Agronegócio

Com certificado em mãos, técnico em agronegócio ‘abre portas’ no mercado de trabalho

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Confira o relato de Waldair e se inspire: inscrições para curso gratuito podem ser feitas até 27 de janeiro.

O gosto pela rotina do campo e a busca por crescimento pessoal e profissional motivaram Waldair Junior (26), do município de Três Lagoas, a fazer o Curso Técnico em Agronegócio, do Senar Mato Grosso do Sul. Com o certificado em mãos e carteira assinada, ele está convicto de que o conhecimento adquirido assegurou sua entrada no mercado de trabalho.

Contratado por uma empresa nacional de gestão hídrica na produção de açúcar e etanol, Waldair desempenha a função de desenhista topográfico na geração de dados das áreas agricultáveis. Segundo ele, a vivência durante o curso foi o diferencial. “Já no segundo semestre tive a oportunidade de colocar em prática o conhecimento. Colaborei na construção de um pivô para pastagem, o que trouxe uma bagagem importantíssima para a minha carreira profissional”.

O Curso Técnico em Agronegócio faz parte do portfólio da Educação Formal do Senar/MS, na modalidade semipresencial, sendo 80% das aulas a distância e 20% presenciais, com duração de dois anos e totalmente gratuito. “A flexibilidade e o nível de conhecimento transmitido pela equipe pedagógica são benefícios que dão dinamicidade ao ensino e oportunidade para quem pretende ingressar no setor”, explica o diretor do Centro de Excelência, Francisco Paredes.

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Sobre a qualidade da capacitação, o ex-aluno faz seu relato. “Só tenho elogios. Os materiais didáticos são de excelência e atualizados frequentemente, os professores com didática e capacitados. Aprendemos na sala e aprimoramos nas visitas técnicas. A capacitação me deu base, me mostrou que estou no caminho certo e me impulsiona para voos ainda mais altos”.

A formação de técnicos em agronegócio impulsiona a qualificação e profissionalização da força de trabalho do campo, além de gerar no meio rural ganhos com inclusão produtiva e social, geração de renda e estímulo à sucessão familiar. “Juntos, esses fatores representam esforços que potencializam o desenvolvimento do produtor rural e consequentemente do agronegócio”, complementa Paredes.

No total são 200 vagas, distribuídas em 10 polos de ensino, sendo dois em Campo Grande, um no Sindicato Rural e outro no Centro de Excelência, além dos municípios de Aparecida do Taboado, Corumbá, Coxim, Dourados, Ivinhema, Maracaju, Sidrolândia e Três Lagoas.

As inscrições estão abertas até o dia 27 de janeiro. Confira o edital em senarms.org.br

Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Quebra de safra preocupa cafeicultores

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Minas pode colher uma safra de café até 43% menor este ano. É o que revela o 1º Levantamento da Safra 2021 de café, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (21). Ainda segundo o estudo, o Sul de Minas deve amargar perdas entre 43 e 47%, em relação ao ano anterior.

O vice-presidente do Sistema FAEMG e presidente das Comissões de Cafeicultura da entidade e da CNA, Breno Mesquita, confirma que os números batem com a percepção do setor produtivo. “Já vínhamos alertando para este cenário desde o ano passado. Além da bienalidade negativa, tivemos graves problemas climáticos em 2020, que já nos sinalizavam uma perda preocupante para a safra atual. Os percentuais levantados pela Conab são bastante similares aos que temos recebido de feedback dos produtores e cooperativas”.

Minas Gerais responde por quase metade de toda a produção nacional, e deve alcançar entre 19,8 milhões e 22,1 milhões de sacas (redução de 42,8% em relação ao último ano). A perda mineira pode ser percentualmente maior do que a média de outros estados, pela predominância do café arábica, que sofre maior influência da bienalidade negativa. Mas as perdas apontadas pela Conab são igualmente preocupantes para todo o país: o documento estima uma produção nacional total – somados conilon e arábica -, entre 43,8 milhões e 49,5 milhões de sacas, indicando uma redução entre 30,5% e 21,4%, em comparação ao resultado apresentado na safra passada.

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“É uma perda muito significativa e que nos preocupa muito, porque esses reflexos do clima provavelmente impactarão também a safra seguinte, de 2022. Precisaremos criar dispositivos para que o cafeicultor brasileiro tenha condições de ultrapassar esse momento. Desde o ano passado temos trabalhado nessa busca por recursos, linhas de crédito e instrumentos de renda para o produtor. Já conseguimos o aporte de 150 milhões para a recuperação de cafezais danificados, que estão disponíveis aos produtores e serão essenciais para dar fôlego à cafeicultura brasileira“. – conclui Breno Mesquita.

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim completo do 1° Levantamento da Safra de Café 2021.

Imagem: Flickr CNA

Fonte: CNA Brasil

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