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Começam hoje os aulões de revisão da Maratona Enem

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Começam hoje (14) as revisões de conteúdo para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2020. Os aulões serão transmitidos ao vivo pela TV Brasil, das 14h às 18h. O evento também será transmitido ao vivo por streaming pelo canal da Agência Brasil no YouTube. 

Desenvolvidos pelo governo do Distrito Federal (GDF) em parceria com o Ministério das Comunicações, os aulões do projeto Maratona Enem devem alcançar milhões de estudantes em todo o território nacional que almejam ingressar no ensino superior público. As aulas foram planejadas por professores especializados no exame e abrangem todas as disciplinas. 

O projeto Maratona Enem foi anunciado na terça-feira (12) pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, em uma audiência que reuniu também o ministro da Educação, Milton Ribeiro, e o presidente da Empresa Brasil de Comunicação, Glen Valente.

“Essa parceria que a gente tem hoje em relação ao governo federal e ao GDF é um símbolo que a gente mostra o foco no cidadão. A EBC é uma ferramenta pela qual podemos fazer essa contribuição”, afirmou Glen Valente, diretor-presidente da EBC.

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Estão previstos 4 aulões de 4 horas de duração cada. Todos terão material de apoio disponível para download gratuito. Neste material estarão os resumos teóricos que embasam o conteúdo e os formulários de questões a serem resolvidas. As questões serão comentadas e respondidas durante a maratona.

Além dos projetos Maratona Enem e o #PreparaEnemDF [LINK: ], a Secretaria de Educação do Distrito Federal também mantém um canal no YouTube com aulas e conteúdos relacionados ao exame.

Edição: Fábio Massalli

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Enem 2020: estudantes relatam provas mais fáceis e salas esvaziadas

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No primeiro dia de aplicação, estudantes relatam aglomerações na entrada e saída dos locais de aplicação e salas esvaziadas por conta da ausência de participantes. Para os candidatos entrevistados pela Agência Brasil, a prova foi mais fácil do que em anos anteriores. 

“Como a cidade é pequena, na minha sala tinham oito pessoas. Ao todo, 17 faltaram o exame.  Deu para manter o distanciamento. Ofereceram álcool em gel. Fiquei bem tranquila”, conta a estudante Heloísa Lara, 23 anos, que há cinco anos estuda para cursar medicina. Ela fez a prova em Cacoal (RO). 

“Cheguei bem cedo porque sempre costumo fazer isso, para não ter nenhum imprevisto. Mantive o distanciamento e não conversei com ninguém, só o necessário. Eu acho que fui melhor que no ano passado, eu consegui ler com mais atenção, com mais calma. O fator primordial foi a calma porque consegui ler com mais clareza as questões”, diz. 

Sobre o tema da redação, que este ano foi “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”, Heloísa diz que gostou. “É o que mais está tendo na atualidade, as doenças mentais. A prova falou que em depressão, coisas que se está vivendo nessa pandemia. Gostei, foi bem atual, atual até demais”.

Em Santana de Parnaíba (SP), a estudante Geovanna Cury, 18 anos, que também busca uma vaga em medicina, também relatou que cerca da metade dos participantes faltaram na sala onde fez prova. “Faltou mais da metade. Por isso, não houve aglomeração. Mas se fosse a quantidade de pessoas previstas, a sala estaria lotada e o distanciamento seria zero. A ventilação era ruim, a janela era minúscula”, diz. 

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Na entrada e na saída do exame, a estudante conta que havia aglomeração de pessoas e que viu pessoas sem máscara. O item era obrigatório dentro dos locais de prova. Os estudantes que não usássem a máscara da maneira adequada, cobrindo o nariz e a boca, conforme o edital do exame, poderiam ser eliminados. “Isso me causou uma ansiedade enorme. E eu sou asmática”. 

O coordenador pedagógico do ProEnem, Leandro Vieira, fez o exame no Rio de Janeiro. Segundo ele, no local havia álcool em gel disponível e todos estavam de máscara, mas não havia um distanciamento adequado entre as carteiras dos participantes. “A sala estava cheia”, diz. 

Na avaliação do professor, a prova desta edição estava mais fácil do que em anos anteriores, com menos textos. Havia também menos questões de história do Brasil. Geralmente esse conteúdo é cobrado em cinco ou seis questões. Neste exame, segundo ele, havia apenas duas. 

“A gente achou a prova de humanas uma prova mais fácil que anos anteriores, comparado com o ano passado e retrasado, a prova teve queda no nível de dificuldade”, diz. De acordo com Vieira, muitas das questões podiam ser respondidas com uma boa interpretação de texto, mesmo que o candidato não tivesse domínio do conteúdo abordado.

“Os textos estavam menores. A prova estava menor do que há três, quatro anos atrás. No ano passado já houve uma diminuição drástica, esse ano foi ainda menor, com textos de sete, oito linhas, que é um padrão pequeno [para o Enem]”, acrescenta. 

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Enem 2020

O Enem começou a ser aplicado hoje (17) na versão impressa. Os estudantes fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e de redação. A prova segue no próximo domingo (24), quando serão aplicadas as provas de matemática e ciências da natureza. Este ano, o exame terá também uma versão online, que será aplicada nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Segundo o Inep, haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro

Edição: Bruna Saniele

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