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Conheça os benefícios da limpeza de pele

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Conheça os benefícios da limpeza de pele
Redação EdiCase

Conheça os benefícios da limpeza de pele

Saiba como esse procedimento pode contribuir para a saúde e beleza do rosto

Por Juliana Napolião (esteticista e cosmetóloga)

A limpeza de pele é um dos procedimentos mais pedidos em clínicas de estética. Ao longo dos anos, ela foi aprimorada e ganhou muito valor agregado, seja pela escolha de cada produto para atender os mais diversos tipos de pele, incluindo tecnologias, ou pelo procedimento poder proporcionar um momento de autocuidado e bem-estar.

Vantagens da limpeza de pele

Além de eliminar cravos e espinhas, a limpeza de pele pode suavizar linhas finas de expressão, reduzir processo inflamatório (acne), melhorar a hidratação e clarear a pele como um todo. No entanto, esses resultados irão depender muito da escolha de cada produto aplicado pelo profissional.

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Como é feito o procedimento

Uma limpeza completa exige alguns passos. O primeiro é a higienização, que consiste em remover as impurezas da pele, como maquiagem e outras substâncias. Em seguida, tonificação, emoliência, extração, cauterização, máscara calmante (a fim de amenizar a vermelhidão e acalmar a pele) e, por último, a finalização com protetor solar.

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Cuidados pós-tratamento

Para garantir bons resultados, alguns cuidados são necessários após a realização da limpeza de pele, como:

  • Não tomar sol no rosto
  • Não fazer uso de ácidos pelas próximas 48 horas
  • Usar filtro solar

Uma boa dica de skincare para fazer no pós-procedimento é utilizar água termal gelada para ajudar a acalmar a pele e usar um bom hidratante.

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Periodicidade do tratamento

O procedimento pode ser realizado todo mês. Além disso, possui duração de 1h30 em média.

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Fonte: IG Mulher

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Novo estudo identifica três tipos de orgasmo feminino

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Os orgasmos receberam o nome de
Ana Melo

Os orgasmos receberam o nome de “onda”, “avalanche” e “vulcão”

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Charles em Praga, na República Tcheca, e do Centro de Saúde Genital e Educação, identificou três tipos de orgasmo feminino: “onda”, “avalanche” e “vulcão”. A descoberta foi publicada na revista científica Journal of Sexual Medicine.

Os nomes se referem à maneira como os movimentos do assoalho pélvico ocorreram durante a preparação para o orgasmo e a liberação da tensão no orgasmo.

Os cientistas caracterizaram como “onda” quando o assoalho pélvico apresenta ondulações ou contrações sucessivas de tensão e liberação no orgasmo. Já a “avalanche” ocorre quando há uma tensão mais elevada do assoalho pélvico com contrações que diminuem a tensão durante o orgasmo. Já o “vulcão” é caracterizado pelo assoalho pélvico permanecendo em uma tensão mais baixa antes de aumentar drasticamente no clímax.

Para o estudo, 54 mulheres usaram um vibrador conectado por Bluetooth, chamado Lioness, detecta a força das contrações do assoalho pélvico em dois sensores laterais, para que esses padrões possam ser analisados.

As mulheres, que realizavam as tarefas em casa, foram instruídas a se masturbarem até chegarem ao orgasmo e desligar o aparelho dois minutos após alcançarem o clímax. As voluntárias repetiram as ações por vários dias. Elas também foram solicitadas a realizar um teste de controle, no qual inseriam o vibrador, mas não se estimularam.

Os resultados apontaram que quase 50% das mulheres (26) tiveram orgasmos de “onda”, enquanto 17 tiveram “avalanches” e 11 tiveram “vulcões”.

Uma descoberta importante foi que cada mulher experimentou consistentemente apenas um dos três tipos. Alguém que tem um padrão de orgasmo provavelmente não será capaz de experimentar nenhum dos outros, embora não tenha sido estabelecido se isso é ou não possível ter outros movimentos do assoalho pélvico ou se isso é apenas menos comum.

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“Estamos fazendo um estudo de longo prazo de mulheres usando o Lioness para ver como esses diferentes padrões de orgamos são experimentados, quais são os níveis de prazer e de onde vem a estimulação que os induz”, disse James Pfaus, professor de neurociência da Universidade Charles e principal autor do estudo, em comunicado.

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Fonte: IG Mulher

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