindo o afastamento do cargo de secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro. Ela ficou conhecida como “Capitã Cloroquina”, pela defesa que fez do uso do remédio sem eficácia para o tratamento da doença. Ela também já prestou depoimento na CPI, quando reiterou ser a favor do uso da cloroquina no tratamento precoce, mas contra a utilização do medicamento em pacientes já hospitalizados. A comissão também já aprovou a quebra dos sigilos telefônico e telemático da secretária.

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