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Conheça os dez mandamentos para cortar gastos

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A pesquisa da ANBIMA identificou que 94% dos brasileiros tomaram alguma atitude para reduzir gastos do dia a dia.

Por | 26.04.2019

O brasileiro tem conseguido driblar a crise com muito trabalho, criatividade e principalmente, cortando gastos, incluindo itens supérfluos e aqueles não tão necessários assim no dia a dia. Nos últimos tempos a expressão “educação financeira”, tornou-se popular, deixando as pessoas muito mais atentas em relação a gastos pessoais.

Baseando-se em um estudo da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), “A trajetória financeira do brasileiro”, elencamos dez itens que certamente ajudarão o leitor a cortar gastos. Vale lembrar que a pesquisa da ANBIMA identificou que 94% dos brasileiros tomaram alguma atitude para reduzir gastos do dia a dia.

DEZ MANDAMENTOS PARA CORTAR GASTOS

1 – Evite produtos de marca, buscando similares com qualidade;

2 – Economize água e luz, lembrando-se sempre de estar atento a detalhes (vazamentos, tempo no chuveiro, luzes acesas sem necessidade etc). No final do mês, isso pode fazer toda a diferença;

3 – Sabe aqueles itens e objetos que só servem para ocupar espaço e que não tem mais utilidade para você?! Coloque-os à venda em redes sociais e sites especializados. Há sempre alguém interessado e, pode render um bom dinheiro;

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4 – Compartilhe o seu carro! Monte um grupo de ‘caronas’ e dividam as despesas do transporte entre vocês. Além de trazer uma economia considerável no final do mês, é sempre bom estar em boa companhia;

5 – É prestador de serviços ou trabalha com vendas?! Quando for interessante, troque serviços e/ou mercadorias. Mas, tenha cautela durante a negociação, para não sair – ou deixar o outro – no prejuízo;

6 – Está com pouca grana e quer se divertir?! Procure por apresentações gratuitas… geralmente tem algo interessante acontecendo numa praça, centro cultural, teatro etc. Também vale sair com a namorada e comer aquele saquinho de pipoca por R$ 2,00;

7 – Precisando faxinar a casa?! Ao invés de contratar uma diarista, tire um dia na semana e dê aquela geral na casa. Além de poupar uma grana, você faz uma atividade física;

8 – Planejamento! Antes de comprar qualquer coisa, uma simples bala, que seja; é importante se planejar. Veja se o orçamento não será prejudicado com o possível gasto;

9 – Pesquise, sempre! Aproveite as facilidades do universo online e pesquise antes de adquirir qualquer coisa;

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10 – Prefira compras à vista! Com dinheiro na mão, fica mais fácil conseguir descontos.

 

PODER DE COMPRA

Há algumas possibilidades para se juntar dinheiro e consequentemente ter um poder de compra efetivo. Uma dessas possibilidades é a aquisição de consórcio, como explica Vinícius Basile, gerente administrativo do Valor Consórcios.

“O consórcio é um facilitador na hora de juntar de dinheiro, pois, há diversificados tipos de planos, desde consórcios de moto e veículos, a caminhões e imóveis, por exemplo. São muitos os brasileiros que optam pelo consórcio na hora de adquirir um bem, afinal, quando o consorciado é contemplado, seja por sorteio ou lance, ele recebe uma carta de crédito com poder de compra à vista. E, com dinheiro na mão, fica muito mais fácil negociar e conseguir descontos”, afirma o gerente administrativo do Valor Consórcios.

Outras informações mais sobre consórcios podem ser obtidas através do site e das redes sociais da empresa Valor Consórcios, ou pelos seguintes contatos: (22) 3811-0600 / 3824-6060 / 99794-0847 WhatsApp.

 

 

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Candidatos de São Paulo pegam carona no auxílio e prometem benefício local

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Russomano e Fidelix
Reprodução YouTube dos candidatos

Celso Russomano e Levy Fidelix, candidatos à prefeitura de São Paulo, prometem criar um auxílio emergencial municipal

Depois da alta na  popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com o auxílio emergencial,  candidatos à prefeitura de São Paulo colocam a renda mínima na lista de propostas. Entre eles, Celso Russomano (Republicanos) e Levy Fidelix (PRTB) já prometem criar um auxílio paulistano.

Em evento no sindicato de trabalhadores de aplicativos do Estado de São Paulo na terça-feira (29), Russomano afimou que planeja um auxílio emergencial municipal. “Estamos estudando um auxílio paulistano, que seria um complemento ao que o governo federal está fazendo”, disse o candidato.

Russomano também reivindicou parte da autoria do auxílio emergencial federal para si, afirmando que a ideia saiu de uma conversa que teve com Bolsonaro no início da pandemia. “Eu disse: ‘Presidente, nós corremos o risco grave de as pessoas começarem a buscar os estabelecimentos comerciais para buscar alimento, porque eles não têm alimento, eles não têm o que comer’. E dessa discussão saiu o auxílio emergencial”, afirmou o atual deputado federal.

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Já o candidato  Levy Fidelix, do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, disse durante  live do iG  que pensa em um projeto de renda mínima paulistano. Ao ser perguntado sobre a assistência social por conta da crise da pandemia, Fidelix disse que criaria um banco paulistano em que colocaria os ativos do município, e que isso bancaria um auxílio local.

“É chegada a hora, sim, de colaborar e ajudar a população uma vez mais. Eu socorreria do meu tesouro, tendo este banco de investimentos internacional que quero constituir. Nós teremos recursos para um programa próprio para socorrer essa população que não tem emprego mínimo, não tem como produzir, e fazer um programa social padrão Bolsa Família – não teria esse nome, quem sabe ‘São Paulo Para Todos Nós’, vou até criar um nome agora aqui, onde daríamos apoio mínimo de sobrevivência às pessoas. Nós teríamos dinheiro sobrando no caixa”, afirmou o candidato que é apoiado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB).

Popularidade de Bolsonaro

Em pesquisas, a  alta na popularidade do presidente Jair Bolsonaro  tem sido relacionada à criação do auxílio emergencial. Apesar de ter inicialmente proposto o auxílio em R$ 200, após pressão do Congresso a renda emergencial foi fechada no valor de R$ 600 pelo presidente. 

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No entanto, com a prorrogação até o mês dezembro em R$ 300, Bolsonaro mudou o tom, incentivando a população à volta ao trabalho e afirmando que o auxílio é “caro para quem paga”. 

O Ministério da Economia, de Paulo Guedes, tem tido atritos com o presidente. Por um lado, Bolsonaro entende que as medidas sociais como o auxílio emergencial e o Bolsa Família – que será chamado de  Renda Cidadã – dão popularidade ao governo, atendendo às demandas da população de baixa renda no momento de crise. Por outro, Guedes tenta conter os gastos na criação de programas sociais, propondo, por vezes,  medidas impopulares – como o congelamento de aposentadorias, vazado à imprensa por seu secretário, Waldery Rodrigues.

Alguns municípios brasileiros já têm auxílio municipal 

Como mostrou reportagem do iG no mês de julho, alguns  municípios pelo Brasil já criaram auxílios emergenciais municipais, usando orçamento local. É possível descobrir se sua cidade oferece a renda emergencial acessando os sites das prefeituras. Alguns exemplos de cidades com auxílio emergencial municipal são Vitória (ES), Altamira (PA) e Lorena (SP).

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