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Correios lançam opção de entrega de encomendas no vizinho

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Os clientes dos Correios têm agora a opção de entrega de encomenda no vizinho. A funcionalidade foi lançada na última semana e permite ao remetente indicar um endereço alternativo, próximo ao do destinatário, para a entrega do pacote, sem custo adicional.

De acordo com a empresa, a medida atende a uma sugestão recorrente dos clientes e facilitará a entrega de objetos, mesmo no caso da ausência do destinatário no endereço principal. A opção está disponível para todo o país e abrange exclusivamente as remessas Sedex e PAC.

O remetente deve declarar na etiqueta de endereçamento que a entrega no vizinho está autorizada, conforme o Guia de Endereçamento de Encomendas. Os Correios informaram que não são aceitas etiquetas de endereçamento diferentes dos modelos disponibilizados.

O endereço indicado pode ser até duas casas à direita ou à esquerda ou à frente do endereço principal. Em prédios, qualquer apartamento pode ser indicado para recebimento.

Informações sobre outras formas de receber encomendas estão disponíveis no site dos Correios.

Uma outra função no sistema de rastreamento também foi implementada recentemente pelos Correios. Agora os clientes também são informados sobre a data prevista para entrega da encomenda. A funcionalidade está disponível no site dos Correios para encomendas nacionais e remessas postais (econômicas e expressas) e, em breve, estará acessível no aplicativo Correios e abrangerá as postagens internacionais e demais serviços rastreáveis.

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Fonte: Agência Brasil

Foto: Elza Fiúza/arquivo AB

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Brasil tem 407 mortes em 24 horas pela Covid-19; total de óbitos passa de 3 mil

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Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

O Brasil teve 407 mortes em 24 horas em decorrência da Covid-19, segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde desta quinta-feira (23). O número total de óbitos no país é de 3.313, e os casos confirmados somam 49.492. Desde o último boletim da pasta, foram 3.735 novas confirmações da doença.

Das mais de três mil mortes, 88% já estão com investigação concluída, segundo o Ministério da Saúde. Quase 60% das vítimas eram homens, e pouco mais de 40% eram mulheres.

A maior parte das pessoas que morreram em decorrência da Covid-19 tinham mais de 60 anos, e 69% apresentavam pelo menos um fator de risco. A cardiopatia é o agravante mais comum entre as vítimas.

Para mais informações, acesse coronavirus.saude.gov.br

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