Agronegócio

CNA debate experiências e desafios socioambientais na região amazônica

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Brasília (26/11/2020) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na quinta (26), da “Expo & Congresso Brasileiro de Mineração 2020 – Exposibram”, promovida pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).

Neste ano, em razão da pandemia do Covid-19, o evento foi realizado totalmente online. A programação contou com feira e rodada de negócios, congresso, palestras técnicas e minicursos.

O consultor de Meio Ambiente da CNA, Rodrigo Justus, foi um dos palestrantes do congresso “Experiências e desafios socioambientais da indústria na Região Amazônica”.

Justus falou de algumas medidas necessárias para a região, como a criação de um plano de desenvolvimento e fomento, ordenamento territorial, efetiva regularização fundiária e a importância do Pagamento por Serviços Ambientas (PSA) para remunerar e reconhecer as boas práticas sustentáveis dos produtores nas propriedades rurais.

Também participaram do debate o gerente de Sustentabilidade da Alcoa, Fábio Abdala, o vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da ABIAPE, Marcelo Moraes, o diretor executivo da Sociedade de Mineração, Petróleo e Energia, Pablo de La Flor, e o diretor executivo da Fundação para Conservação e Desenvolvimento Sustentável (FCDS), Rodrigo Botero García.

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O congresso teve a moderação da professora da Universidade Federal do Pará (UFPA), Maria Amélia Enriquéz.

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Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Quebra de safra preocupa cafeicultores

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Minas pode colher uma safra de café até 43% menor este ano. É o que revela o 1º Levantamento da Safra 2021 de café, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (21). Ainda segundo o estudo, o Sul de Minas deve amargar perdas entre 43 e 47%, em relação ao ano anterior.

O vice-presidente do Sistema FAEMG e presidente das Comissões de Cafeicultura da entidade e da CNA, Breno Mesquita, confirma que os números batem com a percepção do setor produtivo. “Já vínhamos alertando para este cenário desde o ano passado. Além da bienalidade negativa, tivemos graves problemas climáticos em 2020, que já nos sinalizavam uma perda preocupante para a safra atual. Os percentuais levantados pela Conab são bastante similares aos que temos recebido de feedback dos produtores e cooperativas”.

Minas Gerais responde por quase metade de toda a produção nacional, e deve alcançar entre 19,8 milhões e 22,1 milhões de sacas (redução de 42,8% em relação ao último ano). A perda mineira pode ser percentualmente maior do que a média de outros estados, pela predominância do café arábica, que sofre maior influência da bienalidade negativa. Mas as perdas apontadas pela Conab são igualmente preocupantes para todo o país: o documento estima uma produção nacional total – somados conilon e arábica -, entre 43,8 milhões e 49,5 milhões de sacas, indicando uma redução entre 30,5% e 21,4%, em comparação ao resultado apresentado na safra passada.

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“É uma perda muito significativa e que nos preocupa muito, porque esses reflexos do clima provavelmente impactarão também a safra seguinte, de 2022. Precisaremos criar dispositivos para que o cafeicultor brasileiro tenha condições de ultrapassar esse momento. Desde o ano passado temos trabalhado nessa busca por recursos, linhas de crédito e instrumentos de renda para o produtor. Já conseguimos o aporte de 150 milhões para a recuperação de cafezais danificados, que estão disponíveis aos produtores e serão essenciais para dar fôlego à cafeicultura brasileira“. – conclui Breno Mesquita.

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim completo do 1° Levantamento da Safra de Café 2021.

Imagem: Flickr CNA

Fonte: CNA Brasil

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