Agronegócio

CNA apresenta conjuntura da bovinocultura de corte

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Brasília (26/11/2020) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou a conjuntura produtiva da bovinocultura de corte durante o Seminário Negócios Rurais – Inovação e Tecnologia para a Pecuária de Leite e de Corte, promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Maranhão, na quinta (26). A CNA é uma das entidades que apoia o evento.

O assessor técnico da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da CNA, Ricardo Nissen, fez um balanço deste ano e analisou perspectivas para a pecuária de corte brasileira e do Maranhão em 2021.

Ele abordou pontos como a participação da pecuária no PIB, rebanho brasileiro, área de pastagem, evolução da capacidade produtiva brasileira, consumo projetado e produção, evolução da exportação de carne bovina no Brasil, consumo per capita de carne bovina, terminação de animais em confinamento e preço do bezerro, entre outros.

Como principais vantagens, Ricardo Nissen destacou que o Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo, é o maior exportador de carne bovina e o 2º produtor de carne bovina mundial, além de ser líder em produção sustentável, utilizar 11 milhões de hectares com integração lavoura-pecuária (ILP) e integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e ter potencial de produção com sequestro de carbono.

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Segundo o assessor técnico da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da CNA, o cenário para a atividade de cria, que está “muito otimista” agora, poderá ter redução do preço do bezerro, aumento de custos e, consequentemente, queda na margem para o produtor no primeiro semestre de 2021. Na recria e engorda, a previsão inicial é a manutenção da arroba, com possibilidade de redução e recuperação posterior do valor ao longo do ano.

“O produtor precisa estar preparado, consultar a sua atividade, ter os seus números e custos de produção na mão para poder conseguir aproveitar as oportunidades que estão por vir e manter a sua margem positiva durante o ano, agregando valor e rentabilidade à sua atividade”, afirmou ele.

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Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Quebra de safra preocupa cafeicultores

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Minas pode colher uma safra de café até 43% menor este ano. É o que revela o 1º Levantamento da Safra 2021 de café, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (21). Ainda segundo o estudo, o Sul de Minas deve amargar perdas entre 43 e 47%, em relação ao ano anterior.

O vice-presidente do Sistema FAEMG e presidente das Comissões de Cafeicultura da entidade e da CNA, Breno Mesquita, confirma que os números batem com a percepção do setor produtivo. “Já vínhamos alertando para este cenário desde o ano passado. Além da bienalidade negativa, tivemos graves problemas climáticos em 2020, que já nos sinalizavam uma perda preocupante para a safra atual. Os percentuais levantados pela Conab são bastante similares aos que temos recebido de feedback dos produtores e cooperativas”.

Minas Gerais responde por quase metade de toda a produção nacional, e deve alcançar entre 19,8 milhões e 22,1 milhões de sacas (redução de 42,8% em relação ao último ano). A perda mineira pode ser percentualmente maior do que a média de outros estados, pela predominância do café arábica, que sofre maior influência da bienalidade negativa. Mas as perdas apontadas pela Conab são igualmente preocupantes para todo o país: o documento estima uma produção nacional total – somados conilon e arábica -, entre 43,8 milhões e 49,5 milhões de sacas, indicando uma redução entre 30,5% e 21,4%, em comparação ao resultado apresentado na safra passada.

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“É uma perda muito significativa e que nos preocupa muito, porque esses reflexos do clima provavelmente impactarão também a safra seguinte, de 2022. Precisaremos criar dispositivos para que o cafeicultor brasileiro tenha condições de ultrapassar esse momento. Desde o ano passado temos trabalhado nessa busca por recursos, linhas de crédito e instrumentos de renda para o produtor. Já conseguimos o aporte de 150 milhões para a recuperação de cafezais danificados, que estão disponíveis aos produtores e serão essenciais para dar fôlego à cafeicultura brasileira“. – conclui Breno Mesquita.

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim completo do 1° Levantamento da Safra de Café 2021.

Imagem: Flickr CNA

Fonte: CNA Brasil

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