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CONGELADOS!

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“Aplicada aos fatos de uma Igreja que hoje tem os olhos mais para o passado do que para o presente (missa em latim, vestes suntuosas, rigorismo litúrgico…), aplico esta historinha” – Rômulo Zagotto

Por | 06.01.2012

 

 

 

Antonio Romulo Zagotto

 

 

Estava lendo notícias da Igreja na internet e me deparei com a interessante historinha de Rip van Winkle.  Este é o nome de uma narrativa curta de um personagem homônimo, escrita por Washington Irving e publicada em 1819.

 

Um homem, fugindo de sua esposa má, corre para a floresta. Depois de muitas aventuras, ele se põe a descansar embaixo de uma árvore e ali adormece. Quando acorda decide regressar à sua vila. Seu cachorro não esta mais lá. Sua arma está toda enferrujada.  Ao chegar à vila, ovaciona o rei, não sabendo, no entanto, que havia ocorrido uma revolução e que já não era preciso saudar a monarquia. Rip não se apercebera que haviam se passado vinte anos! Por isso, Rip van Winkle também é associado às pessoas que não percebem que certas coisas mudaram com o passar do tempo.

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Aplicada aos fatos de uma Igreja que hoje tem os olhos mais para o passado do que para o presente (missa em latim, vestes suntuosas, rigorismo litúrgico…), aplico esta historinha aos saudosos que querem por que querem fazer voltar ao passado um sistema de governo municipal, onde será preciso saudar a ?monarquia?.

 

Quantos estão acordando (nos dois sentidos: acordando mesmo e fazendo acordos), e pensam que as coisas devem voltar ao passado e numa imutabilidade devolver o comando de nosso município àqueles que já deram o que tinham que dar.

 

A decisão de voltar à vila é uma decisão de pura vingança, na tentativa de dar o troco. E quantos querem ovacionar o ?rei? não se apercebendo, como Rip,  que uma revolução se fez.

 

Ainda hoje acabei de receber severas críticas ao atual governo. E a fala não era de uma crítica construtiva, mas eivada de raiva e ódio. Fiz uma análise rápida dos feitos do atual mandato e a pessoa concordou que os tempos são outros.

 Analisava a questão do São Vicente e a morosidade para uma solução. Quando expliquei os passos necessários para se conseguir uma licitação, ele ficou boquiaberto.

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Mas não se fazia assim no passado! Realmente não se fazia… Mas não será necessário hoje refazer tudo aquilo que se fez, sem licitação e na pressa. As obras que foram reformadas por terem sido mal feitas, são incontáveis. E as obras novas não se desmancham com a primeira chuva…

 

Aos que estão acordando agora (nos dois sentidos), abram bem os olhos e percebam que os tempos são outros. Será preciso descongelar. Atualizar-se. Saudosismo pura e simplesmente não vai nos levar a lugar nenhum.

 

Em tempo: Parabéns aos vereadores por voltarem atrás das decisões tomadas. Ficam lições. E parabéns por aprovarem o empréstimo tão necessário. Não foi preciso dar bananas… Aliás, houve uma mudança repentina de opinião. Será por quê?

 

Monsenhor Rômulo Zagotto – [email protected]

 

 

 

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Em Mimoso do Sul, o dinamismo do jovem Peter Costa!

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Não é tarefa difícil encontrar com o jovem gestor pelas ruas da pacata cidade de Mimoso do Sul. Com perfil diferente dos habituais “prefeitos de gabinete”, Peter Costa está sempre presente no dia a dia do cidadão e nas ações desenvolvidas pela gestão mimosense.

Em apenas seis meses de mandato, Peter já “deu outra cara” para o município. Hoje é praticamente impossível apontar um ponto fraco da gestão, que tem promovido uma verdadeira transformação da maneira mais austera possível.

Secretários, seguindo o mesmo modelo de trabalho do prefeito, colocam a mão na massa (literalmente), utilizam mão de obra própria, fomentam parcerias com associações, e isto tem sido fator importante no momento agradável que a cidade vive.

A verdade é que uma cidade bonita e bem cuidada contribui para um ambiente de negócios favorável. Aumenta a autoestima do cidadão e impulsiona o comércio.

Peter encontrou um desafio gigante na saúde, que é a gestão da pandemia. É desafiador sanar qualquer demanda reprimida quando as cirurgias eletivas estão reduzidas ou até suspensas. O foco central de qualquer secretaria de saúde do país é controlar a doença que vem abalando não só a saúde, mas a economia. Em paralelo é preciso cuidar das outras doenças, atuar na prevenção e no atendimento emergencial. A tarefa não é simples, mas tem sido administrada com profissionalismo e seriedade.

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Cerca de 50% da população da cidade já foi vacinada com a primeira dose, 5.440 pessoas já estão completamente imunizadas.

Em um momento onde novos caminhos políticos surgem, vale a pena observar o trabalho de Peter. Não se admire de encontrá-lo em cadeiras ainda mais importantes no Estado em poucos anos.

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