Agronegócio

CNA e entidades do setor aprovam plano de ação da Câmara Agro 4.0

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Brasília (08/04/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na quarta (7), da aprovação do Plano de Ação da Câmara Agro 4.0 para o período de 2021 a 2024. O plano foi construído visando à promoção de ações voltadas à expansão da conectividade no campo e à utilização de tecnologias e serviços inovadores no meio rural.

A Confederação integra o Conselho Superior da Câmara ao lado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

“Esperamos a intensificação das ações, principalmente voltadas à conectividade no campo e à inovação, além de permitir a identificação das tecnologias mais adequadas as principais cadeias produtivas”, afirmou o coordenador de Inovação do Sistema CNA/Senar, Matheus Ferreira, que representou a CNA na reunião.

As ações do plano compreendem a introdução do uso de tecnologias do agro 4.0 nas pequenas, médias e grandes propriedades rurais; garantia de instrumentos para que soluções de empresas de base tecnológica, startups e integradoras possam ser ofertadas e disponibilizadas diretamente aos produtores; estabilidade e volume de recursos a custo adequado para implementação de iniciativas do agro 4.0, identificação e desenvolvimento de soluções adequadas ao agronegócio.

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A realização dessas ações e iniciativas será de responsabilidade das instituições que compõem os quatro grupos de trabalho da Câmara Agro 4.0, que tratam dos seguintes temas: desenvolvimento, tecnologia e inovação; desenvolvimento profissional; cadeias produtivas e desenvolvimento de fornecedores e conectividade no campo.

O plano será implementado entre 2021 e 2024 e deve ser avaliado e revisado periodicamente considerando os resultados e as oportunidades de melhoria.

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Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Em audiência da Câmara, CNA debate orçamento de 2021 para o agro

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Brasília (16/04/2021) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na sexta (16), de audiência pública da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), da Câmara dos Deputados, para discutir a proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021 para o setor.

Representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e dos Ministérios da Agricultura, Economia e Cidadania também foram convidados para o debate.

Em sua apresentação, o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, afirmou que, no orçamento aprovado no Congresso Nacional, houve um corte de R$ 2,5 bilhões dos recursos destinados ao setor agropecuário, que pode prejudicar o Plano Agrícola e Pecuário 2021/2022. O texto aguarda sanção ou vetos do Presidente da República.

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) sofreu o maior corte, um total de R$ 1,3 bilhão, redução de 40,72% ante 2020. Em seguida, vêm os recursos de crédito para investimento (- R$ 600 milhões), custeio (- R$ 500 milhões) e subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, com redução de R$ 84 milhões.

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“Caso tenhamos esse prejuízo de R$ 2,5 bilhões nas rubricas destinadas ao agro, o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2020/2021 será comprometido, pois faltam aproximadamente 75 dias para o encerramento, além do diálogo de construção do próximo Plano Safra, que ficará prejudicado”, disse Renato.

O representante da CNA também citou as principais preocupações da entidade com os impactos do corte orçamentário nos recursos do PAP. “A nossa dúvida é se as instituições financeiras deverão paralisar as operações e se essas operações já contratadas possuem recursos garantidos”.

Com relação ao corte de recursos do seguro rural, o coordenador do Núcleo Econômico explicou que, em um cenário de elevação nos custos de produção, taxa de juros mais alta, redução da rentabilidade e riscos de adversidades climática severas, caso haja uma frustração da próxima safra, será necessário discutir em 2022 a renegociação de dívidas dos produtores, em razão da falta de um seguro robusto. “Por isso é tão importante manter esse recurso no orçamento 2021”, destacou.

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“É preciso buscar soluções para aprimorar e recompor esses orçamentos destinados à subvenção do seguro rural e equalização da taxa de juros para evitar prejuízos maiores no futuro. O setor precisa de garantias e estabilidade dos recursos”, concluiu Conchon.

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Fonte: CNA Brasil

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