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Como proteger a carteira de ações e investimentos caso a B3 entre em colapso?

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A Bolsa de Valores (B3) pode sofrer um colapso em 2021? Caso isso aconteça, como o investidor deve se proteger? O universo da renda variável é coberto por incertezas, por conta disso, algumas pessoas acabam ficando com medo de ingressar nesse tipo de investimento.

Contudo, para aqueles que possuem uma boa estratégia e sabem quais são as melhores aplicações para se proteger de possíveis crises, investir na Bolsa se torna fácil. Um exemplo seria ter na carteira ações ligadas ao exterior, ouro ou dólar.

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Por conta disso, Fabrizio Gueratto, Financista do Canal 1Bilhão Educação Financeira, convidou os especialistas Bernardo Pascowitch , Bea Aguillar e Lucas Pit para falarem sobre um possível colapso no mercado financeiro e uma forte queda nas ações listadas na B3 (B3SA3). Assim, os mesmos listaram algumas empresas para o investidor se proteger.

Descubra então quais são as melhores formas para se projetar ao investir na Bolsa de Valores:

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PEC dos Precatórios deve beneficiar estados e municípios

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Plenário do Senado deve votar PEC dos Precatórios em até duas semanas
Marcos Oliveira/ Agência Senado

Plenário do Senado deve votar PEC dos Precatórios em até duas semanas

A PEC dos Precatórios poderá beneficiar governos estaduais e municipais, caso seja aprovada e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro. Criada para abrir espaço no Orçamento da União para 2022, a medida abrirá brecha que para que outros governos entraram na onda para adiar o pagamento de dívidas judiciais.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), cidades e estados devem cerca de R$ 143,5 bilhões em precatórios. Se a medida for aprovada, os governos poderão adiar o pagamento das dívidas e criar um teto para gastos anuais, o que aliviaria os cofres públicos.

O estado e a cidade de São Paulo devem ser os mais beneficiados com a proposta. Juntos, a prefeitura e o Palácio dos Bandeirantes devem quase R$ 50 bilhões em precatórios.

Estados endividados, como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, também devem se favorecer. Ambos passam por crises econômicas e tentam adiar o pagamento de pendências para não ultrapassaram os limites da responsabilidade fiscal.

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Atualmente, os governos podem pagar precatórios declarados até 1° de julho no exercício orçamentário do ano seguinte ou entrar em regime especial para adiar os pagamentos até 2029. A modalidade, usada para aliviar o pagamento de dívidas e evitar um colapso nos cofres, conta com a participação de 24 estados, do Distrito Federal e 1,6 mil municípios. Apenas Alagoas e Espírito Santo não entram no regime de recuperação fiscal.

A PEC dos Precatórios está travada no Senado e só deve ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) entre terça-feira (30) e quarta-feira (01). Nos bastidores, o Palácio do Planalto trabalha com a aprovação tranquila na CCJ, mas com certo aperto no plenário.

Para ser aprovada, a proposta precisa de apoio de 49 senadores em dois turnos. O texto poderá ainda voltar para a Câmara, devido às alterações feitas por senadores.

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