Agronegócio

CNA participa de evento do Itamaraty sobre o Brasil e a África no agro

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Brasília (13/10/2021) O vice-presidente de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Gedeão Silveira, participou, na quarta (13), do evento “O Brasil e a África no Agro”, realizado pelo Ministério das Relações Exteriores.

O objetivo do encontro foi discutir como o progresso alcançado pelo setor agropecuário brasileiro poderia contribuir para o avanço da agricultura em países africanos, além de buscar a definição de uma agenda bilateral positiva entre setores público e privado.

Na abertura, Gedeão destacou a importância da ciência e da tecnologia para o avanço da agricultura brasileira ao longo dos anos. “Faz 40 anos que o Brasil deixou de ser importador para ser um dos maiores exportadores de alimentos do mundo”.

Silveira citou a atuação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no fornecimento dessas tecnologias e o trabalho dos produtores da região Sul, que levaram aos outros estados novas formas de cultivo, como o plantio direto, que garantem alta produtividade e sustentabilidade e podem ser levadas a países africanos.

O representante da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (Farsul) também falou sobre o Programa de Intercâmbio AgroBrazil, iniciativa da Confederação que leva representantes de países importadores para conhecer propriedades rurais brasileiras.

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“Estamos à disposição, assim que a pandemia acabar, de mostrar aos representantes dos países africanos como nossos produtores trabalham, tratam a terra e extraem o melhor da eficiência produtiva utilizando tecnologias atuais”.

Também participaram da abertura o ministro das Relações Exteriores, embaixador Carlos Alberto Franco França, o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) e o embaixador Martin Agbor Mbeng, de Cameroun, decano do Grupo Africano.

A programação do evento contou com painéis de debate sobre cooperação técnica, acadêmica, tecnológica, financeira e empresarial. Foram convidados os embaixadores africanos, representantes da AfroChamber, da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, do Instituto Brasil-África, além de parlamentares e diplomatas.

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Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Ministério da Agricultura vai avaliar quais estados do bloco IV podem retirar a vacina da Febre Aftosa

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A apreciação será individual e fundamentada por critérios técnicos e por indicadores estabelecidos pelo Mapa

 
O Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) voltou a ser discutido nesta sexta-feira (15), em encontro virtual que reuniu os integrantes do bloco IV (BA, SE, RJ, SP, MG, GO, MT, TO, MS, ES e DF). Após ouvir os representantes de cada regional, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que irá avaliar individualmente cada estado do bloco, podendo atender àqueles que tiverem preparados para a retirada do imunizante, a partir de 2023.

“O pleito era conjunto, de vacinar o rebanho bovino e bubalino destes estados até 2022, para, então, retirar a vacina em todo o bloco. Contudo, alguns estados estão mais adiantados que outros no cumprimento dos indicadores. Então, os que se sentirem prontos para a retirada devem submeter o pleito à apreciação individual”, pontuou o representante do Mapa, Geraldo Marcos de Moraes.

Para o presidente do Sistema Faeb/Senar, que também preside o bloco IV do PNEFA, Humberto Miranda, a decisão é coerente, uma vez que não causa prejuízos individuais nem coletivos aos integrantes do bloco. “Quem estiver apto a seguir com o plano de ação e retirar a vacina no próximo ano, que apresente sua solicitação ao Mapa. Mesmo que um ou outro não se sinta preparado, isso não imputa nenhum risco ao bloco, uma vez que as divisas estarão seguras e todas as ações de defesa sanitária tomadas previamente”, enfatizou Miranda, que defende a última imunização do rebanho baiano em 2022.

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O Estado é considerado zona livre de febre aftosa com vacinação e pretende avançar no título de zona livre sem vacinação. Enquanto isso, a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) segue com a execução do calendário vacinal. A segunda etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa, deste ano, vai de 1 a 30 de novembro.

O Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa tem como objetivo principal criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios às entidades envolvidas, aos produtores rurais e à sociedade brasileira.

Fonte: Sistema Faeb/Senar

Fonte: CNA Brasil

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