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Colegiado aborda retomada do turismo no verão

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O conselheiro da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-ES) Paulo Maia Filho é o convidado da Comissão de Turismo, que se encontra na segunda-feira (29). No Plenário Judith Leão Castello Ribeiro, a partir das 11 horas, Maia vai falar sobre as boas perspectivas do segmento para o verão 2021/2022. 

Na opinião do conselheiro, o setor já demonstra sinais de reação, fato que está atrelado ao avanço da cobertura vacinal e a indicadores como a alta procura de passagens aéreas e a reservas de estadias em hotéis. A expectativa é que a recuperação mantenha as atividades do segmento no nível dos patamares pré-pandêmicos ou ainda mais alto. 

Maia vai abordar as dificuldades enfrentadas nos 18 meses em que o turismo operou “quase de portas fechadas” devido à Covid-19, impactando na perda de 400 mil postos de trabalho e de R$ 290 bilhões em todo o Brasil. Apesar de o segmento já ter voltado a contratar, ele explica que o rombo financeiro assumido pelos empresários deve demorar para ser revertido e prevê um prazo de até de 24 meses. 

Saúde 

A Comissão de Saúde se reúne duas vezes na semana. Na terça (30), no Plenário Rui Barbosa, os deputados recebem Neide Sellin, CEO de uma empresa de Tecnologia da Informação que criou um “cão-guia” robô para ajudar deficientes visuais. A invenção capixaba foi batizada de Lysa.

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O robô funciona por meio de inteligência artificial e dispõe de sensores, câmeras e áudio para orientação. A navegação é feita por GPS e as funcionalidades são integradas um aplicativo. Toda essa tecnologia permite que o “cão-guia” informe, por exemplo, se existe e qual é o obstáculo à frente do usuário.

A novidade se apresenta como uma alternativa aos cães-guias. Conforme informações de Sellin, há poucos animais treinados diante do número de pessoas com deficiência visual. Além disso, os robôs são economicamente mais acessíveis, com valor na casa dos R$ 15 mil. O cão é avaliado em mais de R$ 50 mil – fora o longo período de treinamento. 

Na quarta (1º), o colegiado promove audiência pública, a partir das 19 horas, na Câmara de Vila Velha, para apresentar o projeto de saneamento básico da Grande Terra Vermelha. O assunto será abordado pela Cesan. Em setembro, o colegiado falou sobre essa iniciativa, que visa ligar as residências em uma única rede de esgoto e construir duas estações de tratamento

Maus-tratos contra os animais

Na CPI dos Maus-Tratos contra os Animais, que se reúne também na quarta (1º), serão ouvidos Fabrícia Gomes da Rocha e Edimar Ribeiro da Silva, tutores das cadelas Sophia e Camila Pitanga, respectivamente. A cadela Sophia foi resgatada pela CPI no início do mês, em Viana, e, apesar de ter recebido atendimento veterinário, acabou morrendo devido à crítica situação de saúde em que se encontrava.

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A tutora do animal, a cozinheira Fabrícia Gomes da Rocha, 44 anos, chegou a ser detida e levada para a Delegacia de Campo Grande, Cariacica, mas foi solta e agora será prestará esclarecimentos à comissão de inquérito. Os deputados também abordarão o caso da cadela Camila Pitanga, abandonada pelo tutor Edimar Ribeiro da Silva, no município da Serra, no começo de novembro. A reunião extraordinária da CPI será realizada em formato híbrido, às 14 horas, no Plenário Dirceu Cardoso. 

Confira a agenda da semana

Segunda (29)
11h – Comissão de Turismo – Plenário Judith Leão Castello Ribeiro
11h – Comissão de Defesa do Consumidor – Virtual
12h15 – Comissão de Educação – Plenário Rui Barbosa
13h30 – Comissão de Finanças – Virtual

Terça (30)
9h – Comissão de Saúde – Plenário Rui Barbosa
13h30 – Comissão de Justiça – Virtual

Quarta (1º)
14h – Reunião extraordinária híbrida da CPI dos Maus-ratos contra os Animais – Plenário Dirceu Cardoso
19h – Audiência pública da Comissão de Saúde – Câmara de Vila Velha

Quinta (2)
16h – Reunião extraordinária da Comissão Especial de Fiscalização da Concessão da BR-101 – Virtual

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Política

PL cria política para estudante com epilepsia

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Em tramitação na Assembleia Legislativa (Ales), o Projeto de Lei (PL) 855/2021 cria a Política Estadual de Identificação e Acompanhamento Educacional dos Alunos com Epilepsia na rede pública. A iniciativa do deputado Renzo Vasconcelos (PP) visa permitir que esse público-alvo receba o acompanhamento educacional adequado.

Conforme consta na justificativa da matéria, estima-se que existam no Brasil 3 milhões de pessoas com essa doença neurológica, conhecida por causar crises conhecidas como convulsões, mas que também se manifesta de maneira mais sutil, caracterizada como “momentos de ausência”. O número de pessoas diagnosticadas com essa condição neurológica pode chegar a 300 por dia.

Preconceito

Por conta das crises, que assustam devido aos abalos musculares e salivação excessiva, os epilépticos são estigmatizados, afirma Renzo, e acabam sofrendo preconceito. Acabar com esse entendimento é uma das diretrizes da política estadual, bem como a capacitação da comunidade escolar para identificar os tipos de epilepsia e promoção dos primeiros socorros, entre outros.

Segundo a proposta, para implementar a política, caberá aos órgãos responsáveis diversas ações, como direcionar recursos financeiros para todas as escolas; promover articulação intersetorial compreendendo as políticas públicas que oferecem apoio a esses alunos; e a criação de programas de capacitação educacional para promover o acompanhamento desse público-alvo.

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Responsabilidade do Estado

O projeto enumera oito ações que deverão ser colocadas em prática pelo profissional da educação se um estudante for identificado com a condição médica. Ministrar a medicação do aluno durante o horário da aula; utilizar corretamente os primeiros socorros em caso de crise; e ficar atento aos sinais que podem anteceder uma convulsão são algumas das medidas.

O programa “estabelece a efetiva responsabilidade do Estado em relação aos alunos com epilepsia, instrumentalizando a comunidade escolar para comportar essa realidade e garantindo que o estudante identificado com epilepsia receba o acompanhamento educacional adequado que permita o aprendizado e convívio escolar em ambiente acessível e inclusivo, em igualdade de oportunidades com os demais”, frisa o autor da proposta em sua justificativa.

Tramitação

A proposta passará pela análise das comissões de Justiça, Educação e Finanças.

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