Saúde

Coronavírus no transporte público: quais os riscos reais de contágio?

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Com mais de 100 casos confirmados no Brasil até esta sexta-feira (13), a maioria em São Paulo, a preocupação com a  pandemia do novo coronavírus é inevitável. Diante disso, muitas empresas já adotaram o trabalho home office para seus funcionários, mas ainda há milhões de pessoas que pegam transporte público todos os dias. É possível se proteger no trem ou metro lotados?

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Sergio Andrade/Governo do Estado de SP

Metrô é aglomeração cotidiana com alto risco de contágio do coronavírus

De acordo com Elie Fiss, médico pneumologista do hospital Oswaldo Cruz, a recomendação mais eficaz neste momento é de fato evitar o transporte público, especialmente nos momentos de maior fluxo. “O risco para o coronavírus em todas as aglomerações é o mesmo. Ideal é evitar os horários de pico e, principalmente, se houver qualquer sintoma de doença respiratória , evitar qualquer horário”, afirma o profissional.

Caso a possibilidade não seja viável, o médico afirma que é possível diminuir o risco. “O uso do álcool gel antes e depois do transporte público ajuda tanto a evitar o contágio pessoal quanto na possibilidade de transmitir a doença para outras pessoas”, defende. 

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Além disso, é importante reforçar as orientações de  etiqueta respiratória da Organização Mundial de Saúde para o coronavírus , que aconselha o uso do antebraço ou lenço descartável para cobrir o nariz e boca em caso de tosses ou espirro e evitar tocar os olhos, nariz e boca com mãos não lavadas.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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