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Confira os principais destaques do renovado BMW M5 2021

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BMW M5 2021: retoques no visual, mais itens sofisticados e potência suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em meros 3,1 segundos

O sedã esportivo M5 já é um dos modelos de três volumes e quatro portas mais poderosos da linha atual da BMW no mercado brasileiro. Mas ainda há espaço para melhorar a partir de 2021, quando devem chegar ao Brasil os carros com o visual reestilizado apresentado recentemente na Europa, o que deixou o sedã esportivo com uma cara ainda mais amedrontadora.


Na dianteira, o visual do BMW M5 ficou ainda mais agressivo com os novos faróis de LED e a nova grade frontal maior, além da adoção dos para-choques mais encorpados e com detalhes de acabamento em preto brilhante. Já na traseira, os destaques são as novas lanternas traseiras com design em 3D e o difusor redesenhado. As rodas de 19″ também são novas, mas podem ser trocadas por peças de 20″.

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Por dentro, a central multimídia trocou a tela de 10,25″ por outra de 12,3″ e ganhou conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay. Outra novidade, desta vez vinda do M8 , é o sistema de comando do seletor de modos de condução com dois botões.


A lista de itens de série e opcionais do BMW M5 inclui freios de carbono com pinças na cor dourada, sistema de escape de sonoridade variável, o sistema de direção seminautônomo Driving Assistant Professional com assistente de congestionamento, e áté a opção de transformar o celular em chave do veículo, via tecnologia NFC.

Mecanicamente, o BMW M5 segue com o mesmo motor 4.4 V8 biturbo, usado no carro atual, que desenvolve 600 cv na sua variação padrão. Pouco mais potente, a M5 Competition despeja 625 cv e permite ao sedã esportivo acelerar de 0 a 100 km/h em 3,1 segundos. Em ambas as variações, o câmbio usado é um automático de oito marchas, combinado com um sistema de tração integral.

E por falar em BMW M5 Competition, esta variação chama atenção ainda por outros detalhes como a suspensão sete milímetros mais baixa que a do M5 “normal”, e que é equipada com amortecedores vindos do M8 Gran Coupé

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Fonte: IG CARROS

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Vendas se recuperam no acumulado do ano, mas volume ainda é baixo

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Falta de semicondutores foi um dos vilões para a dificuldade na produção de veículos hoje em dia
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Falta de semicondutores foi um dos vilões para a dificuldade na produção de veículos hoje em dia

De acordo com um levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave, os emplacamentos de veículos automotores, considerando todos os segmentos automotivos, encerraram o mês de julho próximo da estabilidade, na comparação com junho (baixa de 0,02%).

Outro dado apontado pela entidade foi a queda de 7,3% no volume de automóveis emplacados , segmento que, conforme ranking histórico, registrou o pior mês de julho desde 2005. A explicação é a escassez de produtos nas concessionárias, por conta das dificuldades que a indústria enfrenta para a obtenção de peças e componentes como o de semicondutores .

Já os comerciais leves , que apresentam menor dependência de componentes eletrônicos, mantêm a recuperação e mostram que o bom momento poderia ser estendido às vendas de automóveis , caso houvesse disponibilidade de produtos.

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Em julho, conforme os dados da Fenabrave, foram vendidos 162.404 automóveis e comerciais leves ante 169.575 do mês anterior, o que representa uma queda de 4,23%. No acumulado dos sete primeiros meses de 2021 foram 1.169.052 unidades, contra 926.277 do mesmo período de 2020, ou seja, houve um aumento de 26,2%. 

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Na contramão da crise na indústria automotiva, o mercado de motocicletas continua aquecido e com boa disponibilidade de crédito, com aprovação média de 4,8 propostas para cada 10 enviadas aos agentes financeiros .

Porém, assim como acontece com os automóveis, as montadoras de motocicletas também enfrentam problemas na obtenção de peças e componentes para regularizar sua produção, frente à alta demanda.

Ainda segundo a Fenabrave foram vendidas 112.586 motos em julho de 2021, ante 106.716 unidades de junho, volume 5,5% maior. Já entre janeiro de julho de 2021 (629.917) e o mesmo período do ano passado (435.445), houve alta de 44,7%.

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“O número de emplacamentos, até agora, mostra que o setor, no geral, mantém sua trajetória de recuperação , com um volume total próximo ao que registramos nos últimos anos, antes da pandemia.

E se a produção estivesse normalizada, principalmente, para automóveis, poderíamos ter um crescimento ainda maior do que o previsto para este ano”, afirma Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Fonte: IG CARROS

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