Agronegócio

Com acompanhamento do Senar/MS desde o início da atividade, piscicultor implanta gestão planejada e eficaz

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Organização da parte gerencial foi um dos diferenciais de propriedade rural no município de Nioaque.

Com acompanhamento da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar/MS desde o início da atividade, o produtor rural Rafael Guerra, do município de Nioaque, aprendeu o “beabá” da piscicultura e, hoje, gerencia uma verdadeira empresa rural, de forma planejada e eficaz. Esse é o case de sucesso da série #TransformandoVidas desta semana.

“Na propriedade a gente já desenvolvia a pecuária e apicultura, e resolveu trabalhar com piscicultura já sabendo do trabalho do Senar. Fizemos os tanques com a instrução da ATeG, com base nas normativas corretas. Quando se inicia uma produção, dentro de uma cadeia produtiva, seja ela qual for, precisa de algumas orientações. Quantos peixes por metro quadrado, qualidade da água, tipo de ração, são dúvidas que a gente tem e conta com a Assistência Técnica para decidir e fazer do modo correto. Fazer é muito fácil, mas fazer do jeito certo, a gente tem aprendido”, avalia.

Rafael, hoje, possui 4 tanques produzindo pintado, pacu e curimba.

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“A Assistência Técnica veio para nos ajudar em relação a tudo. Desde o tipo de peixe indicado até o tamanho de despesca e quantidade de ração por dia. Só iniciamos a piscicultura na propriedade porque ficamos sabendo da ATeG, por meio do Sindicato Rural de Nioaque. Graças ao acompanhamento do Senar/MS a produção de peixes terá continuidade na propriedade”, destaca.

Transformando Vidas – Toda sexta-feira, o Sistema Famasul divulga uma reportagem sobre a atuação do Senar/MS e as suas transformações no campo. Acesse nosso canal no YOUTUBE e se inspire em outros depoimentos.

No site e redes sociais, você confere outras notícias sobre Piscicultura, nas editorias ‘Mercado Agropecuário’ e ‘Educação no Campo’.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu 

Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

CNA e Federações debatem ferramentas de gestão de risco à cafeicultura

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Brasília (12/04/2021) A Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na segunda (12), para debater o desenvolvimento de ferramentas de gestão de risco à cafeicultura, que podem ser operacionalizadas com os recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

O presidente da Comissão Nacional do Café, Breno Mesquita, citou a proposta apresentada pela CNA ao Conselho Deliberativo de Política do Café (CDPC) para a contratação de uma consultoria para a reestruturação do Funcafé e o desenvolvimento de instrumentos que beneficiem o setor produtivo, principalmente os de gestão de riscos de preços ao produtor.

“Essas ferramentas são fundamentais para o equilíbrio em todos os elos da cafeicultura e serão desenvolvidas para garantir que os recursos sejam empregados sem o comprometimento da remuneração do Funcafé. O objetivo da consultoria é modernizar o Fundo para torná-lo um instrumento ainda mais efetivo no amparo à cafeicultura”, disse Mesquita.

O Funcafé terá orçamento recorde de R$ 5,9 bilhões para a safra 2021/2022. Os montantes aprovados pelo CDPC para as linhas de custeio e comercialização foram de R$ 1,6 bilhão e R$ 2,2 bilhões, respectivamente. O setor produtivo contará ainda com R$ 160 milhões para recuperação de cafezais danificados, recursos que podem ser demandados por produtores que tiveram sua produção comprometida por eventos climáticos adversos, como seca e granizo.

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Outros segmentos da cafeicultura vão contar com os valores de R$ 1,3 bilhão para a linha de Financiamento para Aquisição de Café (FAC) e R$ 630,5 milhões para capital de giro. Os recursos do Funcafé serão liberados de forma antecipada em relação ao Plano Safra.

Durante a reunião virtual, o presidente Breno Mesquita também destacou a importância das Federações reforçarem os cuidados necessários que os produtores e colaboradores devem ter durante a colheita do café para evitar o contágio de Covid-19. Junto a essa ação, foi enfatizada a necessidade de promoção do trabalho decente na atividade, que deve ter especial atenção no período de colheita.

“O objetivo é preservar a saúde dos cafeicultores e colaboradores, além de ressaltar o compromisso do setor com o comprometimento da legislação trabalhista”, disse.

Ainda no encontro, a coordenadora de Promoção Comercial da CNA, Camila Sande, apresentou um estudo sobre o mercado chinês de café, elaborado pelo escritório internacional da CNA em Xangai, em parceria com a InvestSP.

Segundo o documento, o café solúvel é o principal tipo do produto consumido pelo asiático, mas o estudo aponta que há espaço para outros tipos de preparo, além de excelente oportunidade para maior representatividade do café brasileiro. “Estima-se que o café torrado e moído possa se tornar um mercado incremental ao solúvel quando a percepção do café na China sofrer uma transição de “produto de luxo” para bebida de hábito diário”, diz a publicação.

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Clique aqui para ler o estudo.

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Fonte: CNA Brasil

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